iacess

ergometrica

Ortopedia Moderna

Anuncie Aqui

mobilitec
Stannah Mobilidade S.A

Autopedico

Invacare

Pros Avos

Ortopediareal
myservice

Tecnomobile

TotalMobility

Multihortos

Drive Mobility

Últimas Mensagens

Páginas: 1 2 [3] 4 5 ... 10
21
Outros / Desporto como meio de inclusão
« Última mensagem por rui sopas em 22/08/2019, 11:41 »
Desporto como meio de inclusão

    Opinião | 20/08/2019 08:43

A realização à escala mundial de eventos desportivos direcionados para pessoas com deficiência, a presença de atletas Madeirenses e a conquista de Medalhas nos Jogos Paralímpicos, Campeonatos do Mundo e recentemente no Campeonato da Europa de Atletismo para atletas com síndrome down, é o corolário do trabalho desenvolvido na concretização do sonho de toda uma equipa, fruto da implementação da política do Governo Regional em matéria de apoios ao desporto, mormente, ao desporto para pessoas com deficiência na Região Autónoma da Madeira.

No histórico da Educação Especial na Madeira as atividades desportivas são, desde os primórdios, uma realidade que se constatou quer nas suas formas mais recreativas: nas aulas de Educação Física; na terapia; na Alta Competição; e no desporto para pessoas com deficiência que na Madeira tem sido um fenómeno de grande importância para toda a comunidade.

A luta por uma sociedade inclusiva passa por derrubar preconceitos e mitos que ainda permeiam a questão da deficiência. A prática regular de uma atividade física leva à promoção da saúde, propicia uma excelente melhoria na qualidade de vida do indivíduo e favorece a auto-imagem, contribuindo para a inclusão das pessoas com deficiência na comunidade.

O desporto é um importante meio de integração, plena do reconhecimento das capacidades e de enorme contributo que as pessoas com deficiência podem dar neste âmbito, que permite à pessoa com deficiência demonstrar a si próprio e à sociedade que deficiência não é sinónimo de invalidez.

Pelo seu caráter universal e massificante, o desporto torna-se um excelente veículo e instrumento para dar visibilidade às pessoas com deficiência e contribuir para a reconstrução do seu Ser, ajudar a passar do cidadão com deficiência e incapacidade para a pessoa com capacidades e potencialidades, criando a oportunidade para se tornar um símbolo um ídolo como são os atletas paralímpicos.

É importante que não seja apenas a pessoa com deficiência a adaptar-se à sociedade, mas também a sociedade a se adaptar à pessoa com deficiência. A par da legislação, também as pessoas sem deficiência deverão aceitar e viver em igualdade de oportunidades.

Assim sendo, o desporto acaba por se tornar numa forma de alerta para que as pessoas sem deficiência foquem a sua atenção nas capacidades e habilidades que as pessoas com deficiência conseguem fazer.

O desporto muda a pessoa com deficiência de forma muito profunda, permite fazer escolhas e correr riscos iniciais para uns e, aumentar a auto-confiança com a aquisição gradual de habilidades, para outros. Proporciona ainda oportunidades para que as pessoas com deficiência desenvolvam habilidades sociais, façam amizades fora do contexto familiar ou institucional, adquiram responsabilidade e independência, e assumam papéis de liderança.

O desporto é sem dúvida um dos meios mais prometedores para quem acredita na prevenção na reabilitação e inclusão social. Por isso há que apostar cada vez mais no desenvolvimento da motricidade humana, o desporto tem assim o mérito de enaltecer as capacidades dos indivíduos e não as suas dificuldades, vincando as potencialidades de cada um.

Este é um exemplo de persistência, que pode e deve ser seguido, não apenas por uns, mas por todos nós. E o Governo Regional apoiou a causa. Investiu no desporto para pessoas com deficiência quer ao nível dos Praticantes de Elevado Potencial, quer ao nível dos recursos humanos qualificados e das infraestruturas desportivas acessíveis às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.


