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Noticias / Re: RADIOGRAFIAS
« Última mensagem por migel em 14/12/2018, 17:49 »
"Em 2016, as pessoas com deficiência representavam apenas 0,51% dos recursos humanos das empresas com mais de 10 trabalhadores/as. 71% destes trabalhadores e trabalhadoras tinha um grau moderado de incapacidade."

Fonte: Pessoas com deficiência em Portugal: Indicadores de direitos humanos 2018 - ODDH - ISCSP
Que podem consultar aqui: http://oddh.iscsp.ulisboa.pt/…/publicacoes-dos-investigador…


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MatosinhosHabit entregou primeira casa totalmente adaptada

por Leça da Palmeira | a 12/12/2018 | 1 Comentário



aspecto da casa totalmente adaptada


A MatosinhosHabit procedeu à entrega da primeira habitação totalmente adaptada a pessoas com mobilidade reduzida.

Este projeto, para além do impacto na autonomia das pessoas a quem se destina, contribui  também de forma positiva, pela aprendizagem, inovação, experimentação e aplicação de novos materiais, para atender aos interesses dos diferentes agentes envolvidos, por ter na sua génese uma nova forma de conceber a habitação, que se pretende que seja para toda a vida e para pessoas com diferentes tipos de necessidades especiais.

Para além das acessibilidades à habitação, as divisões foram pensadas de forma a permitir a mobilidade e facilitar a circulação interior de uma cadeira de rodas. A casa de banho foi totalmente adaptada desde os sanitários à base de duche. Na cozinha a disposição dos móveis facilita a aproximação e a permanecia na zona de preparação e confeção dos alimentos, os eletrodomésticos encontram-se também a uma altura que permite o fácil acesso e manuseamento..

“Todo o projeto foi pensado para que o novo morador tenha um quotidiano o mais independente possível, sem que dependa de terceiros para a maior parte das funções diárias” , refere Tiago Maia, administrador da Empresa Municipal.

Esta habitação adaptada desenvolvida numa habitação municipal, propriedade do Município de Matosinhos,  que se destina a pessoas com necessidades especiais,  dando assim uma resposta inovadora  que facilita a sua inclusão social e contribui para a melhoria da sua qualidade de vida.

É nesta perspetiva e com este espírito, que a MatosinhosHabit, enquanto gestora do património habitacional do Município de Matosinhos, encara este projeto não como um mero custo ou despesa mas como um investimento na qualidade de vida dos munícipes utentes, discriminando-os positivamente, em função das suas necessidades especiais, sentindo que executa, assim, um dever essencial ao cumprimento da sua missão.

Esta nova habitação era anteriormente um dos “Espaços Cidadão” da União de Freguesias de Perafita, Lavra e Santa Cruz do Bispo, que foi positivamente desocupado para a readaptação à nova habitação da MatosinhosHabit.

Neste projeto esteve ainda envolvida a Delegação de Matosinhos da Cruz Vermelha de Matosinhos, que sinalizou o novo beneficiário e irá agora providenciar o restante mobiliário adaptado.

Aprovado contrato programa para 2019

Foi aprovado no passado dia 10 de dezembro, em Reunião da Assembleia Municipal de Matosinhos, o novo contrato programa entre o Município de Matosinhos e a MatosinhosHabit.

Em sintonia com as orientações de política social do Município de Matosinhos e conforme definido no pacto social, a MatosinhosHabit, tem como objeto principal a promoção da habitação social e a manutenção do parque habitacional. Cabe também à empresa municipal a implementação, execução e monotorização dos diversos programas de apoio social existentes como o Programa Municipal de apoio ao Arrendamento e o Matosinhos Solidário. Este contrato programa prevê a transferência de uma verba de 145 mil euros para a MatosinhosHabit para a execução do mesmo e a sua execução será avaliada pelos indicadores de referência contratualizados.

Foram ainda dados a conhecer às diferentes bancadas da assembleia o relatório de Execução Orçamental relativo ao 3º Trimestre de 2019 onde a rigorosa gestão financeira revela uma execução cifrada nos 98%. Relativamente ao 2ª revisão do orçamento de 2018, esta apropria os estudos iniciados ainda este mês para um novo paradigma da manutenção habitacional, onde a empresa pretende passar da manutenção de intervenção para a manutenção preventiva.

O contrato programa da MatosinhosHabit foi aprovado por maioria, com os votos contra da bancada parlamentar do Bloco de Esquerda e a abstenção da CDU.


