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Autor Tópico: Brasileiro de futebol em cadeira de rodas agita o Parque Olímpico  (Lida 227 vezes)

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Online SLB2010

Brasileiro de futebol em cadeira de rodas agita o Parque Olímpico

Campeonato nacional da modalidade, que sonha em entrar no programa esportivo na Paralimpíada de Paris-2024, está marcado para o próximo final de semana, na Arena 2
LANCE!
25 OUT   2017   


Uma modalidade que sonha em ter seu lugar no programa esportivo da Paralimpíada estará em ação em um dos legados da Rio-2016. Neste final de semana (dias 28 e 29), haverá a disputa do 6º Campeonato Brasileiro de futebol em cadeira de rodas, marcado para acontecer na Arena 2, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca.

O evento, de entrada franca, é de iniciativa da ABFC (Associação Brasileira de Futebol em Cadeira de Rodas) e visa à promoção da inclusão social através do esporte para pessoas com deficiência. A disputa reunirá quatro equipes: Clube Novo Ser Power Soccer (primeiro time de Futebol em Cadeira de Rodas da América Latina) do Rio de Janeiro (RJ); ADESUL - Noho Power Football, de Fortaleza (CE); Blue Angels Power Soccer de Rio Claro (SP); e o Rio de Janeiro Power Soccer (RJ).


Também conhecida como Power Soccer e com competidores de ambos os sexos, a modalidade espera entrar no programa paralímpico nos Jogos de Paris-2024. A ideia é que cerca de 100 atletas entrem em quadra na competição.

O atleta Darci Júnior vê o Brasileiro como uma forma excepcional para apresentar a modalidade e assim sonhar com voos mais altos.

- Esta competição no Brasil é muito importante porque mostra a seriedade com que o esporte é tratado, aumentando a chance de se tornar modalidade paraolímpica - afirmou.

O campeonato, reconhecido e patrocinado pela Federation Internacionale of Powerchair Futebol (FIPFA), também deve estimular o interesse de novos adeptos à prática da modalidade, que ainda sofre com a falta de apoio na promoção do esporte no Brasil.

Segundo o presidente da AGLO (Autoridade de Governança do Legado Olímpico), Paulo Márcio Mello, essa é mais uma atividade importante no calendário de eventos do Parque, uma vez que promove o esporte inclusivo.

- Toda ação de inclusão social é bem vinda. Especialmente aquela que traz benefícios específicos através do paradesporto, como por exemplo, o desenvolvimento de potencialidades físicas e sociais aos atletas com algum tipo de deficiência - explicou Mello.

Para o presidente da ABFC, Marcos Antônio Santos, a cessão da arena por parte da AGLO representa uma oportunidade de os atletas cadeirantes utilizarem o que há de mais moderno em termos de estrutura.

- Ter a chance de realizar nosso campeonato num lugar que entrou para a história do Rio e é referência no esporte é algo muito enriquecedor para qualquer atleta - comemorou Santos.

Como é o jogo

Disputado por duas equipes com oito jogadores (quatro em quadra, com três na linha e um no gol), o Power Soccer é dividido em dois tempos, de 20 minutos cada. A marcação é sempre entre dois atletas contra um, sendo que o terceiro não pode participar, devendo ficar a uma distância de três metros da bola.

A bola, aliás, tem uma particularidade - possui 33 cm de diâmetro, maior em comparação à oficial de futebol tradicional, que possui entre 21 e 22 cm. Não existe impedimento na modalidade e a cadeira de rodas motorizada não pode ultrapassar a velocidade de 10km/h.


Fonte: https://www.terra.com.br/esportes/lance/brasileiro-de-futebol-em-cadeira-de-rodas-agita-o-parque-olimpico,14a6adb9780fb59d564a30fcf4617256j4sdms9b.html
 

Online rui sopas

Campeonato de futebol de cadeira de rodas acontece no Rio em busca de reconhecimento
Diogo Dantas



No país do futebol, jogá-lo é desde cedo é um exercício de inclusão social. Do jeito que for. Até em cadeira de rodas. É assim que pessoas com tetraplegia, distrofia muscular, paralisia cerebral e outras deficiências graves transformaram o esporte popular em ferramenta. Neste fim de semana, a Arena 2 do Parque Olímpico do Rio recebe o sexto campeonato brasileiro da modalidade conhecida como Power Soccer.

Com entrada gratuita, os jogos vão das 9h às 16h. E são organizados pela Associação Brasileira de Futebol em Cadeira de Rodas (ABFC). O presidente da entidade, Marcos Santos, faz coro por mais investimentos, enquanto há luta em todo o mundo para que o esporte seja reconhecido pelo Comitê Paralímpico Internacional para os Jogos de 2024, em Paris. Atualmente, o Power Soccer é praticado em 27 países da América do Sul, do Norte, na Europa, na Ásia e na Oceania. Não na África, o que impede o reconhecimento. Com isso, o investimento nas cadeiras de roda, que chega a quase R$ 30 mil, é difícil.



—Nas modalidades paralímpicas reconhecidas existem investimentos do governo. Já, para nós, os investimentos vêm da própria ONG

ou de empresas de fora. É um custo muito alto para comprarmos as cadeiras de roda — explica Ricardo Gonzalez, tetraplégico, e um dos fundadores da ABFC.

No campeonato brasileiro competirão cinco times: Clube Novo Ser Power Soccer, Adesul – Noho Power Soccer, Blue Angels Power Soccer, Curitiba Power Soccer e o Rio de Janeiro Power Soccer.

Para o jogo fluir a regra é clara: a disputa precisa ser entre dois jogadores contra um, sem um terceiro jogador à três metros da bola.

Anjos da guarda são parte do time

Uma particularidade do Power Soccer é que, devido às deficiências, os jogadores precisam de auxílio de pessoas próximas para comparecer aos treinos e jogos. Diferente do futebol de 7, modalidade olímpica praticada por quem tem paralisia cerebral. Paulo Cruz já foi treinador da seleção brasileira de futebol de 7 e é desde março diretor do Clube Novo Ser Power Soccer, que já conquistou o campeonato. Ele conta que é muito importante que os “anjos da guarda” ajudem aos jogadores, e compara com a modalidade no qual fez carreira.

—Os atletas do futebol de 7 se deslocam sem ajuda, são autônomos. Já os jogadores do Power Soccer são dependentes para suas atividades. E isso impacta muito no treino —, conta Paulo.

Alguns, como Lucas Neves, 23 anos, se superam. O jogador do Novo Ser tem comprometimento motor e na fala. Mas é independente na questão de mobilidade e tem mais autonomia nos treinos.

Como funciona

Elenco unissex

Cada time tem quatro jogadores ou jogadoras em quadra, sendo um goleiro.

A Bola

A bola tem 33 cm de diâmetro, 1,5 vezes o tamanho de uma bola de futebol de campo.

O jogo

Cada partida tem 40 minutos, 20 cada tempo. O objetivo é fazer gols em uma baliza montada com duas traves.

A cadeira de rodas

A cadeira de rodas tem velocidade máxima de 10 km/h. E conta com um protetor para conduzir a bola.

Infrações

O jogador não pode deter a cadeira do oponente nem tocar a bola com a mão


Fonte: https://extra.globo.com/esporte/campeonato-de-futebol-de-cadeira-de-rodas-acontece-no-rio-em-busca-de-reconhecimento-22005026.html
 

 



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