Direitos: https://www.jm-madeira.pt/opinioes/ver/2825/Desporto_como_meio_de_inclusao
22
Organização diz que, nos níveis atuais, os químicos presentes nos microplásticos da água que ingerimos não constituem risco. Mas alerta: é preciso mais investigação e pôr fim à poluição.



Um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado esta quinta-feira diz que não há prova de que os microplásticos encontrados na água da torneira, na água engarrafada ou nas fontes de ambas constituam perigo para a saúde humana. Ainda assim, a OMS deixa uma ressalva: é preciso aprofundar a investigação.

"Com base na informação que temos, os microplásticos presentes na água que bebemos não constituem um risco para a saúde nos níveis em que se encontram. Mas temos de investigar mais. Também temos de parar o aumento da poluição de plástico no mundo”, alerta Maria Neira, diretora do departamento de saúde pública da OMS.

A poluição causada pelo plástico é um dos grandes problemas do século XXI e a contaminação com microplásticos já chegou, inclusive, ao Ártico. E o plástico vai mesmo continuar a poluir a Terra: o estudo mostra que, até 2025, a produção deste material vai duplicar.

Os microplásticos maiores —  os que têm mais de 150 mícrons, o mesmo diâmetro de um cabelo — são os menos perigosos. Porquê? Não são absorvidos pelo nosso corpo, enquanto as partículas mais pequenas podem transpor a parede digestiva e ficar presas no organismo. Ainda assim, os cientistas dizem que a acumulação deste tipo de partículas em quantidades elevadas é improvável.

A OMS frisa ainda que os dados sobre a presença de microplásticos na água potável são atualmente limitados e de difícil análise, uma vez que há poucos estudos confiáveis e que estes são difíceis de comparar.

“A conclusão geral é que os consumidores (de água) não devem ficar demasiado preocupados”, disse um dos autores do estudo, Bruce Gordon. Em conferência de imprensa, Gordon diz que, neste estudo, a análise dos riscos para a saúde relacionados com os microplásticos se concentrou em três pontos: o risco de ingestão, os riscos químicos e os riscos relacionados com a presença de bactérias aglomeradas (biofilme).

Bruce Gordon também sublinha que o nível de perigo atual é baixo, mas alerta: “Não podemos afirmar que não vai haver risco no futuro”. Se as emissões de plástico continuarem ao ritmo atual, os microplásticos podem apresentar riscos generalizados para os ecossistemas aquáticos e para a saúde humana no espaço de um século.

E como preparar o futuro para evitar estes riscos? Gordon aponta metas e objetivos: reduzir a poluição do plástico com o corte dos plásticos de uso único, promover a reciclagem e usar materiais alternativos. Os especialistas realçam também a importância do tratamento de efluentes (fecais e químicos) que permita remover mais de 90% dos microplásticos presentes nas águas.

fonte: https://observador.pt/2019/08/22/microplasticos-presentes-na-agua-que-bebemos-nao-sao-perigo-para-a-saude-diz-estudo-da-oms/
23


Ao longo dos últimos anos, várias pessoas da aldeia de Vila do Conde, no concelho de Vila Pouca de Aguiar, têm-se juntado para uma apanha de batata solidária que ajuda o centro social e comunitário local.

Este ano não foi exceção, e no sábado, cerca de 40 voluntários, colheram mais de três toneladas de batatas, destinadas à cozinha do Centro Social e Comunitário de Nossa Senhora de Fátima. Esta instituição ajuda 20 utentes, entre idosos, pessoas com deficiência ou beneficiários do Rendimento Social de Inserção.

Segundo o presidente da instituição, José Diegas, “esta foi uma das medidas tomadas para ultrapassar as dificuldades do centro social que funciona desde 2016 e, apesar dos pedidos, não tem acordos com a Segurança Social.”

A apanha de batata solidária começou com Carmi Sousa, um emigrante reformado no Luxemburgo que regressou a Portugal. Além de disponibilizar os seus terrenos, este emigrante compra a batata para semear e trata da horta, de onde vão sair também, em setembro, vários quilos de cebolas.

