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Autor Tópico: AUMENTO DE DADORES DE SANGUE AINDA É UM DESAFIO À SAUDE  (Lida 208 vezes)

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AUMENTO DE DADORES DE SANGUE AINDA É UM DESAFIO À SAUDE
28-08-2017 16:35:21

Maputo, 28 Ago (AIM) ? A Ministra da Saúde, Nazira Abdula, apontou como desafio o aumento do número de doações de sangue feitas por dadores voluntários e de repetição, em comparação com as necessidades dos doentes que demandam as unidades sanitárias, sobretudo nas zonas rurais.

Segundo Abdula, os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que a colheita de sangue através de dádivas voluntárias (e não remuneradas por meio de sistemas bem organizados de recrutamento de dadores) é mais segura, mais eficaz e eficiente.

A titular da pasta da saúde falava hoje, em Maputo, por ocasião do Dia Nacional do Dador de Sangue, que se assinala terça-feira no país, sob lema: ?Não Espere um Acidente Acontecer. O que Podes Fazer? Doar Sangue. Doa agora, Doar Regularmente?.

A efeméride, organizada pelo Serviço Nacional de Sangue (SENASA), é assinalada numa altura em que o perfil da doença no país é ainda dominado por um elevado peso de doenças transmissíveis. Todavia, as doenças não transmissíveis, nomeadamente as diabetes, cancro, hipertensão arterial e as doenças cardiovasculares estão a tornar-se uma grande preocupação na sociedade moçambicana.

?A celebração do dia nacional do dador de sangue tem por objectivo consciencializar a sociedade sobre a necessidade de maior comprometimento para a doação do sangue, da necessidade de não só esperar para doar em momentos de emergência, mas sim uma prática visando ajudar o próximo?, disse a ministra.

A transfusão de sangue, segundo a fonte, tem um papel crucial no salvamento de vidas humanas em todas as áreas dos cuidados de saúde, nomeadamente os cuidados prestados à mãe e criança, em particular nos casos de hemorragia durante ou pós-parto, anemias graves, vítimas de traumatismos e acidentes, no caso de catástrofes naturais e outros provocados pelo homem.

O quadro de doação de sangue desafia o sector a aumentar o número de doações voluntárias para que se tenha o líquido que, na óptica da OMS, é um medicamento vital para responder a demanda dos serviços materno-infantil, onde mulheres e crianças constituem o maior contingente e que mais têm necessidade.

No entanto, a directora do SENASA, Sara Salimo, disse que o serviço colectou, no ano transacto, um total de 130 mil unidades de sangue, das quais 45 por cento foram doações voluntárias, situação que mostra a necessidade de muito mais trabalho para reverter o quadro, porquanto a meta é atingir 100 por cento de doações voluntárias.

Segundo Salimo, só se pode afirmar que há reservas suficientes quando houver quantidades de todos os grupos sanguíneos, para responder a quaisquer pedidos que entram.

A título de exemplo, a fonte apontou que pode haver uma reserva de 200 unidades de sangue, mas se faltar o Grupo ?O? Negativo, significa que o stock não é suficiente, apesar das 200 unidades em conservação.

?O grupo ?O? constitui o grupo sanguíneo mais usado, mas consequentemente com casos de falta, e as pessoas de outros grupos sanguíneos também acabam recebendo quando não há sangue dos seus grupos?, explicou Salimo.

Para a directora, o medo, o desconhecimento das práticas do dador, assim como as crenças religiosas figuram entre os motivos que inibem as pessoas de fazer parte dos dadores. ?Alguns acham que estão sem sangue suficiente para doar, daí a importância de haver mais trabalho de sensibilização?.

A nível da capital, existe o Hospital Central de Maputo (HCM), a maior unidade sanitária do país, que tem o seu banco de sangue que faz as colectas.

No SENASA faz-se a colecta, processamento e envio para quatro hospitais (Mavalane, José Macamo, Hospital Provincial e ao Hospital Geral da Machava). O sangue ali processado também é enviado às outras províncias do centro e norte, sobretudo quando são grupos raros. A província de Cabo Delgado constitui, neste momento, a província mais crítica com menos doadores voluntários.


Fonte: sapo
 

 



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