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Como é que as pessoas com deficiência encontram a felicidade?
   
Nascer com uma limitação ou ter de se adaptar a um novo estilo de vida em virtude de uma deficiência não é uma tarefa fácil para ninguém, ainda assim, é surpreendente a forma como estas pessoas encaram as suas dificuldades acrescidas e encontram novos sentidos para a sua vida.
 
É inegável que o cérebro se adapta a tudo com relativa facilidade, mas também é de incluir o esforço de superação das dificuldades que uma pessoa que se sente limitada é capaz de fazer. Só por isso, vale a pena que a sociedade encare a deficiência cada vez com mais respeito e até uma possibilidade de aprendizagem.
 
Seja qual for a limitação, só a pessoa em causa é que sabe explicar como se sente e que recursos utiliza para se superar, mas de um modo geral, é o enorme apego e amor à vida que conduz as suas mentes para essa habituação diária. Há pessoas que se esquecem da sua limitação e que convivem com relativa naturalidade com ela. Sabem que essa é a forma mais fácil de se adaptarem ao mundo. Tudo seria mais fácil se a nossa sociedade já estivesse preparada a todos os níveis para acolher essas dificuldades, no entanto, é importante frisar que muito já se faz e que, é mais fácil a tarefa de viver uma limitação com respeito e compreensão por parte das maiorias.
 
Se é delicada a tarefa de viver com uma limitação, a mesma também exige esforços redobrados por parte de amigos e familiares que têm de ajudar a pessoa no seu percurso, seja de forma direta, ou através de apoio e compreensão que lhe dedicam. Este artigo é para todos, já que podemos sempre aprender algo de novo que nos ajude a melhorar a qualidade de vida.
 
Organizamos 10 pontos que podem ajudar a compreender melhor esta realidade e a respeitar mais cada deficiência, já que queremos uma sociedade cada vez mais inclusiva, justa e plural, onde todos tenham o seu lugar com dignidade.
 
1) É possível ser feliz em qualquer circunstância de vida
 
Para Tiffiny Carlson, que ficou paraplégica após um acidente, a felicidade veio algum tempo após a sua nova condição. Nos seus relatos percebe-se que, se sente feliz pelo simples fato de estar viva ao lado de sua família e amigos. Carlson ainda deseja poder andar novamente, mas afirma que isso não a impede de ser verdadeiramente feliz.
 
Com este exemplo inspirador, podemos incluir qualquer limitação e acreditar que, o ambiente familiar e social ajuda muito nesse encontro da felicidade, pelo que devemos ser todos ativos nesse sentido.
 
2) A paciência e persistência permitem que se realizem muitas mais tarefas e com entusiasmo
 
A pessoa portadora de deficiência adquire uma paciência acrescida, uma vez que, esta é uma grande aliada para executar até as atividades quotidianas mais simples, tais como conseguir comunicar, atravessar uma rua ou mudar de roupa. O facto de conseguir realizar essas tarefas é, por si só, um motivo de realização e de felicidade.
 
3) Desvaloriza coisas muito pequenas
 
Possuir uma deficiência pode envolver circunstâncias stressantes, já que tudo é um pouco mais difícil e limitado. Um segredo para manter a boa disposição é desvalorizar aquilo que não se consegue e enaltecer o que se consegue realizar. É nesse sentido que estas pessoas aprendem a focar a sua atenção no essencial e a colocar em segundo plano aquilo que não é assim tão importante e que poderia colocar em causa a sua felicidade sem motivo.
 
4) Ser diferente é uma oportunidade
 
São diversas as situações em que se abrem novas portas a novas oportunidades por se ser diferente. É tudo uma questão de sensibilidade, de estar na hora certa no local mais apropriado.
 
São muitas as vezes em que a diferença chama a atenção de uma forma positiva e nos remete para situações novas e mais interessantes.
 
5) Não se pode julgar uma pessoa pela sua aparência.
 