Com o passar dos anos o número de voluntários também vai crescendo. “O ano passado tivemos cerca de 25 pessoas e este ano foram mais de 40”, apontou José Diegas.

Além da apanha de batata, este centro social e comunitário, que funciona desde 2016, conta ainda com a ajuda de várias pessoas da aldeia, que assim são um grande apoio para o Centro.

fonte: https://www.avozdetrasosmontes.pt/noticia/23221
24
Presidente da associação explica que não têm capacidade para investir, como estava planeado, e que precisam de dinheiro para o trabalho de apoio a cidadãos com deficiência e necessidades especiais.

A Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã (ARCIL) pôs à venda um conjunto de 117 propriedades na Serra da Lousã pelo preço base de 300 mil euros, revelou esta quinta-feira à Lusa o presidente da instituição.

Nelson Pina Tiago disse que dos 117 artigos registados em nome da ARCIL, nos lugares Silveira de Baixo, Silveira de Cima e Salgueiro, “a maioria são rústicos”, mas existem também terrenos com pequenas construções ou mesmo antigas casas, no concelho da Lousã, distrito de Coimbra.

Destas, apenas uma, no Salgueiro, foi habitada nos últimos anos, enquanto as restantes estão em ruínas há várias décadas, devido aos incêndios, intempérie e vandalismo, após o êxodo da totalidade dos moradores, que ao longo do século XX emigraram, sobretudo para o Brasil e os Estados Unidos da América, ou se fixaram em Lisboa e no vale da Lousã.

A alienação será efectuada “no estado em que se encontram” os imóveis, de acordo com um edital que a ARCIL publicou nos últimos dias, em três jornais da região - Diário de Coimbra, Diário As Beiras e Trevim - e no semanário Expresso.

“O critério de adjudicação é o da proposta com o valor mais elevado, desde que o mesmo seja superior ao preço base, tendo ficado estabelecido que o critério de desempate para propostas com valores iguais é a data de entrega de cada uma das propostas na sede da ARCIL, sendo dada prioridade àquela que for recebida em primeiro lugar”, informa a associação.

“No caso de haver propostas com valores iguais e nas mesmas circunstâncias temporais, será feito um sorteio”, acrescenta.

Nelson Pina Tiago explicou que a instituição “não tem capacidade para investir no local”, como foi planeado, desde os anos 90 do século XX, tendo os dirigentes dessa época chegado a criar o projecto turístico “ARCIL Serra” com esse objectivo.

“Estamos a preparar a intervenção directa no coração da nossa actividade”, em diferentes áreas de apoio aos cidadãos inadaptados da Lousã e alguns concelhos vizinhos, esclareceu Nelson Tiago, ao admitir que a eventual venda dos imóveis venha atenuar o esforço financeiro na construção de duas novas residências.

A instituição particular de solidariedade social (IPSS), constituída após o 25 de Abril de 1974, tem actualmente um orçamento anual na ordem dos cinco milhões de euros e apoia 1.500 utentes, contando com 250 trabalhadores nos seus quadros, a que se juntam prestadores de serviços em diferentes áreas.

“Os utentes foram envelhecendo e temos ainda outros a viver com familiares que também envelheceram. Temos necessidade de espaços com melhores condições”, que tenham capacidade para acolher “mais de 60 residentes”, explicou o dirigente.

A ARCIL decidiu vender “um activo parado” há mais de 30 anos, numa zona da Serra da Lousã onde se situam cinco lugares agropastoris do concelho integrados na rede turística Aldeias do Xisto: Cerdeira, Candal, Talasnal, Chiqueiro e Casal Novo.

A venda foi autorizada pela assembleia geral da instituição e “fica sempre sujeita à prévia aprovação pelo mesmo órgão”, segundo o edital.

Em 2012, uma lista de projectos privados divulgada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, no âmbito do plano de acção do Programa de Valorização Económica dos Recursos Endógenos (PROVERE) para o conjunto das Aldeias do Xisto, incluía um empreendimento designado “Recuperação aldeias serranas Silveira de Cima e Silveira de Baixo e posterior rentabilização na área do turismo de montanha”.

