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Noticias / Menina leva irmão deficiente ao colo para a escola
« Última mensagem por migel em 22/01/2018, 23:21 »
Menina leva irmão deficiente ao colo para a escola

Situação acontece todos os dias e criança nunca faltou a uma aula.


Menina leva irmão deficiente ao colo para a escola Direitos

Dingshuang, de nove anos, é uma menina chinesa que carrega todos os dias o seu irmão com deficiências motoras para a escola. Dingfu, de 12 anos, nunca faltou a uma aula devido ao apoio da irmã. Pela manhã, Dingshuang ajuda o irmão mais velho a levantar-se, a lavar-se e a vestir-se para ir à escola. Quando o menino está pronto para sair de casa, a criança coloca-o às cavalitas até ao estabelecimento de ensino que este frequenta. A família, tal como Dingfu, tem problemas de mobilidade, o que faz com que a pequena Dingshuang seja a única pessoa sem dificuldade de movimentos. Por este motivo, a menina é já o maior apoio do pai e da mãe no que às tarefas do dia-a-dia diz respeito. Quando regressam da escola onde ambos estudam, a menina ajuda o irmão a fazer os trabalhos de casa para depois ir realizar as tarefas domésticas. "Nunca o vou deixar. Vou para sempre ser o seu apoio", afirmou Dingshuang, citada pelo canal de televisão local Wenshan.

Fonte: CM
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Noticias / Campeã paralímpica procura data para morrer
« Última mensagem por migel em 22/01/2018, 23:07 »
Campeã paralímpica procura data para morrer


Marieke Vervoort, atleta belga ouro nos 100m em Londres 2012, acelera os trâmites de sua eutanásia e reflete sobre qual dia fazê-la

Marieke Vervoort com o pequeno Heden, de um ano, e sua amiga Annie de Roeck, no hospital de Diest.

Campeã paralímpica procura data para morrer Dos Jogos do Rio à eutanásia: a última disputa de Marieke Vervoort
Último desabafo da escritora que viajou à Bélgica para morrer
O pêndulo emocional de Marieke Vervoort oscila quase à mesma velocidade de suas arrancadas olímpicas sobre o piso de uma pista de atletismo. Chora emocionada enquanto lê uma carta que acaba de receber de Bart de Wever, o influente prefeito de Antuérpia, na Bélgica, acompanhada de uma garrafa de champanhe. Ri estrepitosamente quando lembra com sua amiga Annie de Roeck de viagens passadas em Lanzarote, a ilha espanhola favorita para seus treinamentos, onde aproveitando que ao seu redor ninguém entendia o neerlandês – ou pelo menos era o que elas achavam –, um dia começaram a tecer sem rodeios comentários que em outro caso evitariam fazer em voz alta.


No quarto 208 do hospital de Diest, 60 quilômetros a oeste de Bruxelas, o ar não tem a densidade pesada da morte próxima. É difícil adivinhar que se trata do refúgio em que uma antiga atleta de elite reflete sobre deixar de viver. Sobre quando dizer a um médico que lhe aplique a eutanásia. O pequeno Heden, de um ano engatinha de um lado para o outro. Na sua altura, a sala tem a aparência de um animado quarto de jogos: bolas e bichos de pelúcia encontram-se espalhados pelo chão. A inseparável cachorra de Marieke, treinada para detectar e avisar de seus ataques epiléticos, descansa em silêncio. Pés que entram e saem em um incessante tráfego

Quando Heden se eleva nos braços de sua mãe, amiga de Marieke, a panorâmica é outra. Aí está, na cama, cansado, mas não vencido, rodeado de cabos transparentes, o corpo de uma medalhista paralímpica. O corpo de Marieke Vervoort. A atleta belga de 38 anos, afetada por uma doença degenerativa que a deixou na cadeira de rodas aos 20 anos, ostenta em sua história múltiplos recordes nacionais e europeus, vitórias em Mundiais, e quatro grandes metais: ouro e prata nos 100 e 200 metros de Londres 2012, e bronze e prata nos 100 e 400 metros das Paralimpíadas do Rio 2016, seu adeus definitivo às competições.

Meses antes de sua despedida esportiva no Brasil, divulgou que em 2008 assinou os documentos que lhe permitem solicitar a eutanásia quando o desejar. Naquela época procurava tranquilidade para enfrentar seu previsível declínio físico. Afugentar a tentação do suicídio. Quando fosse necessário só teria de avisar o médico. Esse momento chegou.