Por detrás de uma deficiência, está uma pessoa com as suas qualidades e potencialidades. São muitas as vezes em que nos deixamos surpreender com essa realidade, o que nos deve abrir mentalidades para, de forma alguma julgarmos alguém pela sua condição física, seja ela qual for. Isto aplica-se a pessoas com e sem deficiência naturalmente.
 
6) A vida é curta. Aproveite cada momento!
 
O segredo para se viver bem é aproveitar cada dia como se fosse o último! Muitos de nós até tentamos fazer isso, entretanto, as pessoas com deficiência vivem isso com muita naturalidade, aproveitando os raios de sol, o chá ou o café que desfrutam com alguém de quem gostam e daí por diante.
 
7) A fraqueza nem sempre é algo negativo.
 
Muitos de nós, às vezes por orgulho, tememos mostrar as nossas fraquezas e aceitar ajuda do próximo. Contudo, a pessoa que vive com uma deficiência aprende que não há problema algum em receber ajuda. Afinal, todos nós precisamos da ajuda dos outros de alguma forma. Os humanos relacionam-se com humanos e recebem a sua energia e apoio quando é necessário.
 
8) Não é preciso se adequar a um padrão de normalidade para se viver bem.
 
Quando se tem uma deficiência, tem-se “um passaporte para ser igual a si próprio”, pelo que não há necessidade de ter de seguir os padrões dos demais. Dar respeito em troca dele já é um ponto a favor da integração social.
 
9) Qualquer um pode vir a ter uma deficiência.
 
Esta é uma realidade que ninguém é capaz de antecipar e que não vale a pena pensar, mas ajuda muito a respeitar quem é diferente. Se nos colocarmos minimamente no lugar do outro, percebemos que, qualquer pessoa tem limitações e que algo de mais grave pode acontecer a qualquer um e, num qualquer momento de vida.
 
10) Viva uma vida sem máscaras.
 
Essa é talvez uma das lições mais valiosas que podemos aprender com as pessoas com deficiência. Muitos de nós ficamos tão preocupados em nos encaixarmos perfeitamente no padrão de normalidade imposto pela sociedade que passamos a mascarar sentimentos, vontades e até o nosso verdadeiro Eu. As pessoas com deficiência não possuem essa preocupação de se enquadrar na sociedade, elas simplesmente vivem a vida. E, talvez, seja isso que as torne mais livres e felizes.
 
Fátima Fernandes
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Noticias / Re: VÃO VOTAR CONTRA O QUE FOI APROVADO POR UNANIMIDADE
« Última mensagem por hyperrush em 18/07/2019, 12:19 »
Huh? querem os deficientes integrados nas instituições? Nem no Júlio de Matos. :hum: eek
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João foi o primeiro português a ganhar uma medalha em atletismo adaptado

No «A Tarde é Sua», o convidado João Correia fala da ajuda que recebeu para poder chegar onde está hoje.

Veja aqui:  https://tvi.iol.pt/atardeesua/videos/joao-foi-o-primeiro-portugues-a-ganhar-uma-medalha-em-atletismo-adaptado/5d2df7d40cf23ef2825610bc

TVI
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Parabéns .. continua assim  ;)

Muito obrigado :cump:
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Noticias / Re: VÃO VOTAR CONTRA O QUE FOI APROVADO POR UNANIMIDADE
« Última mensagem por Ana-S em 17/07/2019, 22:58 »
Já não chegava terem tirado o subsidio de férias e de natal e agora querem por os deficientes numa instituição?
Quer dizer que é mais fácil institucionalizar uma pessoa do que dar-lhe apoio para uma vida independente, na sua casa, perto dos amigos e familiares?  :injusto: :triste:
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Noticias / Re: VÃO VOTAR CONTRA O QUE FOI APROVADO POR UNANIMIDADE
« Última mensagem por terraenator em 17/07/2019, 22:16 »
Trocado por miudos, o que quer dizer?
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Noticias / VÃO VOTAR CONTRA O QUE FOI APROVADO POR UNANIMIDADE
« Última mensagem por rodrigosapo em 17/07/2019, 21:44 »
VÃO VOTAR CONTRA O QUE FOI APROVADO POR UNANIMIDADE

Apresentei e defendi hoje, na Comissão de Trabalho e Segurança Social, uma Proposta de Resolução para que o governo faça um plano de desinstitucionalização.