Tratava-se de uma iniciativa da ARCIL com um investimento elegível de um milhão de euros, apoiado por fundos europeus, que não chegou a ser concretizado.

fonte: https://www.publico.pt/2019/08/22/local/noticia/associacao-poe-117-propriedades-venda-serra-lousa-300-mil-euros-1884085
25
Curiosidades & História / Os nomes mais engraçados de localidades em Portugal
« Última mensagem por Ana-S em 22/08/2019, 10:41 »
Do Pedaço Mau, ao Calendário até chegar à Bexiga, dando uma voltinha primeiro pela Picha, são 315 km de caminho e muitas as terras deste Portugal que nos fazem rir.

Depois de aqui termos nomeado 30 terras portuguesas com nomes engraçados, decidimos alargar a lista com o conhecimento em geografia nacional de cada um dos nossos leitores, com base nos comentários deixados no artigo anterior. Conheça Portugal e as aldeias, vilas e cidades com nomes mais engraçados!



Portugal é um país pequeno cheio de história e recheado de curiosidades. Estrada fora são inúmeras as placas que nos direcionam aos lugares mais encantadores que este país nos reserva e muitas as que nos tiram um sorriso do rosto ao ler o nome da Terra.

Esta é uma recolha de mais de 150 nomes de Aldeias, Vilas ou Cidades deste Portugal com nomes engraçados… Será que não dá para aumentar a lista?!

A-Da-Gorda, Óbidos
A-do-Barbas, Leiria
A-dos-Pretos, Leiria
A-Dos-Cunhados, Óbidos
Água de Todo o Ano, Ferreira do Zêzere
Alcafozes, Idanha-a-Nova
Alcaide, Fundão
Alçaperna, Lousã
Alhos Vedros, Moita
Amor, Leiria

Baixa da Banheira, Setúbal
Barbudo, Vila Verde, Braga
Bendada, Belmonte
Benlhevai, Vila Flor, Bragança
Bexiga, Tomar

Bicos, Odemira
Bogas de Cima, do Meio e de Baixo, Fundão
Boi Morto, Marco de Canaveses
Boidobra, Covilhã
Botafogo, Elvas
Boxinos, Fundão
Bustos, Aveiro
Cabeçadas, Oliveira do Hospital
Cabeçudos, Vila Nova de Famalicão
Cafede, Castelo Branco
Calendário, Vila Nova de Famalicão
Campa do Preto, Gemunde, Maia
Canal Caveira, Grandola
Carne Assada, Terrugem, Sintra
Carrapatosa, Carrazeda de Ansiães
Carro Queimado, Vila Real
Casal do Ralha, Leiria
Casal Paixão, Mafra
Casaldeita, Grijó, Porto
Cebolais de Cima, Castelo Branco
Chiqueiro, Lousã