 
Marieke Vervoort se despede de uma de suas visitas. DELMI ÁLVAREZ

Longe de encorajá-la a dar o passo com maior rapidez, o documento ficou relegado à gaveta. Mas uma década depois, o momento de receber a última injeção de sua vida, de data ainda desconhecida, está mais próximo do que nunca. “Eu disse a minha mãe que quero esperar até depois de seu aniversário, em 27 de fevereiro, mas ela diz que eu devo decidir sem pensar nisso. Que eu não devo sofrer”.

Sua deterioração parece tão irreversível quanto vivaz é sua atitude. Ela se queixa que está despenteada, dá sonoros beijos nos visitantes, come chocolates de uma sacola vermelha e os oferece a torto e a direito, brinca com o pequeno Heden, abraça sua cachorra. E não se refugia na introspecção reflexiva de quem prevê que o fim está próximo. Fala, fala e fala. Com Eddy Peeters, o homem que durante meses a levou em seu carro para treinar, a erguia nos braços para colocá-la em sua cadeira de competição e depois a fotografava em pleno esforço. Com sua mãe, Odette Pauwels, a de aparência mais consternada na sala. “Não quero perdê-la, mas também não quero que sofra tanto. Respeitamos sua decisão. Sim, querida? Quando chegar o momento terei medo. Não sei como irei reagir”. Com Annie de Roeck, 58 anos, amiga desde que Marieke, quando garota, se inscreveu em aulas de natação em que ela era professora. A doença ainda não havia surgido e ela vivia para o esporte: nadava, pedalava, esquiava e fazia jiu-jitsu, onde chegou à faixa marrom.

De Roeck, antes sua monitora, agora confidente, é cúmplice de suas características brincadeiras. “Ontem à noite levamos ao quarto do hospital uma garrafa de álcool, mesmo sendo proibido”, sussurram orgulhosas de sua travessura. Também é um de seus grandes apoios. “Quando ela se sente muito mal de noite, me liga e durmo com ela em sua casa”, conta. “Mas nada de sexo!”, intervém Marieke enquanto as duas gargalham, rompendo a atmosfera de dramatismo.


A atleta com sua mãe e a sua cachorra, Zen. DELMI ÁLVAREZ

A conversa viaja do passado ao futuro sem solução de continuidade. Atrás e adiante. De alguns mojitos nas Canárias naqueles dias felizes, a quando morrer porque a dor aumenta e nessa noite quase não pregou o olho. “Não estou assustada. Para mim morrer é como ir dormir e não acordar nunca mais. Dormir e não voltar a sentir dor nunca mais. A única coisa que me inquieta é marcar a data. Escolher o dia em que quero morrer é muito difícil”.

Quanta dor é suficiente para dizer basta? É o dilema de uma mulher de 38 anos atuando com o roteiro vital equivocado. Professora de creche frustrada transformada pela doença em medalhista paralímpica, autora de três livros, inspiração para outras pessoas com incapacidade. Ela se aferra ao tempo inconveniente em um país onde a expectativa de vida das mulheres é de 83 anos. Perdendo a batalha contra a decadência física sem explodir de raiva. Submergida no paradoxo de que o mal que a destrói dia após dia foi também o detonador que a levou a lutar pela glória olímpica. “Vivi coisas que a maioria das pessoas só pode sonhar”, diz rejeitando as aborrecidas rotinas de trabalho das nove às cinco, como se auto convencesse de ter vivido a melhor das vidas possíveis.

Nas últimas semanas Vervoort passou mais tempo no hospital do que em casa. Da cama ao banheiro. Do banheiro à cama. Há um ano e meio treinava seis dias por semana na pista de atletismo, fazendo girar com todas as suas forças as rodas de sua cadeira com a medalha olímpica do Rio como objetivo. “Agora é totalmente diferente. A doença evolui muito, muito rápido e estou novamente no processo de eutanásia. Vou me decidir a fazê-lo. É impossível viver nessas condições”.

A atleta não acredita em vida após a dose letal, mas se preocupa por seu legado terminal. Guarda com ciúmes todos os artigos da imprensa publicados sobre ela para seu futuro museu. E quer que uma parte de suas cinzas fiquem em um monumento que lhe construirão em uma pista de atletismo e o que o restante seja espalhado nos penhascos de Lanzarote.