A proposta de resolução baseou-se exclusivamente no Comentário Geral nº 5 do Comité sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência acerca do artigo 19.º - Viver de forma independente, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

O PS, o PSD e o CDS já disseram que na próxima sexta-feira irão votar contra.

O PCP disse que não está de acordo com as alíneas b) e c) da Proposta de Resolução.

Podem ver a proposta aqui: https://tinyurl.com/yypytg7a  http://app.parlamento.pt/webutils/docs/doc.pdf?path=6148523063446f764c324679595842774f6a63334e7a637664326c756157357059326c6864476c3259584d7657456c4a535339305a58683062334d76634770794d6a49324f43315953556c4a4c6d527659773d3d&fich=pjr2268-XIII.doc&Inline=true&fbclid=IwAR2IdecQrsfqPTXCDvjcAO0GgVbJhnwZ8H-8D2JipaJqgbTvQyP6k9yNCPM&fbclid=IwAR0SPtVmKH75w8dkRbTspMmFKGriSInaXzKLTxFSEHe8dIiEwOMRGsHFEvM

Aconselhei os deputados e as deputadas presentes a ler a Convenção, porque na sexta-feira, a manterem-se estas intenções, vão votar contra uma Convenção de direitos humanos aprovada por unanimidade do Parlamento.


Facebook (jorge falcato)
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Comunicados da Administração / Re: Promoção Moderador Rui Sopas
« Última mensagem por rodrigosapo em 17/07/2019, 21:32 »
Parabéns pela promoção.
Continuação de excelente desempenho.

 :palmas2:
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Apresentações & Regras / Re: Bem vindo Ana-S
« Última mensagem por Ana-S em 17/07/2019, 18:34 »
Obrigada  :D
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As mães que celebram a expulsão de um menino autista da sala dos filhos

Colégio na Argentina muda de turma criança que tem a síndrome de Asperger após pressão de pais

BEATRIZ PORTINARI
5 SET 2017 - 22:09
Asperger

Mãe de menino com Asperger expulso de sala: “Ele tenta, gosta de ter amigos”



Com essas expressões de alegria, as mães do colégio religioso San Antonio de Padua, da Argentina, comemoraram a expulsão de um menor com síndrome de Asperger da sala em que seus filhos estudam. Elas pressionavam a escola havia meses para que o expulsassem, com a ameaça de não levar “os seus” para a classe. E o colégio aceitou, mudando o menino de turma.

Emojis de felicidade, festa e alvoroço não demoraram a aparecer no grupo de WhastApp das mães dos outros alunos, ante o espanto e a indignação da família do menor expulso. Em questão de horas, o festejo discriminatório viralizou graças a uma cópia da conversa e sua denúncia pública nas redes sociais feita pela tia do garoto, Rosaura Gómes.

“Ele tem síndrome de Asperger, é um doce. Está na quinta série dessa escola. As mães dos coleguinhas faziam greve (não levavam seus filhos supostamente até que não tirassem meu sobrinho da escola). Isso não aconteceu, mas colocaram meu sobrinho em outra sala. É um colégio supostamente religioso, e essa foi a reação das mães quando souberam.... é muito triste que falem assim de uma criança, e a verdade é que a escola deixa muito a desejar”, escreveu Rosaura no Facebook.

