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Justin Gallegos é o primeiro atleta com paralisia cerebral a assinar pela Nike

Em abril, Justin Gallegos completou a sua primeira meia maratona em 2:03:49 e sonha quebrar a marca de duas horas em meia maratona.

Isaura Almeida
11 Outubro 2018 — 18:13



Justin Gallegos, jovem atleta, membro da equipa de atletismo da Universidade de Oregon, assinou um contrato com a Nike. Até aqui tudo bem. A grande novidade é que Gallegos nasceu com paralisia cerebral, tornando-se assim no primeiro atleta com esta doença a receber um contrato da empresa multinacional de equipamentos desportivos.

"Este foi provavelmente o momento mais emocionante nos meus sete anos de corrida. Ao crescer com uma deficiência, o pensamento de me tornar um atleta profissional é como o de pensar em escalar o Monte Evereste. É possível, mas as probabilidades não estão definitivamente a teu favor. Trabalho árduo recompensa", escreveu o atleta na legenda da fotografia, em que parece assinar um contrato, que publicou no Instagram.


A 6 de outubro, a nike assinalou o dia mundial da paralisia cerebral com um vídeo do momento em que Justin recebeu a notícia por parte de John Douglass, funcionário da marca, e explodiu de alegria. "Passei por muito para chegar até aqui! Já fui um miúdo com cintas nas pernas que mal conseguia andar! Agora acabei de assinar um contrato com a Nike Running!", contou o atleta que um dia quer bater o recorde do mundo da maratona e mostrar que a deficiência não impõe limites.


De acordo com a revista Running Magazine, Gallegos usava um andador quando era criança, depois começou a fazer fisioterapia para andar melhor e acabou a correr. A sua história de vida chamou a atenção da Nike, a quem ajudou a a desenvolver um ténis para corredores com deficiências - o FlyEase - com fecho no calcanhar para facilitar a entrada e saída do pé.

Agora ganhou um contrato profissional com a marca desportiva

Em abril, Justin Gallegos completou a sua primeira meia maratona em 2:03:49 e sonha quebrar a marca de duas horas em meia maratona.


Fonte: https://www.dn.pt/desportos/interior/justin-gallegos-e-o-primeiro-atleta-com-paralisia-cerebral-a-assinar-pela-nike-9986538.html
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Apresentações & Regras / Bem vindo sadasred
« Última mensagem por Neo em 12/10/2018, 15:33 »
Bem-Vindo sadasred ao Deficiente-Forum.  

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Obrigado
A Administração
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concordo plenamente com o Arez que é uma medida apalhaçada e que o governo enganou o pessoal com histórias e mais histórias.

como disse primeiro, é preciso viver em pobreza extrema para ter direito.

nas próximas legislativas hei-de votar de acordo como me enganaram.

cumprimentos.
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bons dias.

o limiar do complemento com um agregado de dois adultos seria à volta de 9000 euros (por exemplo, 5175*1,7).



2 adultos teriam pelas suas continhas que auferir mensalmente uns chorudos € 375 euros mensais. Depois ainda levam com a ripada do que não pode ser contabilizado.

ai ai deixai-me usufruir da minha hora de almoço.


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Construtores condenados por queda de muro que deixou mulher paraplégica

Incidente ocorreu em 2012, no Parque Ribeirinho de Vila Nova da Barquinha, Santarém

2018-10-11 12:20   / JFP
       


Os responsáveis pela construção de um muro que derrocou em 2012 no Parque Ribeirinho de Vila Nova da Barquinha, ferindo um casal e deixando a mulher paraplégica, foram condenados a penas suspensas e multas pelo Tribunal do Entroncamento.

Em comunicado, a Procuradoria da Comarca de Santarém afirma que o juízo local de competência genérica do Entroncamento proferiu quarta-feira a sentença, condenando o empreiteiro e o subempreiteiro da obra e os respetivos administradores.

A sociedade subempreiteira foi condenada a uma multa de 81.000 euros e o seu administrador a uma pena de dois anos e quatro meses de prisão, suspensa na condição de pagar 15.000 euros a uma instituição particular de solidariedade social (IPSS) do distrito de Santarém.