Essas compilações de papel e tinta, de jornais e revistas, rastros documentais de sua passagem pelo mundo, mostram que Marieke Vervoort levou, graças às suas vitórias, o esporte paralímpico na Bélgica ao primeiro plano da notícia, ele que era ignorado até seu surgimento. Outros depoimentos, os orais, circularão através dos que a conheceram. Entre seus relatos as medalhas olímpicas terão lugar privilegiado. Onde você estava quando isso aconteceu? “Eu escutei no rádio e gritei Meu Deus Marieke! Peguei o telefone e liguei para ela: Marieke! E ela me dizia: a ligação vai ficar muito cara! E respondi: não me importo!”, conta Annie de Roeck sobre o dia em que soube de sua conquista nos Jogos do Rio 2016. “Lembro que fiquei de pé quando ultrapassou a linha de chegada nas Paralimpíadas de Londres. Estava eufórica. Depois quis me sentar, mas com a euforia me esqueci que era uma cadeira dobrável. Caí no chão! Você não viu, né?”, lembra sua mãe, presente no estádio no dia em que ela conquistou a vitória no evento britânico.

Durante a narração, o sorriso de sua filha aumenta cada vez mais e seus olhos se fecham. A mãe fala em neerlandês, e as duas riem pela menção da imagem da mãe da campeã caindo no chão no Estádio Olímpico de Londres. Ao acabar, os olhos de Marieke voltam-se divertidos aos que a cercam. Está tão ávida por traduzir a história aos outros que parece tê-la escutado pela primeira vez. “Querem saber o que ela disse?”.


Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/18/deportes/1516302671_191155.html
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Equipa de basquetebol da APD Paredes recebeu 12 novas cadeiras de rodas
Equipamento custou cerca de 50 mil euros e foi custeado por beneméritos

Por Miguel Sousa -Jan 22, 20180


Fotografia: Câmara Municipal de Paredes

A secção de basquetebol da delegação de Paredes da Associação Portuguesa de Deficientes recebeu 12 novas cadeiras de rodas. A entrega aconteceu no âmbito da fase final de sub-18 masculinos e sub-19 femininos, prova organizada pela Associação de Basquetebol do Porto em colaboração com a Câmara de Paredes, que decorreu o Pavilhão Rota dos Móveis, em Lordelo, este fim-de-semana.

O equipamento custou cerca de 50 mil euros e foi comparticipado por vários patrocinadores e beneméritos da instituição, cuja equipa de basquetebol compete no campeonato nacional. Refira-se que a formação de basquetebol da APD Paredes tem vários atletas que integram a selecção nacional.

Ao Verdadeiro Olhar, Adão Barbosa realçou o apoio que a colectividade tem vindo a ter junto de várias instituições, parceiros e actores sociais que se reflectiu, agora, na atribuição destas cadeiras.

“Trata-se de um gesto que sensibiliza a direcção e os associados desta instituição, não apenas pela enorme disponibilidade dos nossos patrocinadores e beneméritos no sentido de nos apoiar em todas as nossas necessidades, como pela mensagem de grande simbolismo subjacente à entrega destes equipamentos. Trata-se de um acto não apenas de generosidade e amizade, mas sobretudo de confiança e vontade de estabelecer uma parceria e uma colaboração sólidas com a APD Paredes, que é manifestado quer por parte dos nossos patrocinadores, quer por parte das entidades públicas oficiais, como a Câmara Municipal de Paredes, que está a mostrar neste novo ciclo político uma disponibilidade muito interessante no sentido de se inteirar dos desafios e exigências da associação, postura que esperamos que se mantenha. Resumindo, estamos muito gratos por este apoio importantíssimo, e poucas são as palavras para agradecer este tão importante contributo”, disse.

“A ASSOCIAÇÃO NÃO TERIA CONDIÇÕES FINANCEIRAS PARA SUPORTAR OS CUSTOS DA AQUISIÇÃO DESTE EQUIPAMENTO”

Adão Barbosa reconheceu que a associação de “per si” não teria condições financeiras para suportar os custos da aquisição deste equipamento.

“Com efeito, a APD Paredes não teria condições financeiras para suportar os custos da aquisição deste equipamento. E é pela disponibilidade que, desde há vários anos a esta parte, vários dos grandes beneméritos desta associação sempre mostraram nos momentos certos, onde reside o motivo da homenagem feita no nosso jantar de Natal a estas pessoas. Personalidades como António Domingos Barros, Elias Barros, Francisco Ferreira, Humberto Santos, Manuel Fernando Rocha ou Mário da Silva Rocha mereceram e merecem todo o nosso reconhecimento, carinho, amizade e homenagem”, expressou.

