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1
"Para: Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República Exmos. Srs. Deputados e Sras. Deputadas

Nós sabemos o que é ter uma deficiência. Sabemos o que é envelhecer com uma deficiência.

Sabemos nós e sabem aqueles que connosco convivem e os que estudam o envelhecimento das pessoas com deficiência, que o processo normal de envelhecimento é frequentemente complicado devido a uma vida inteira de mobilidade reduzida, pior estado geral de saúde, medicamentos, cirurgias, etc.

Sabemos que as pessoas que vivem e envelhecem com uma deficiência de longo prazo têm uma elevada prevalência de condições de saúde secundárias tais como: dor, cansaço ou fraqueza, depressão, perturbações do sono, problemas de memória e de atenção, problemas intestinais e urinários, úlceras de pressão, sobrepeso e obesidade, entre outras.

Sabemos o sobre esforço que fazemos para manter uma atividade profissional. O que custa ter de ultrapassar permanentemente as mais diversas barreiras, das barreiras arquitetónicas às barreiras atitudinais.

Sabemos como esse esforço afeta o nosso envelhecimento e como na maior parte das deficiências existe precocidade no envelhecimento, afetando mesmo em muitas patologias a esperança média de vida.

Justifica-se, tal como para algumas profissões consideradas de desgaste rápido, baixar a idade de reforma para todos aqueles que tiveram pelo menos 20 anos de trabalho, 15 dos quais correspondam a uma incapacidade igual ou superior a 60%.

Temos direito a gozar a reforma sem que as nossas incapacidades estejam de tal modo agravadas que nos impeçam fruir com alguma qualidade de vida esse tempo de recompensa por uma vida de trabalho.

Aproxima-se a discussão do Orçamento do Estado. Já por duas vezes foram recusadas propostas para a diminuição da idade de reforma para as pessoas com deficiência. Pensamos que é altura de se fazer justiça, apelando deste modo a que os partidos apresentem propostas neste sentido ou aprovem as propostas que forem apresentadas.

Apelamos a todas as pessoas com deficiência e a todas que reconhecem a justiça desta nossa reivindicação, que subscrevam este abaixo assinado.

Faça-se justiça!"

Link http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT90914
3
Olá Pessoal,

alguém sabe alguma novidade sobre este assunto? Isto está mesmo a funcionar?

Estou a pensar ingressar no Ensino Superior mas este financiamento seria essencial para tomar a decisão...

Obrigada

Boa noite amigo,


Se tiveres uma percentagem de deficiência acima de 60%, a DGES paga te o valor da propina da Universidade.  No site da DGES tens lá informação toda, é a bolsa para alunos com incapacidade. Tens é que estar inscrito numa Universidade, ter o atestado de deficiência, e não ter dívidas à segurança social nem as finanças (pedem o comprovativo), eu nas plataformas digitais tirei os comprovativos. O mal desta bolsa, é que demora cerca de 2 meses mais ou menos a ser atribuída. Quanto atribuída, é toda por inteiro. Se houver compressão da faculdade, não cobram custos até receber a bolsa, se não houver, tem que se pagar até receber a bolsa. É o único mal, mas ai depende de cada estabelecimento. Principalmente no privado essa compressão é pior....

Qualquer dúvida, força.

Abraço.
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Educação Especial e Inclusiva / Re: ISENÇÃO DE PROPINAS NO ENSINO SUPERIOR
« Última mensagem por AREZ em 19/10/2018, 21:36 »
Olá Pessoal,

alguém sabe alguma novidade sobre este assunto? Isto está mesmo a funcionar?

Estou a pensar ingressar no Ensino Superior mas este financiamento seria essencial para tomar a decisão...

Obrigada

Olá Ferinha

Não estou por dentro desse assunto.. Então e como vão as coisas já se sente melhor?

Bom fim de semana
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Noticias / Re: AINDA A PRESTAÇÃO SOCIAL PARA A INCLUSÃO
« Última mensagem por AREZ em 19/10/2018, 21:30 »
Fui  à loja da Frustração (Cidadão), e dizem como já recebo o componente base, não há direito a pedir mais nada LOLOLOLOL. Irei falar com a minha assistente social dado que isto francamente só veio disparatar os serviços. :hum:

hyperrush


Você não sabia preencher o campo 3 do requerimento e eu aconselhei-o a ir à segurança social e então chegou lá e não aceitaram o requerimento do complemento com que fundamento?