A sociedade empreiteira foi condenada a uma multa de 26.000 euros e o seu administrador a uma pena de um ano e cinco meses de prisão, suspensa na condição de pagar 7.000 euros a uma IPSS do distrito de Santarém.

Em causa estava um crime de infração de regras de construção agravado pelo resultado: ofensas à integridade física graves, afirma a nota.

Os factos ocorreram em junho de 2012, no Parque Ribeirinho de Vila Nova da Barquinha (distrito de Santarém), no decorrer da Feira do Tejo, “quando um murete em alvenaria instalado na retaguarda de um quadro elétrico tombou e atingiu um casal que ali se encontrava numa tasquinha dos Bombeiros Voluntários”.

“A vítima do sexo feminino ficou paraplégica, com uma incapacidade permanente de 75%”, afirma o Ministério Público, adiantando que as penas deram provimento às que tinha requerido em sede de alegações.


As vítimas já tinham sido indemnizadas anteriormente, acrescenta.

O Ministério Público realça a “elevada complexidade técnica” do processo, “quer pela matéria em causa, quer pela junção de questões de natureza cível e criminal, sendo constituído por 16 volumes”.

A investigação foi dirigida e desenvolvida pelo Ministério Público através da secção do Departamento de Investigação e Ação Penal do Entroncamento e contou com a colaboração do Laboratório Nacional de Engenharia Civil na realização de uma perícia técnica, na fase de inquérito, seguindo-se-lhe instrução, não tendo a sentença agora proferida ainda transitado em julgado.

Fonte: TVI24
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bons dias.

é só para dizer que o limiar do complemento se calcula parecido com o complemento solidário para idosos. ou seja, multiplica-se o limiar de rendimento pela escala de equivalência. como tinham perguntado um agregado de 6000 euros eu falei que teria direito porque o limiar do complemento com um agregado de dois adultos seria à volta de 9000 euros (por exemplo, 5175*1,7).

mas sim, o requerente tem de estar abaixo dos 5175. mas quanto maior o agregado, maior o limiar. no fundo vai dar ao mesmo do que quando se faz a capitação de rendimentos para o agregado, só que fazem os cálculos de outra forma.

sem querer chatear ninguém, cumprimentos.
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Metade dos portugueses tem doenças reumáticas, mas maioria confunde-as com dores nas costas
12 out 2018 07:45
Nuno de Noronha
 
Os sintomas das espondilartrites - uma doença inflamatória reumática - são comummente confundidos com dores nas costas (lombalgias) comuns, o que leva muitas pessoas a não procurarem ajuda médica, alertam os médicos da Sociedade Portuguesa de Reumatologia.
Metade dos portugueses tem doenças reumáticas, mas maioria confunde-as com dores nas costas



"Embora haja um número relativamente elevado de pessoas com patologias do foro músculo-esquelético, nomeadamente espondilartrite, a verdade é que os portugueses não têm ainda consciência dos sinais e das suas manifestações clínicas", começam por alertar os médicos reumatologistas da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) em comunicado.
Os 10 melhores e piores desportos para a coluna vertebral

Para estes especialistas, esta realidade leva a que existam muitos casos subdiagnosticados de doenças reumáticas e, por conseguinte, de doentes que não estão a receber nenhum tipo de cuidados médicos.


Segundo o presidente da Sociedade Portuguesa de Reumatologia, o médico José Canas da Silva, "o tempo até ao diagnóstico das doenças reumáticas ainda é dos mais altos da Europa", sendo que "em certas zonas do país, o acesso à especialidade encontra-se limitado".

No entanto, cerca de metade dos portugueses não tem acesso a reumatologista nos hospitais públicos, havendo apenas cinco unidades do Serviço Nacional de Saúde com o quadro completo de especialistas.
Várias doenças que são do foro reumatológico

Entre as várias doenças reumatológicas confundidas com dores nas costas, José Canas da Silva destaca as espondilartrites. "As espondilartrites constituem um grupo de doenças reumáticas de natureza inflamatória e crónica que partilham características clínicas e genéticas entre si. As espondilartrites afetam sobretudo a coluna vertebral e a região sacroilíaca, podendo ocorrer também atingimento periférico manifesto por dor e inflamação em articulações sobretudo nos membros inferiores", explica o reumatologista.