Falando do jogo com o GDD Alcoitão, Adão Barbosa destacou que este foi mais um jogo disputado por uma equipa desportiva paredense com potencial e que tem atletas nos trabalhos da selecção nacional “que mereceriam um destaque muito maior por parte do concelho e da região”, frisou.

A equipa APD Paredes venceu a partida por 43 – 34.


Fonte: http://verdadeiroolhar.pt/2018/01/22/equipa-basquetebol-da-apd-paredes-recebeu-12-novas-cadeiras-rodas/
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Evento solidário vai ajudar menino de Valongo que precisa de cadeira de rodas adaptada
Rodrigo tem oito anos e uma doença ainda não diagnosticada. Sofre de hipotonia (falta de força muscular) que o impede de levar uma vida normal. Família gasta mais de 1.200 euros mensais só em fisioterapia e fraldas e precisa de ajuda para comprar nova cadeira de rodas

Por Fernanda Pinto -Jan 22, 20180
 

Foto: DR

A vida do pequeno Rodrigo Martins não tem sido fácil. Este menino de Valongo com necessidades especiais sofre de hipotonia (falta de força muscular) e continua a fazer exames para identificar a doença que lhe deixa dificuldades de locomoção e na fala e lhe causa desequilíbrio e falta de coordenação motora.

Também a família não tem tido uma vida facilitada. Todos os meses são precisos cerca de 1.200 euros para dar ao menino acesso aos tratamentos que lhe têm trazido melhorias e para a aquisição de fraldas.

Agora, também precisa de nova cadeira de rodas adaptada já que a que usa não está adaptada ao seu tamanho. O equipamento custa cerca de 5.000 euros.

Uma equipa de Valongo está a organizar um trail solidário de Carnaval para ajudar a angariar as verbas necessárias.


“ERA UM BEBÉ MUITO PARADO, QUE BRINCAVA POUCO”

Rodrigo era um bebé que, à primeira vista, não apresentava qualquer problema. Foi o primeiro (e até agora único) filho de Antónia (37 anos) e Luciano Martins (35). À terceira ida ao hospital, com dores, e depois de noites sem dormir, Antónia foi internada e recebeu a epidural. Mas o parto havia de acontecer só cerca de 18 horas depois, por cesariana, após uma tentativa frustrada de parto normal. “O menino foi retirado com ventosas e ficou com uma hemorragia na cabeça. Ficou três semanas internado no hospital”, conta a mãe, que até hoje acredita que o parto terá tido influência na doença que afecta o menino, sobretudo pelas lesões no cerebelo entretanto detectadas.

Aos seis meses já lhe tinha sido identificada a hipotonia e começou a fazer fisioterapia. “Era um bebé muito parado, que brincava pouco”, recorda Antónia Martins. Seguiram-se consultas atrás de consultas de várias especialidades. De Desenvolvimento, Neurologia, Neurogenética, Ortopedia, Nutrição, Pneumologia… Fizeram biópsias. Despistaram várias doenças.

Mas depois de oito anos de luta, o Rodrigo ainda não tem diagnóstico definitivo e continua a fazer vários exames, explica a mãe. Até agora não foi encontrada qualquer justificação genética ou metabólica para a situação que vive. A condição mais visível é a hipotonia, uma falta de tónus muscular que o deixa com dificuldades de locomoção e de executar qualquer tarefa do dia-a-dia. “E por volta dos três anos uma ressonância detectou alterações no cerebelo que provocam os desequilíbrios e a falta de coordenação motora, tanto grossa como fina. Tão cedo não vai conseguir escrever. Não consegue fazer coisas simples como encaixar cubos”, refere.

Apesar dos seus limites, o pequeno Rodrigo foi seguindo o percurso de qualquer criança. Ingressou na creche e, depois, na escola, embora integre uma turma de alunos com necessidades educativas especiais. Tudo isso foi sempre conciliado com muitas horas de fisioterapia, o que obrigou a mudanças na vida dos pais.