Chão Duro, Moita
Codeçoso, Celorico de Basto
Coina, Barreiro
Coiro da Burra, Faro
Colo do Pito, Castro Daire, Viseu
Corno de Bico, Paredes de Coura
Cortes, Leiria
Cotas, Alijó
Cotas, Soure
Covão do Lobo, Vagos
Coxo, Oliveira de Azeméis
Coxo, Felgueiras
Crucifixo, Tramagal
Cubos, Portalegre,
Cubos, Mangualde
Cubos, Vieira Do Minho
Cubos, Valença
Currais, Oliveira de Azeméis
Currais, Montalegre
Curral das Vacas, Chaves
Degolados, Campo Maior
Deixa-o-Resto, Santiago do Cacém
Derreada, Castanheira de Pêra
Desejosa, Tabuaço
Deserto, Alcoutim
Donas, Fundão
Enxabarda, Fundão
Enxames, Baião
Escalos de Cima e de Baixo, Castelo Branco
Escarigo, Fundão
Esqueiro, Cabeceiras de Basto
Monte da Agachadinha, Odemira
Monte do Bom Sítio, Odemira
Fáil, Viseu
Farinha podre, Penacova
Fatela, Fundão
Folha do Meio, Portalegre
Fonte da Pulga, Lousã
Freixo de Espada à Cinta, Bragança
Gafanha da Boa Hora, Aveiro
Gafanha da Boa Viagem, Aveiro
Gafanha da Boavista, Aveiro
Gafanha da Encarnação, Aveiro
Gafanha da Nazaré, Aveiro
Gafanha de Aquém, Aveiro
Gafanha do Areão, Aveiro
Gafanha do Carmo, Aveiro
Imaginário, Caldas da Rainha
Janeiro de Cima e de Baixo, Fundão
Lavacolhos, Fundão
Lendiosa, Mealhada
Lugar das Porreiras, Matosinhos
Maceira, Leiria
Mal Lavado, Odemira
Mamarrosa, Oliveira do Bairro
Malhapão, Oiã
Manta rota, Vila Real de Santo António
Maria Vinagre, Aljezur
Martianas, Fundão
Moço Morto, Vila Nova de Famalicão
Monte das Pitas, Silves
Monte de Bois, Alcobaça
Namorados, Mértola
Namorados, Castro Verde
Nariz, Aveiro
Orca, Fundão
Orvalho, Oleiros
Ourondo, Covilhã
Pai do Vento, Cascais
Pai Torto, Mirandela.
Paixão, Celorico de Basto
Pampilhosa, Mealhada
Palhaça, Oliveira do Bairro
Pé de Cão, Coimbra
Pé de Cão, Santarém

Pedaço Mau, Vila Nova de Famalicão
Pedros, Figueira da Foz
Pêga, Guarda
Pernelhas, Leiria
Pero Negro, Sobral de Monte Agraço
Perna De Pau, Sobral de Monte Agraço
Picha, Castanheira de Pena
Pico da Regalada, Vila Verde
Porreiras, Paredes de Coura
Porto da Carne, Guarda
Porto do Carro, Leiria
Pouca Farinha, Sabugal
Póvoa Palhaça, Fundão
Purgatório, Albufeira

Quarta-Feira, Sabugal
Rabo de Peixe, Ribeira Grande
Ranholas, Sintra
Rapa, Guarda
Ratoeira, Vila Nova de Cerveira
Sabóia, Odemira
Sacões, Góis
Salto da Pêga, Portalegre
Sarilhos Grandes, Montijo
Sarilhos Pequenos, Moita
Sarnadas, Vila Velha de Ródão
Silvares, Guimarães
Sobral Pichorro, Fornos de Algodres
Soito da Ruiva, Arganil
Solteiras, Tavira.
Texugueira, Leiria
Texugueira, Ponte de Sor
Travanca de Bodiosa, Viseu
Urra, Portalegre
Vacaria, Oliveira de Azeméis
Vale da Porca, Macedo de Cavaleiros
Vale das Gatas, Sabrosa
Vale de Azares, Celorico da Beira
Vale de Prazeres, Fundão
Vale Paraíso, São Martinho do Porto
Várzea da Ovelha Aliviada, Marco de Canaveses
Várzea do Carvalho, Odemira
Venda da Gaita, Castanheira de Pêra
Venda das Raparigas, Benedita, Alcobaça, Leiria

fonte: https://kids.pplware.sapo.pt/curiosidades/portugal-os-nomes-mais-engracados-de-aldeias-vilas-e-cidades/
26
Resolução da Assembleia da República n.º 150/2019



 Publicação: Diário da República n.º 160/2019, Série I de 2019-08-22

 Emissor:Assembleia da República
 Tipo de Diploma:Resolução da Assembleia da República
 Número:150/2019

SUMÁRIO
Recomenda ao Governo que adote medidas de ação positiva em favor dos trabalhadores com incapacidades e doenças oncológicas

TEXTO
Resolução da Assembleia da República n.º 150/2019

Sumário: Recomenda ao Governo que adote medidas de ação positiva em favor dos trabalhadores com incapacidades e doenças oncológicas.