Fonte: https://www.leca-palmeira.com/matosinhoshabit-entregou-primeira-casa-totalmente-adaptada/?fbclid=IwAR3qmCE05zQsVr-PkZytnqZaSFCjI-m9rP8mLHf_utIE6LpVJokmJEGNqs8
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Helena Lagartinho
1 h ·

Estes políticos de meia tigela, não conseguem bem perceber no que se estão a meter
Somos 800 mil ,mas um dia destes, não vamos querer cuidar, assim iremos entupir hospitais,assembleia da República, misericórdias .
Nós e de quem cuidamos ,pois não confiamos nos trabalhos dos outros
Tenham vergonha andam a roubar todos os contribuintes pagam 1040€ as instituições e eles ainda se queixam ,os cuidadores informais mesmo reconhecidos poupam dinheiro público ,dinheiro de todos os contribuintes
O estado não nós quer reconhecer ,enchendo assim os bolsos às instituições,com o dinheiro de todos os contribuintes

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Noticias / RADIOGRAFIAS
« Última mensagem por migel em 14/12/2018, 16:50 »
RADIOGRAFIAS

Serão imagens com informação constante do relatório "Pessoas com deficiência em Portugal: Indicadores de direitos humanos 2018" do Observatório da Deficiência e Direitos Humanos.

Risco de pobreza das famílias

"O maior risco de pobreza ou exclusão social é experienciado em agregados com pessoas com deficiências graves (36,7%, +15,3 p.p. do que nos agregados sem pessoas com deficiência e +6,4 p.p. do que nos agregados com pessoas com deficiências moderadas)."





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Classificados / Metade dos deficientes não têm emprego
« Última mensagem por hugo rocha em 14/12/2018, 15:40 »
Metade dos deficientes não têm emprego

Entre 2011 e 2017, o número de pessoas com deficiência desempregadas aumentou 24%, revela novo relatório do Observatório da Deficiência e Direitos Humanos.


13 Dezembro 2018 — 08:27


DEFICIÊNCIA: UM MUNDO SEM LIMITES
Semear conhecimento para colher integração: aqui todos têm lugar

INCLUSÃO
Lei que aumenta quotas no trabalho para pessoas com deficiência votada no Parlamento

DEFICIÊNCIA
Atribuição de grau de deficiência "deve ser repensada", diz Secretária de Estado da Inclusão
Em seis anos, o desemprego entre pessoas com deficiência aumentou 24%. Entre 2011 e 2017 10 408 estavam inscritas no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), avança nesta quinta-feira o Público , a partir de um novo relatório do Observatório da Deficiência e Direitos Humanos (ODDH) "Pessoas com Deficiência em Portugal - Indicadores de Direitos Humanos".

O JN acrescenta, citando o mesmo relatório, que em 2016 só metade das pessoas com deficiência tinha emprego, com a taxa de desemprego nesta população fixada nos 24,2% - quase dez pontos percentuais acima da taxa nacional de desemprego de 14,6%. As restantes nem procuram trabalho, acrescenta o jornal.

Entre os inscritos no IEFP, "86% têm mais de 25 anos, 82% procuram um novo emprego e 60% estão desempregadas há mais de um ano", precisou Paula Campos Pinto, coordenadora do ODDH citada pelo Público. Recorde-se que no mesmo período, de 2011 a 2017, o desemprego teve uma queda de 34,5% entre a população geral.


Fonte: DN
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Violência contra pessoas com deficiência intelectual e/ou multideficiência
13 dez 2018


GABINETE DE APOIO À VÍTIMA

Não existe uma relação direta entre deficiência e vitimação: o risco de ser vítima de crime é o mesmo para uma pessoa com deficiência intelectual e/ou multideficiência e para uma pessoa que não seja portadora de deficiência. As pessoas com deficiência têm, todavia, maior dificuldade de inserção na sociedade e de promover a sua proteção.

São, portanto, pessoas mais vulneráveis, o que pode potenciar o risco da vitimação, com crimes e formas de violência originadas por barreiras sociais – no que toca, por exemplo, à igualdade de oportunidades dos cidadãos e das cidadãs, bem como quanto ao seu pleno direito à autodeterminação e poder de decisão. As pessoas com deficiência intelectual e/ou multideficiência estão muitas vezes em desvantagem também em contexto familiar.

Tipos de violência

Existem, pelo menos, seis tipos de violência mais frequentes contra pessoas com deficiência intelectual e/ou multideficiência:

Violência física: consiste em qualquer ato intencional ou não, isolado ou repetido, infligido por qualquer pessoa contra a pessoa com deficiência intelectual e/ou multideficiência. Pode implicar, por exemplo, queimaduras, fraturas, feridas, entre outras maleitas. Apesar de se tratar de violência física, pode não deixar marcas visíveis no corpo das vítimas;

Violência psicológica: resulta da incapacidade de proporcionar à pessoa com deficiência intelectual e/ou multideficiência as condições devidas para o seu bem-estar psicológico, o que implica necessariamente as suas dimensões emocional, afetiva e relacional, bem como uma dimensão social – como atos de intimidação, de humilhação, de chantagem emocional, de desprezo, de privação do poder de decisão, entre outros;