“O RODRIGO COM TRÊS ANOS NÃO SE SENTAVA, NÃO SEGURAVA A CABEÇA, NÃO GATINHAVA, NÃO FAZIA NADA. ELE VAI MUITAS VEZES A CHORAR PARA A FISIOTERAPIA. CUSTA-ME, MAS SEI QUE É PARA O BEM DELE”


Foto: DR
O único rendimento da família é o do pai, padeiro de profissão. A mãe (que era desenhadora/medidora) ainda tentou continuar a trabalhar durante o primeiro ano e meio de vida do filho, mas acabou por ter de deixar o emprego para acompanhar o menino. Faz apenas pequenos trabalhos artesanais para ajudar com as despesas.

E as facturas para pagar são muitas. Todos os meses são necessários cerca de 1.000 euros para os tratamentos de fisioterapia. “Chegou a fazer duas horas diárias de fisioterapia, de segunda-feira a sábado, que custa 30 euros à hora. Mas foi porque os meus pais e várias pessoas de Valongo ajudaram. E porque não tenho encargos com renda, ou não havia a mínima hipótese de frequentar estas terapias”, assume Antónia. “No mínimo, tem conseguido fazer cinco a seis horas por semana que é o que conseguimos pagar. Precisava de mais sessões, mas neste momento não temos ajudas. São cerca de 360 euros por semana”, salienta.

Antes, Rodrigo fazia, uma vez por semana, no Centro de Paralisia Cerebral do Porto, fisioterapia, terapia da fala e terapia ocupacional, mas “não era suficiente”, garante a mãe. Desde que começou a fazer fisioterapia nesta clínica da Maia, apesar dos custos, foram muitas as melhorias que os pais detectaram. “O Rodrigo com três anos não se sentava, não segurava a cabeça, não gatinhava, não fazia nada, apesar de fazer a terapia proporcionada pelo Estado não víamos melhoras. Depois de três meses de fisioterapia nesta clínica passou a sentar-se durante cinco minutos. Aos quatro anos e meio passou a sentar-se sozinho e a gatinhar. Vai fazendo tudo o que faz uma criança ‘normal’ mas nos seus próprios tempos”, conta.

Agora já consegue andar com um andarilho na escola e, na fisioterapia, já o consegue fazer com canadianas. “Estou cansada de pedir ajuda, mas sei que não posso desistir sob pena de ele não evoluir mais”, lamenta Antónia Martins. Até aos três anos também comia só alimentos líquidos porque não tinha capacidade de mastigação. Agora já ganhou algum tónus muscular nessa zona, “mas temos que estar sempre com atenção para que não se entale”, acrescenta.

Tudo isto foi conseguido á custa de muito esforço, do menino, dos fisioterapeutas e dos pais. “Ele vai muitas vezes a chorar para a fisioterapia. Custa-me, mas sei que é para o bem dele. Se não para já, para o futuro”, admite a progenitora.

Mas os custos não ficam por aí. Todos os anos o menino precisa de novas talas para os pés que custam cerca de 500 euros (e que têm que ser substituídas devido ao crescimento). A família tem ainda um custo fixo com fraldas, já que o Rodrigo não é autónomo nesse aspecto. “Só para fraldas são cerca de 40 euros por semana. Temos uma ajuda do centro de saúde de cerca de 30 euros mensais. Só comparticipam 1,24 euros por dia, o que é ridículo”, argumenta a mãe.

CADEIRA ADAPTADA CUSTA CERCA DE 5.000 EUROS


Foto: DR
Os dias dividem-se entre a escola e a fisioterapia. Muitas vezes chega a casa às 20h00.

As dificuldades estão também na fala. “Não diz mãe nem pai, diz ‘ma’ ou ‘pa’ e até aos quatro anos a única maneira de comunicar era com gritos e choro como um bebé”, explica. E é a própria mãe que, muitas vezes, no percurso de 20 quilómetros (ida e volta) até à fisioterapia e da clínica para casa tenta estimular ainda mais a aprendizagem, ensinando algumas palavras. “A fala está comprometida pela hipotonia geral. É inteligente e interage, noto que apreende tudo, mas não se consegue expressar bem”, afirma Antónia.