Por sua vez, o representante legal do colégio, Gustavo González, declarou ao canal de TV argentino C5N que “[a escola] trabalha há cerca de quatro anos com o menino”. “Tentamos distintas estratégias pedagógicas com o garoto, e há pouco decidiu-se mudar o aluno de turma para que estivesse em um novo entorno.” Segundo González, a decisão foi assinada por todos os pais. “O que não esperávamos era essa comemoração e essa alegria pela decisão. Isso está errado. Precisamos conversar com os pais. Não é normal”, afirmou.

Discriminação pela deficiência
A síndrome de Asperger é um dos transtornos do espectro autista (TEA) mais comuns e menos conhecido, alvo de preconceitos e discriminação – como neste caso na Argentina. “A síndrome afeta a interação social recíproca e a comunicação verbal e não verbal. [A pessoa tem] resistência em aceitar as mudanças, inflexibilidade do pensamento e campos de interesse estreitos e absorventes”, explica a Confederação Asperger Espanha, que trabalha para melhorar a inclusão social desse coletivo.

Quanto ao caso de discriminação entre as mães do colégio argentino, a Confederação faz referência ao artigo 24.1 da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que este colégio teria ignorado.

“1. Os Estados Partes reconhecem o direito das pessoas com deficiência à educação. Para efetivar esse direito sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades, os Estados Partes assegurarão o sistema educacional inclusivo em todos os níveis, bem como o aprendizado ao longo de toda a vida, com os seguintes objetivos:

a) O pleno desenvolvimento do potencial humano e do senso de dignidade e autoestima, além do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos, pelas liberdades fundamentais e pela diversidade humana;

b) O máximo desenvolvimento possível da personalidade e dos talentos e da criatividade das pessoas com deficiência, assim como de suas habilidades físicas e intelectuais;

c) A participação efetiva das pessoas com deficiência em uma sociedade livre.”

Em que terá ponto a sociedade terá falhado para que uma criança precise ser expulsa de uma sala por ter capacidades diferentes? As pessoas com essa síndrome se destacam por suas habilidades matemáticas e sua memória extraordinária, mas são afetadas em sua interação social recíproca e sua comunicação verbal e não verbal. Resistem às mudanças e sofrem com o isolamento, as críticas e o fracasso.

Durante a etapa escolar, essas crianças encontram mais dificuldades para fazer amigos e se comunicar com eles, algo que é agravado num contexto de discriminação social como o do colégio argentino. “As crianças com a síndrome de Asperger buscam o carinho e a proximidade porque percebem a rejeição. É verdade que podem ter dificuldades porque tentam se comunicar e relacionar de uma forma diferente, mas um trabalho prévio com os colegas teria facilitado sua integração. Sempre devemos dar informações aos menores adaptada à sua idade e linguagem, com exemplos que os façam se colocar no lugar dessa criança. Aqui falhou a empatia, a informação e o trabalho prévio de inclusão para que as famílias entendam esse transtorno e saibam interpretá-lo. E isso deveria ser feito – embora o tenham mudado para outra turma – porque os filhos das famílias que pediam sua expulsão ainda estão expostos à discriminação transmitida por seus pais”, explica o psicólogo Guillermo Fouce, do setor de Intervenção Social da Ordem de Psicólogos de Madri e presidente da organização Psicologia Sem Fronteiras.

Segundo o especialista, nos últimos tem se observado na Espanha um aumento da discriminação nas salas de aula por motivos étnicos e religiosos, mas ainda se mantém certo respeito pelas capacidades diferentes, com recursos – reduzidos após a crise – para integrar esses menores. “Não se pode deixar essa tarefa apenas aos colégios e professores. A educação inclusiva tem três eixos: a escola; os pais, mais, avós e tutores; e o entorno, o bairro, justamente onde se espalham os rumores, as mensagens do WhatsApp e a discriminação”, conclui Fouce.