"De igual forma as inserções dos ligamentos e tendões podem estar envolvidos, por exemplo, causando inflamação do tendão de Aquiles e fascia plantar ao nível do calcanhar. Este grupo de doenças engloba a artrite reativa, a artrite psoriática, as artrites relacionadas com inflamação do intestino e a espondilite anquilosante, esta última considerada paradigma das espondilartrites", acrescenta.

O médico alerta ainda que as espondilartrites são ainda responsáveis, anualmente, por inúmeras baixas médicas e até reformas antecipadas - muitas vezes por falta de diagnóstico e tratamento adequado. Estas doenças, quando não tratadas, causam dor crónica e podem originar incapacidade física irreversível.


O "Estudo Epidemiológico de Doenças Reumáticas em Portugal - EpiReumaPt" mostrou que cerca de metade dos portugueses sofre de, pelo menos, uma doença reumática e que estas enfermidades são as que mais influenciam a nossa qualidade de vida.

Nos países desenvolvidos, as doenças reumáticas são o grupo de patologias mais frequentes, estando associadas a um elevado nível de incapacidade funcional e laboral, com fortes repercussões socioeconómicas, dado que podem ocorrer em qualquer faixa etária, incluindo crianças e adultos jovens.

Apesar do seu início precoce ser frequente, as doenças reumáticas são crónicas e, por isso, a sua prevalência aumenta inexoravelmente com o envelhecimento da população. Desta forma, a SPR prevê um aumento do número de casos que originará um acréscimo de disfuncionalidade numa faixa da população que já tem incapacidade relacionada com a idade e com outras comorbilidades crónicas. Este facto tem um peso muito importante se pensarmos em doenças muito frequentes como a osteoartrose e a osteoporose.


Fonte: Sapo
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Apresentações & Regras / Bem vindo srsrodrigues
« Última mensagem por Neo em 12/10/2018, 07:14 »
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A Administração
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dependem. se fizeres as contas ao que a ministra disse para um agregado de 4 elementos que o progenitor ganharia 800 euros e que o requerente teria direito a um complemento de 78 euros...

 então o rendimento do agregado per capita seria à volta de 400 (corrigido) euros mensais, e a psi componente base do requerente contaria à volta de 90%.

é como estou a entender as contas.

 por isso depende também da composição do agregado. no caso dos 6000 euros , se houver dois adultos no agregado penso que teria direito.

Sr. Jose

Mas quais € 6000.00 , Consideram-se em situação de carência ou insuficiência económica os titulares da Prestação Social para a Inclusão que tenham rendimentos de referência anuais inferiores a 5.175,82 €.

Há lugar ao pagamento do Complemento, quando a soma dos rendimentos dos elementos do agregado familiar for inferior ao valor desse limiar.
Nas demais situações, o montante do Complemento é zero e não há lugar ao pagamento desta componente.
O montante do Complemento resulta da diferença entre valor do Limiar do Complemento e a soma dos rendimentos do agregado familiar, tendo um montante máximo de 431,32 euros por mês (valor de referência do Complemento em 2018).

Nas suas contas depois não se esqueça dos demais rendimentos que entram para o cálculo de todo o agregado familiar qie são:

Rendimentos a considerar para cálculo do complemento:
O rendimento de referência a considerar para cálculo do complemento corresponde à soma dos rendimentos do agregado familiar do titular. Sendo consideradas as seguintes categorias de rendimentos:
1. Rendimentos de trabalho dependente;
2. Rendimentos empresariais e profissionais;
3. Rendimentos de capitais;
4. Rendimentos prediais;
5. Pensões;
6. Prestações sociais;
7. Percentagem do valor da componente base.

Sabe que a Sra secretaria de Estado falou o que toda a gente queria ouvir...políticos

Para terminar já lhe disse para apresentar o requerimento e aguardar é o mais assertivo.



Tem aqui toda a materia que eu publiquei : https://www.deficiente-forum.com/noticias/t83308/


Cumprimentos

Arez
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