Recomenda ao Governo que adote medidas de ação positiva em favor dos trabalhadores com incapacidades e doenças oncológicas

A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que sejam adotadas medidas de clarificação e ação positiva em favor dos trabalhadores com incapacidade e doença oncológica, de forma a possibilitar o exercício de uma vida profissional ativa, com a garantia da manutenção da profissão de acordo com a sua capacidade física e psicológica e preservação das condições de saúde.

Aprovada em 19 de julho de 2019.

O Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues.
27
Noticias / Re: Prestação Social para Inclusão - Complemento
« Última mensagem por AREZ em 22/08/2019, 01:47 »

Ora viva

Arlinda

Espero que esteja tudo bem dentro do possível consigo e esposo.

Este seu assunto tem mesmo de ser esclarecido pessoalmente no balcão da segurança social.

Se tiver que devolver valores poderá requerer o pagamento em prestações.

Depois quando tiver noticias diga qualquer coisa.

Cumprimentos

Arez
28
Apresentações & Regras / Bem vindo mrsNetflix
« Última mensagem por Neo em 21/08/2019, 21:20 »
Bem-Vindo mrsNetflix ao Deficiente-Forum.  

Agradecemos a tua inscrição no nosso Fórum e esperamos poder ajuda-lo no que for preciso, também esperamos poder aprender muito com a sua sabedoria e disponibilidade para o que seja necessário.

Faça agora sua apresentação neste post.

Obrigado
A Administração
29
Noticias / Re: Prestação Social para Inclusão - Complemento
« Última mensagem por arlinda em 21/08/2019, 20:01 »
eu venho ver se algum me consegue esclarecer do seguinte: Temos três  subsídios de desemprego (  subsídios de desemprego; subsídio de desemprego subsequente e subsídio social de desemprego) este que só pode ser pedido passados 6 meses de acabar o ultimo e pelo que tenho lido não acumula com a psi ou estou enganado e o subsequente também não acumula é que comigo e o meu marido passou se o seguinte: somos os dois titulares de psi na totalidade ou éramos eu tenho incapacidade de 81% e recebo já a muitos anos a reforma por invalides e foi me atribuído o complemento de 49,98 euros o meu marido tem 68% e recebia a psi na totalidade e no dia 24 de julho foi lhe também  atribuído  o complemento de 49,98 e fui verificar online estava a pagamento com retroactivos do mês de outubro  e 3 dias depois no 27 fui verificar novamente para saber a totalidade do valor e já só tinha a receber 57 euros e uns cêntimos e foi o que recebi que seria da psi e o complemento e 2 mil e tal euros para devolver ate pensei que fosse engano e espere por alguma justificação carta que recebemos hoje mas é so a dizer que temos 30 dias para pagar esse valor de restituição de prestações indevidamente pagas.
como o meu marido esta a receber 421 euros do subsídio de desemprego subsequente será esse o motivo? nesta casa só entra mesmo dinheiro da segurança social e quando se mete o requerimento para a psi e para o complemento nunca pedem para declarar valores pagos pela segurança social por isso ainda maisa minha duvida com respeito a devolução do dinheiro recebido.
30
O tema da integração laboral de pessoas com deficiência começa agora a assumir maior relevância

20 ago 2019 13:19


AFID Diferença


No que respeita à vertente profissional deste grupo específico, o objetivo principal da mediação é devolver a estas pessoas a sua autonomia, ajudando-as na sua integração e inclusão, potenciando a sua colocação no mercado de trabalho aberto, em situação de igualdade com todos os públicos.
O tema da integração laboral de pessoas com deficiência começa agora a assumir maior relevância
AFID Diferença

O tema da integração laboral de pessoas com deficiência começa agora a assumir maior relevância, em especial após a imposição legal de quotas às empresas para integração laboral deste público específico, que entrou em vigor no início do ano.

No entanto, este é ainda um assunto a ser muito discutido e trabalhado, tanto pelo desconhecimento da sociedade em geral quanto aos vários tipos possíveis de deficiência, como da forma como lidar com os mesmos.

As pessoas com deficiência ainda são vistas, por muitos, como pessoas sem capacidades e/ou sem competências, muito dependentes de terceiros para a realização das suas atividades de vida diárias.