Face às suas dificuldades de locomoção – mesmo com os tratamentos não aguenta caminhar mais de meia hora seguida –, desde os três anos que o menino tem uma cadeira de rodas, oferecida pelo projecto Remax Solidária. Mas, como o menino cresceu, a cadeira já está pequena e não está adaptada às suas necessidades. Por isso, a família pediu uma ao Centro de Paralisia Cerebral do Porto para prescrever uma nova cadeira de rodas. O menino testou várias, para ver qual o melhor modelo, mas temem a demora na entrega do equipamento. É que, no caso de um triciclo adaptado, para um pedido feito no final de 2016, o mesmo só foi prescrito no final de 2017. “Se tivermos à espera do estado só daqui por um ano ou mais é que temos a cadeira”, lamenta, lembrando que o pedido foi feito há cerca de um ano. “Há muita gente em espera e a comparticipação demora”, admite a valonguense.

A cadeira de rodas, equipada com vários acessórios, custa cerca de 5.000 euros (4.976,17 euros) e vai trazer uma nova autonomia ao menino e à família.

Por isso, a família não podia ter ficado mais contente quando viu a possibilidade de ser organizada um evento solidário para ajudar a angariar os fundos necessários. Ao longo de todo o ano já procuram fazer outras actividades para angariar dinheiro para os tratamentos, como sorteios ou a venda de calendários e de produtos de artesanato na página “Juntos pelo Rodrigo Martins”, onde também podem ser acompanhados os tratamentos do menino.

“Temos que viver um dia de cada vez e não perder a esperança”, conclui Antónia Martins.

PROVA NÃO EXIGE INSCRIÇÃO E CADA PARTICIPANTE PODE CONTRIBUIR COM O VALOR QUE QUISER


Foto: DR
Esta não é a primeira vez que a KeMedo Running Team ajuda o Rodrigo com um evento solidário. “Já realizamos dois eventos e, como fazemos sempre uma prova solidária no Carnaval e soubemos que precisava da cadeira de rodas adaptada à sua idade e necessidade e resolvemos voltar a ajudar”, explica Hélder Gomes.

Juntamente com a LongusBike Bikestore vão realizar, no dia 13 de Fevereiro, dia de Carnaval, um Free Trail Solidário sem cariz competitivo, com o único objectivo de angariar verbas para este fim. “É 100% solidário. Não é precisa inscrição e cada um poderá dar o que quiser. No final vamos abrir as latinhas e o valor angariado será divulgado”, refere Hélder Gomes.

A prova contará com uma corrida de 14 quilómetros e uma caminhada de sete quilómetros.

Hélder Gomes espera que consigam angariar, pelo menos, o mesmo valor da última prova solidária, cerca de 2.500 euros, ainda que isso não chegue para pagar a cadeira de rodas. “Queremos angariar o máximo valor possível. Estamos a desafiar as equipas participantes a contribuir com um mínimo de 100 euros. Se isso acontecer poderemos angariar 3.000 euros”, antecipa um dos responsáveis pela organização. Pode saber mais sobre o evento aqui.

Fonte: http://verdadeiroolhar.pt/2018/01/22/evento-solidario-vai-ajudar-menino-valongo-precisa-cadeira-rodas-adaptada/
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Alexis Sanchez COMPLETES Manchester United transfer: Red Devils confirm deal


ALEXIS SANCHEZ has completed his transfer to Manchester United from Arsenal.

The Chile international moves to Old Trafford with Henrikh Mkhitaryan making a switch to the Gunners.

Sanchez flew to Manchester on a private jet to undergo his medical at the club’s Carrington training complex yesterday.

He has agreed a long term deal worth up to £500,000-a-week that includes a £20m signing on fee spread over the duration of his deal.

OUR MAN JEREMY CROSS ON ALEXIS SANCHEZ TO MANCHESTER UNITED AND HOW HE FITS IN

On joining United, Sanchez said: "I am thrilled to be joining the biggest club in the world. I have spent three-and-a-half wonderful years at Arsenal and I bring with me very positive memories of that great club and its fans.

"The chance to play in this historic stadium and to work with Jose Mourinho was something I could not turn down.

"I am very proud to be the first Chilean player ever to play for United’s first team and I hope I can show our fans all around the world why the club wanted to bring me here."

Sanchez, 29, will become the highest paid star in United’s history.

The Chilean international will also be handed the iconic No.7 shirt made famous by the likes of George Best, Eric Cantona and David Beckham.

United boss Jose Mourinho reckons landing Sanchez ahead of bitter rivals Manchester City is a major coup.

On completing the deal he said: "Alexis is one of the best attacking players in the world and he will complete our very young and talented group of attacking players.

"He will bring his ambition, drive and personality, qualities that make a Manchester United player and a player that makes the team stronger and the supporters proud of their club dimension and prestige.