O quadrinista brasileiro Fulvio Pacheco, de 40 anos, soube que tinha a síndrome de Asperger logo depois que seu filho, Murilo, foi diagnosticado com autismo. Na experiência do curitibano, contada no jornal O Globo,  ele diz que Murilo foi mais bem integrado na escola pública. "No total, ele já passou por três escolas particulares e em nenhuma delas foi tão bem entendido quando na escola municipal", diz Pacheco, que lançou um gibi chamado Relatos Azuis para divulgar questões do autismo e defende a preparação da escola para lidar a questão. O quadrinho foi distribuído para cerca de mil tutores de crianças autistas nas escolas municipais de Curitiba.

CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM ACTIVIDADE LIMITADA
Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência

Artigo 24. Educação

1. Os Estados Partes reconhecem o direito das pessoas com deficiência à educação. Para efetivar esse direito sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades, os Estados Partes assegurarão sistema educacional inclusivo em todos os níveis, bem como o aprendizado ao longo de toda a vida, com os seguintes objetivos:

a) O pleno desenvolvimento do potencial humano e do senso de dignidade e autoestima, além do fortalecimento do respeito pelos direitos humanos, pelas liberdades fundamentais e pela diversidade humana;

b) O máximo desenvolvimento possível da personalidade e dos talentos e da criatividade das pessoas com deficiência, assim como de suas habilidades físicas e intelectuais;

c) A participação efetiva das pessoas com deficiência em uma sociedade livre.

2. Para a realização desse direito, os Estados Partes assegurarão que:

a) As pessoas com deficiência não sejam excluídas do sistema educacional geral sob alegação de deficiência e que as crianças com deficiência não sejam excluídas do ensino primário gratuito e compulsório ou do ensino secundário, sob alegação de deficiência;

b) As pessoas com deficiência possam ter acesso ao ensino primário inclusivo, de qualidade e gratuito, e ao ensino secundário, em igualdade de condições com as demais pessoas na comunidade em que vivem;

c) Adaptações razoáveis de acordo com as necessidades individuais sejam providenciadas;

d) As pessoas com deficiência recebam o apoio necessário, no âmbito do sistema educacional geral, com vistas a facilitar sua efetiva educação;

e) Medidas de apoio individualizadas e efetivas sejam adotadas em ambientes que maximizem o desenvolvimento acadêmico e social, de acordo com a meta de inclusão plena.

3. Os Estados Partes assegurarão às pessoas com deficiência a possibilidade de adquirir as competências práticas e sociais necessárias de modo a facilitar às pessoas com deficiência sua plena e igual participação no sistema de ensino e na vida em comunidade. Para tanto, os Estados Partes tomarão medidas apropriadas, incluindo:

a) Facilitação do aprendizado do braille, escrita alternativa, modos, meios e formatos de comunicação aumentativa e alternativa, e habilidades de orientação e mobilidade, além de facilitação do apoio e aconselhamento de pares;

b) Facilitação do aprendizado da língua de sinais e promoção da identidade linguística da comunidade surda;

c) Garantia de que a educação de pessoas, em particular crianças cegas, surdocegas e surdas, seja ministrada nas línguas e nos modos e meios de comunicação mais adequados ao indivíduo e em ambientes que favoreçam ao máximo seu desenvolvimento acadêmico e social.

4. A fim de contribuir para o exercício desse direito, os Estados Partes tomarão medidas apropriadas para empregar professores, inclusive professores com deficiência, habilitados para o ensino da língua de sinais e/ou do braille, e para capacitar profissionais e equipes atuantes em todos os níveis de ensino. Essa capacitação incorporará a conscientização da deficiência e a utilização de modos, meios e formatos apropriados de comunicação aumentativa e alternativa, e técnicas e materiais pedagógicos, como apoios para pessoas com deficiência.

5. Os Estados Partes assegurarão que as pessoas com deficiência possam ter acesso ao ensino superior em geral, treinamento profissional de acordo com sua vocação, educação para adultos e formação continuada, sem discriminação e em igualdade de condições. Para tanto, os Estados Partes assegurarão a provisão de adaptações razoáveis para pessoas com deficiência.



Fonte: El País
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