Devemos ter presente que existem vários graus de deficiência, desde os profundos e dependentes aos mais ligeiros e autónomos, e quem convive com este público compreende que a sua condição é, frequentemente, apenas uma questão orgânica e/ou física entre tantas outras características, que os tornam competentes e aptos a realizar tarefas tal como outra pessoa que não tenha uma incapacidade visível.

No que respeita à vertente profissional deste grupo específico, o objetivo principal da mediação é devolver a estas pessoas a sua autonomia, ajudando-as na sua integração e inclusão, potenciando a sua colocação no mercado de trabalho aberto, em situação de igualdade com todos os públicos.
Programa Incorpora Portugal facilita oportunidades de trabalho

A Fundação AFID integra desde o início o grupo de entidades sociais que constituem o Programa Incorpora Portugal. O Programa Incorpora, iniciado há mais de 10 anos em Espanha e impulsionado pela Obra Social “la Caixa”, facilita oportunidades de trabalho a pessoas que têm mais dificuldades em encontrar um emprego. Do mesmo modo, o programa ajuda as empresas a encontrar pessoal qualificado, gerir os seus processos de seleção e reforçar a sua responsabilidade social corporativa.

Na área de Lisboa são 14 as instituições envolvidas no Programa, existindo em cada uma delas uma equipa de técnico de acompanhamento e de técnico de prospeção empresarial. Os técnicos das instituições trabalham em rede para facilitar a integração laboral de grupos sociais vulneráveis em empresas de todos os setores.

Trata-se de um trabalho de colaboração e partilha que se consegue graças a uma metodologia colaborativa que se vai renovando constantemente em função das necessidades do mercado.
Mediação profissional e laboral de pessoas com deficiência


créditos: AFID Diferença

Neste coletivo de pessoas em situação de vulnerabilidade, estão incluídas as pessoas com deficiência, pelo que aqui detemos mais uma ferramenta para trabalhar positivamente com o nosso público-alvo.

Na Fundação AFID, dada a proximidade física dos técnicos, temos a possibilidade de articular diretamente e conhecer melhor os beneficiários. Identificando a sua situação socioeconómica, as suas capacidades, competências e dificuldades, conseguimos desenvolver um apoio personalizado na procura ativa de emprego.

Nas situações de inserção laboral pelo programa Incorpora, o trabalho de acompanhamento e mediação junto do beneficiário como da empresa continua após a contratação, possibilitando apoio tanto à empesa como ao beneficiário nesta fase de ajuste inicial, potenciando assim o sucesso da integração.

Importa recordar que, como em todos os públicos, a (re)inserção profissional despoleta mudanças positivas nas outras áreas de vida dos beneficiários e naturalmente se reflete em todos os que rodeiam a pessoa com deficiência.

A mediação profissional e laboral das pessoas com deficiência pretende, assim, tanto fomentar a mudança da consciência social e empresarial como corresponder às medidas já existentes de responsabilidade social das empresas, apoiando simultaneamente o desenvolvimento e aplicação das suas capacidades e competências dos beneficiários, estimulando relações duradouras de estabilidade e confiança.

A Fundação AFID, entre muitas outras vertentes, trabalha diariamente neste sentido de promoção de autonomia, combatendo a exclusão e empenhando-se na mediação profissional das pessoas com deficiência.

Texto: Sara Martins, Assistente Social e Técnica de Acompanhamento do Programa Incorpora na Fundação AFID Diferença; Maria Câmara, Técnica de Prospeção Empresarial do Programa Incorpora na Fundação AFID Diferença.


Fonte: https://lifestyle.sapo.pt/familia/noticias-familia/artigos/o-tema-da-integracao-laboral-de-pessoas-com-deficiencia-comeca-agora-a-assumir-maior-relevancia
Páginas: 1 2 [3] 4 5 ... 10


Anuncie Connosco Anuncie Connosco Stannah Mobilidade S.A Anuncie Connosco Anuncie Connosco


  •   Política de Privacidade   •   Regras   •   Fale Connosco   •  
       
Voltar ao topo