"I would like to wish Henrikh all the success and happiness that I am sure he is going to get.

"He is a player that we will not forget, especially for his contribution to our Europa League victory."

Sanchez hinted at the move earlier today when he followed the Red Devils on Instagram.

He also posted video footage of himself boarding a flight to Manchester on Sunday.

The move was temporarily delayed earlier today as Sanchez needed to adjust his work permit.

Sanchez could now make his United debut on Friday night when Mourinho's side take on Yeovil in the FA Cup fourth round.

The 29-year-old is not cup-tied as he did not feature for Arsenal in their defeat to Nottingham Forest.

Sanchez has also hit out at former Gunners stars who have spoken on the transfer in an Instagram post.

He explained: "There are people (former club players) who have spoken with no knowledge of what happens inside the club and cause damage.

"I must say I always gave 100 per cent, until the last day, when I asked to the Mister to be in the team, because I wanted to be a contribution."

Daily Star Sunday
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Pierre-Emerick Aubameyang to Arsenal: Transfer to be completed in ‘two to three days’

PIERRE-EMERICK AUBAMEYANG will become an Arsenal player in the next two to three days, according to shock reports.

The Gunners are looking to add the Borussia Dortmund striker to their squad this month as they try and make it into the top four.

Aubameyang has been in fine form this season, netting 21 goals in all competitions.

RMC Sport claim the 28-year-old has agreed personal terms with Arsenal but the two clubs are negotiating a fee for the forward.

Aubameyang’s father has been in London over the last few days to try and push through the transfer.

The reports claim a deal will be struck in the next 48 to 72 hours.

Arsenal are looking to strengthen following the expected move of Alexis Sanchez to Manchester United.

The Gunners will receive Henrikh Mkhitaryan as part of the straight swap for the Chile ace.

But Arsene Wenger also wants to add Aubameyang to his ranks this month.

Dortmund are prepared to sell the striker who has been in disciplinary trouble with the club.

Aubameyang was left out of their Bundesliga clash with Hertha Berlin on Friday evening.

Germany World Cup winner Thomas Berthold says the forward will need to mature quickly if he wants to be a success in the Premier League.

He said: “For Arsenal, it is now a ­question of how they structure the handling of their players. Aubameyang presents a risk.

“They must have a code of behaviour for the team - both on the pitch and away from it - so that Aubameyang can carry out his profession with 100 per cent focus and not have anything in his head that can provide a distraction.

“The mentality in England is different. But, in Dortmund, it has been a problem.

“Aubameyang got used to a certain lifestyle with his ­escapades. He will have to adopt a different way at Arsenal. I hope they know his ­personality and how he works.

“I assume they do and they understand what he is about on the training pitch. If they don’t, his mentality won’t fit and it would be better that the deal doesn’t go ahead ­because, in my opinion, it would not work.”

Daily Star Sunday
7
Marco Silva sacked: Watford part company with manager and blame Everton

MARCO SILVA has been sacked by Watford after a poor run of Premier League form.

The Hornets suffered a 2-0 defeat to Leicester yesterday which proved to be the final game for the Portuguese.

And Watford appeared to have blamed Everton for their poor run of form under Silva.

The Toffees approached the 40-year-old after sacking Ronald Koeman earlier this season.

A statement from Watford on their website read: "Watford Football Club has parted company with Marco Silva.

"This has been a difficult decision and one not taken lightly. The Club is convinced the appointment of Silva was the right one and had it not been for the unwarranted approach by a Premier League rival for his services we would have continued to prosper under his leadership.

"The catalyst for this decision is that unwarranted approach, something which the Board believes has seen a significant deterioration in both focus and results to the point where the long-term future of Watford FC has been jeopardised.

"For the security and success of the football club, the Board believes it has to make a change.

"The Club will seek to make a swift appointment and there will be no further comment until that appointment has been made."

Watford are in terrible form and have won just once in their last nine top flight games.

After a good start to the season, the Hornets now sit in 10th, just five points clear of the relegation zone.

Watford return to action against Southampton next weekend in the FA Cup fourth round.

Their next Premier League game sees them face Stoke on transfer deadline day.

Daily Star Sunday
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Shocking photos emerge after horror lorry SMASH with car on UK motorway

THIS IS the harrowing aftermath of a car crash between a lorry and car leaving a woman with serious injuries.

The two vehicles collided earlier today on the M58 destroying the car and completely ripping its roof off.