Oiça isto nem tem assistente social se a loja está munida com os serviços da segurança social teem de aceitar o seu requerimento e não devia ter saído sem chamar o responsável dessa administrativa e apresentar ainda queixa por escrito no livro de reclamações identificando a mesma funcionária e forçar a entrega do requerimento.

Caso façam muito alarido chama as autoridades.

Ora que esta é boa realmente
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Apresentações & Regras / Bem vindo Magalhães
« Última mensagem por Neo em 19/10/2018, 15:04 »
Bem-Vindo Magalhães ao Deficiente-Forum.  

Agradecemos a tua inscrição no nosso Fórum e esperamos poder ajuda-lo no que for preciso, também esperamos poder aprender muito com a sua sabedoria e disponibilidade para o que seja necessário.

Faça agora sua apresentação neste post.

Obrigado
A Administração
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Noticias / Re: AINDA A PRESTAÇÃO SOCIAL PARA A INCLUSÃO
« Última mensagem por hyperrush em 19/10/2018, 13:44 »
Fui  à loja da Frustração (Cidadão), e dizem como já recebo o componente base, não há direito a pedir mais nada LOLOLOLOL. Irei falar com a minha assistente social dado que isto francamente só veio disparatar os serviços. :hum:
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Educação Especial e Inclusiva / Re: ISENÇÃO DE PROPINAS NO ENSINO SUPERIOR
« Última mensagem por Ferinha em 19/10/2018, 13:03 »
Olá Pessoal,

alguém sabe alguma novidade sobre este assunto? Isto está mesmo a funcionar?

Estou a pensar ingressar no Ensino Superior mas este financiamento seria essencial para tomar a decisão...

Obrigada
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Participação das pessoas com deficiência na atividade política é uma necessidade


As pessoas com deficiência, uma parte substancial da população, continuam a confrontar-se com inúmeros obstáculos sendo-lhes dificultado ou mesmo impedido o exercício de uma cidadania ativa.

17 de Outubro, 2018 - 22:06h

Jorge Falcato

A possibilidade de todos os cidadãos participarem ativamente na vida política é um princípio básico de qualquer sociedade democrática.

Impedir ou limitar esse direito à participação é próprio de ditaduras e regimes autoritários.

Regimes que de certeza todos repudiamos. No entanto, o que verificamos é que em países que todos consideramos democráticos não está assegurado às pessoas com deficiência o direito à participação na vida política. As pessoas com deficiência, uma parte substancial da população, continuam a confrontar-se com inúmeros obstáculos sendo-lhes dificultado ou mesmo impedido o exercício de uma cidadania ativa.

Antes de mais, devo dizer que considero que a participação das pessoas com deficiência na atividade política não é só um direito mas também uma necessidade e um dever.

Se defendemos o modelo social de deficiência, um modelo que se baseia nos direitos humanos, e acreditamos que a deficiência é uma construção social e que a exclusão a que estamos sujeitos resulta da forma como se organiza a sociedade, a única solução que temos para melhorar as condições de vida das pessoas com deficiência é através da alteração da sociedade, da promoção de alterações sociais e isso só se alcança através da intervenção política

Por isso, quando falamos de participação política temos de começar por falar de nós e da necessidade de aumentar a participação e politizar o ativismo das pessoas com deficiência.

Para que exista um aumento da participação das pessoas com deficiência, para além da eliminação de obstáculos e práticas negativas de que falarei mais adiante, será necessário, na minha opinião, termos consciência da situação de opressão e discriminação social em que vivemos. É dessa consciência que nasce a vontade de agir e participar na ação política.

Para atingir este objetivo será necessário acabar com efeitos nefastos e paralisantes do paternalismo e das políticas assistencialistas a que estão sujeitas muitas pessoas com deficiência.

No entanto, todos sabemos que não basta o desejo de participar, é necessário ter condições para o fazer.

Quando falamos na participação política é frequente restringirmos à oportunidade de exercer o direito de voto. Mas a participação política é e terá de ser muito mais do que isso.

É poder participar nos movimentos cívicos, nas associações de pessoas com deficiência, nos partidos. É ser envolvido pelos governos na discussão das políticas que nos afetam. É ter acesso à informação. É haver transportes e um meio ambiente acessível.