Violência sexual: resulta de qualquer comportamento que implique a ofensa da autodeterminação sexual das pessoas com deficiência intelectual e/ou multideficiência, através, por exemplo, da prática de violação, abuso sexual, coação sexual, exibicionismo, realização de fotografias e/ou filmes pornográficos, entre outras. Algumas das vítimas confundem a violência sexual com uma manifestação afetiva, sobretudo quando praticada por algum familiar e/ou prestador de cuidados;

Violência económica ou financeira: resulta de qualquer tipo de comportamento que vise o impedimento do controlo, por parte das pessoas com deficiência intelectual e/ou com multideficiência, do seu próprio dinheiro e/ou dos seus bens; e/ou que visem a sua exploração danosa;

Negligência: consiste na incapacidade de proporcionar à pessoa com deficiência intelectual e/ou com multideficiência a satisfação das suas necessidades fundamentais, quer ao nível físico, psicológico e social, dentro ou fora da sua família. Esta é uma forma ativa de violência quando existe intenção por parte do agressor, ou passiva, quando o agressor age por ignorância, incompreensão ou incapacidade;

Abandono: resultante de qualquer comportamento que implique o abandono das pessoas com deficiência intelectual e/ou com multideficiência pelos seus familiares a situações de dificuldade e de solidão.

Outras formas de violência

Há ainda que referir outras formas de violência contra as pessoas com deficiência intelectual e/ou com multideficiência. Ainda que mais raras, estas não são formas menos graves de violência: exploração laboral da pessoa deficiente, mendicidade (obrigando-a a pedir pelas ruas) e corrupção (incitando a comportamentos violentos, moralmente degradantes e/ou antissociais ou desviantes, como a toxicodependência, o tráfico, a prostituição, etc.).

Pode, em alguns casos, verificar-se a Síndrome de Muchausen por Procuração – que diz respeito à atribuição, por parte de prestadores de cuidados, de sinais e sintomas vários – simulados – , com a intenção de convencer equipas clínicas e outros profissionais da existência de uma doença, procedendo-se a hospitalizações frequentes, levando à necessidade de procedimentos de diagnóstico exaustivos, com recurso, por vezes, a técnicas invasivas.

Considera-se esta síndrome uma forma rara de violência, que pode criar certas dificuldades de diagnóstico. Os agressores podem, por exemplo, ministrar medicamentos para provocar a sintomatologia, adicionar sangue ou contaminantes bacterianos às amostras de urina da pessoa com deficiência, sufocá-la repetidamente e, depois, levá-la ao hospital, com queixas de apneia, etc. Verificam-se, nestes casos, hospitalizações repetidas e investigação médica (do que não resultam diagnósticos precisos), sinais e sintomas de difícil explicação, etc.

Que apoio está disponível?

A consciencialização da população conduziu ao incremento do número de pessoas apoiadas, mas as barreiras mentais, a dificuldade de acesso e compreensão da informação, a dependência, a vergonha e a fragilidade persistem, aliadas à perceção pouco generalizada do problema, o que dificulta o alcance destes objetivos.

A APAV apoia as pessoas com deficiência, suas famílias e amigos(as), prestando-lhes apoio jurídico, psicológico e social. Contamos também com todos e todas: com vizinhos e vizinhas, com os conhecidos e as conhecidas das vítimas, cujo papel pode ser muito importante, sobretudo na denúncia das situações de violência, bem como com a colaboração de outras instituições, públicas e privadas.

A APAV disponibiliza ajuda presencialmente, de forma gratuita, confidencial, qualificada e humanizada, e apoio emocional, jurídico, prático e psicológico, bem como encaminhamento social. A APAV também disponibiliza a Linha de Apoio à Vítima – 116 006 –, uma linha de apoio gratuita, todos os dias úteis das 9h-21h.

GABINETE DE APOIO À VÍTIMA DE BRAGA

Rua de S. Vítor, 11 (Edifício Junta de Freguesia de São Victor)

4710-439 Braga

Tel. 253 610 091

apav.braga@apav.pt

Dias úteis: 10h00-13h00 / 14h00–18h00

LINHA DE APOIO À VÍTIMA
116 006 | Chamada gratuita | Dias úteis: 09h-21h


Fonte: https://www.diariodominho.pt/2018/12/13/violencia-contra-pessoas-com-deficiencia-intelectual-e-ou-multideficiencia/
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Aniversários / Re: Aniversário AREZ 27.06.2018
« Última mensagem por 100nick em 14/12/2018, 15:30 »
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Aniversários / Re: Aniversário suscoelh@ 30.05.2018
« Última mensagem por 100nick em 14/12/2018, 15:30 »
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Aniversários / Re: Aniversário Figueira 08.06.2018
« Última mensagem por 100nick em 14/12/2018, 15:29 »
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Aniversários / Re: Aniversário joaorodr84 28.05.2018
« Última mensagem por 100nick em 14/12/2018, 15:29 »
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