Two women have been rushed to hospital, one of them with serious injuries.

Since the crash this morning, North West Motorway has released images of the devastating aftermath.

A blue car is left totally crumpled with broken glass and debris surrounding the demolished vehicle.

The crash occurred between junction five for Up Holland, West Lancs, and junction 26 of the M6, Orrell Interchange.

Along with the photos, cops said: "Both parties have now gone to hospital."

It forced the closure of the road, which has since reopened, following a clean up operation.

An ambulance spokeswoman said: "We were called to reports of a road traffic collision involving two vehicles.

"We sent two ambulances, one of our senior clinicians and the air ambulance to the scene.

"We have taken two patients to Aintree University Hospital by road ambulance.

"Both patients are female, one is seriously injured."

Daily Star Sunday
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Tesco in SHOCK plan to axe nearly 2,000 shop floor jobs in stores across UK

TESCO has announced a drastic plan to cut 1,700 shop floor jobs across its UK stores.

The supermarket giant is slashing hundreds of jobs to “simplify” the structure of its staff.

It will see the roles of customer experience manager, present in 226 stores, scrapped.

This will mean line managers will be handed more responsibility for customer service.

The people manager and compliance manager jobs will also be removed from large stores and fulfilment centres.

Tesco say the 1,700 colleagues affected by the move will be supported to find alternative roles within the business.

The supermarket, one of the famous “Big 4”, says 900 new roles with broader remits will be created working across multiple sites throughout distribution, stores and fulfilment.

Matt Davies, Tesco UK and ROI CEO, said: "These changes remove complexity and will deliver a simpler, more helpful experience for colleagues and customers.

"We recognise these are difficult changes to make but they are necessary to ensure our business remains competitive and set up for the future.

“Our priority now is to support affected colleagues through these changes in any way we can. We hope to retain as many colleagues as possible in the new roles we have created and in the vacancies we currently have available.”

The removal of the people manager role will impact 757 large stores.

Changes to compliance managers will hit 667 large stores and customer experience managers at 226 stores.

The news comes after a tough few months for the British High Street, with New Look set to close dozens of shops across the UK.

It came after Marks and Spencer and House of Fraser announced huge losses in sales, while Toys R Us revealed it is closing 26 stores in the UK.

And Thomas Cook is set to close 50 of its travel agents, while Lloyds Banking Group is shutting down a raft of Halifax, Bank of Scotland and Lloyds Bank branches.

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News / Newborn baby rushed to UK hospital after 'drinking Cow & Gate milk'
« Última mensagem por RoterTeufel em 22/01/2018, 18:54 »
Newborn baby rushed to UK hospital after 'drinking Cow & Gate milk'

COW & Gate has launched an investigation after a mum claimed her daughter fell ill after drinking its baby milk.

Mum Kelly Green says she was feeding her daughter Esme the baby milk when she noticed it was a mouldy green on December 18 last year.

The 21-year-old mum was then left terrified when Esme turned ill the next day and started projectile vomiting and suffering diarrhoea.

Kelly, from Newcastle, then called the NHS 111 helpline and was told to take her girl to a walk-in clinic.

But her worst fears were realised when doctors at the clinic then rushed Esme, now six-weeks-old, to hospital.

The tot was monitored with medics anxiously checking her blood pressure and temperature.

Kelly a full time mum from Newcastle-Upon-Tyne, said: "It was the worst thing in the world. I couldn't do anything for Esme.

"It was heartbreaking. I'm a first time mum and I was going out of my mind with worry.

"The doctors told me I had to try to keep giving her water because she was vomiting if we gave her milk.

"Medics were checking her blood pressure and her oxygen levels. Every two hours a consultant came to observe her and check her temperature.

"At first the doctors thought she had a viral infection but after doing tests they said it was the milk that had made her so poorly."

Fortunately Esme was discharged from hospital the next day and Kelly complained to Cow & Gate about the milk.

The firm has now launched an investigation into the incident.

A spokesman for Cow & Gate Milk said: "We were sorry to hear about Ms Green's experience.

“We always want our milks to reach parents in the best possible condition and we have asked Ms Green to return the bottle to us so that we can investigate.

"Our milks are made and packed in a highly controlled and hygienic environment and each bottle is thoroughly checked before leaving our factory.

“But, clearly Ms Green's experience was not satisfactory and we are committed to finding out if this happened in our factory.

“We will be keeping in touch with Ms Green as we investigate."

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