É mesmo muito mais do que conseguir meter um boletim de voto numa urna, como é referido, aliás, no artº 29º da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com deficiência, que recordo foi subscrita pela União Europeia já lá vão 11 anos, os Estados partes não só têm de assegurar todas as condições necessárias ao exercício do direito de voto, mas também promover “activamente um ambiente em que as pessoas com deficiência possam participar efectiva e plenamente na condução dos assuntos públicos, sem discriminação e em condições de igualdade com os demais e encorajar a sua participação nos assuntos públicos”

São muitos os obstáculos a remover para que este artigo da Convenção se torne realidade.

Embora a maioria dos estados que integram a união europeia tenham ratificado esta convenção, 21 dos 28 estados mantinham ainda em 2014 algumas restrições jurídicas ao direito de voto. O principal problema prende‑se com a negação do direito de eleger ou ser eleito a pessoas privadas de capacidade jurídica. Na maioria dos Estados-Membros, uma pessoa que é alvo de uma decisão privativa da sua capacidade jurídica fica automaticamente impedida de votar. Uma clara violação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

Também ao nível da acessibilidade nem tudo está bem. Embora a maioria dos estados disponham de normas em matéria de acessibilidade e cerca de metade até tem normas sobre a acessibilidade das secções de voto, continuam a existir demasiadas situações em que não são asseguradas condições de acessibilidade que assegurem o direito da pessoa com deficiência a votar autonomamente. É ainda de referir que as normas existentes são na sua maioria dirigidas às pessoas com deficiência motora esquecendo as necessidades de pessoas com outro tipo de deficiência.

O acesso à informação, condição indispensável para qualquer pessoa se envolver, é particularmente difícil para as pessoas surdas, mas também as pessoas cegas têm dificuldade na navegação na internet dado o incumprimento das normas de acessibilidade existentes, ou ainda as pessoas com algum perfil neurocognitivo atipico / divergente a quem não é facultada informação acessível que cumpra as regras da leitura fácil, por ex. Sem acesso à informação é impossível haver uma participação esclarecida ou, mesmo, motivação para a participação.

Neste caso as responsabilidades não são unicamente dos estados ou das empresas de comunicação social. Os partidos políticos, que são os principais emissores da comunicação política, têm de ter a preocupação de prever não só a acessibilidade aos materiais e ações de campanha, mas também criar as condições necessárias às pessoas com deficiência para participarem na definição das políticas que propõem e na militância partidária.

O envolvimento das pessoas com deficiência na definição das políticas nacionais e europeias é fundamental e também decorre dos compromissos assumidos pelos estados e pela união europeia ao ratificarem a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. É uma obrigação do poder político ouvir as organizações representativas na definição de políticas que afetem as pessoas com deficiência. Não só ouvir. A opinião destas organizações tem de se refletir nas políticas em análise.

O velho slogan “nada sobre nós sem nós” não pode ser só uma frase bonita, tem de ter consequências práticas.



Fonte: Esquerda Net
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Governo Regional reforça apoios para o Desporto Adaptado já em 2018/2019

PAULO VIEIRA LOPES / MADEIRA / 17 OUT 2018 / 16:01 H.


Foto SRE

A Madeira passará a contar já na época 2018/2019 com um reforço no apoio às iniciativas que envolvem o Desporto Adaptado.

A notícia foi confirmada pelo Director Regional da Juventude e Desporto, David Gome, por ocasião da apresentação pública da Taça do Mundo de Paratriatlo e Taça da Europa de Triatlo que se realiza nos próximos dias 27 e 28 de Outubro na cidade do Funchal.

“Posso afirmar que o PRAD (Plano Regional de Apoio ao Desporto) para 2018/2019 irá majorar os apoios às iniciativas que envolvam o desporto adaptada. A Madeira cada vez mais, está mais sensibilizada para o desporto adaptado, ou paralímpico sendo um grande pólo em termos internacionais na realização de competição a grande escala assim como em iniciativas formativas relacionadas com esta realidade.”

De referir que no dia 28 de Outubro a Madeira servirá de palco, pela primeira vez de uma prova internacional de paratriatlo, desta feita a oitava e derradeira etapa da Taça do Mundo de 2018. Para além da competição, a Região irá ainda acolher um programa de acções formativas da Federação Internacional de Triatlo com especial destaque para o seminário internacional de formação de classificadores de Paratriatlo, assim como a formação para classificação internacional de Paratriatletas Estas acções irão decorrer entre os dias 24 a 27 de Outubro no Casino Pestana.


Fonte: http://www.dnoticias.pt/desporto/governo-regional-reforca-apoios-para-o-desporto-adaptado-ja-em-2018-2019-AI3831604#
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