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Amnistia Internacional quer que Portugal inclua direitos humanos nas decisões da pandemia


Foto: Anouk Antony

Ana TOMÁS

Organismo alerta para impactos negativos da pandemia em grupos vulneráveis e já enviou várias cartas ao Governo a pedir a criação de um comité.
Os números de Portugal têm descido semana após semana e nos últimos dias recuado aos valores de outubro, porém, ainda não há data para alívio das restrições e o Presidente da República já começou ouvir os partidos para a renovação do estado de emergência até 16 de março.

Esta segunda-feira o Governo reuniu-se novamente com especialistas das áreas da saúde e da epidemiologia para discutir a evolução da pandemia no país e antecipar condições para o futuro desconfinamento, mas ainda com o confinamento no horizonte. Por isso, a Amnistia Internacional Portugal defende que outros organismos sejam ouvidos na ponderação de decisões que têm penalizado duramente os grupos sociais mais vulneráveis.

"Apoiamos as medidas de segurança e saúde pública que têm sido desenvolvidas e acreditamos que o que é necessário fazer para proteger a população deve ser feito. Contudo, a par das reuniões de peritos nessa área, devia também haver reuniões de peritos em direitos humanos", diz ao Contacto, Maria Lapa, diretora de investigação daquela estrutura.

Desde o início da pandemia que a Amnistia Internacional defende a criação de um comité de monitorização dos direitos humanos e já enviou três cartas ao Governo a pedir a criação desse grupo, a última no final de janeiro, quando entrou em vigor o segundo confinamento geral em Portugal. Segundo Maria Lapa, esse comité seria composto por peritos, "no sentido académico e também por representantes das comunidades dos grupos mais vulneráveis, porque são eles que têm informação em primeira mão, importante e útil nestas situações".


CCDH critica introdução de teste negativo para quem chega de avião ao Luxemburgo
O objetivo deste grupo seria aconselhar o Governo, "ainda na fase em que as medidas de combate à pandemia estão a ser desenhadas", sobre o impacto que cada uma vai ter ou já está a ter em cada comunidade e no usufruto dos direitos humanos pelos cidadãos. Esse grupo, diz a representante da Amnistia, poderia contribuir, sugerindo "outras medidas" para ajudar a minorar consequências negativas, ao mesmo tempo que serviria para "divulgar informação e estatísticas, da parte do Governo, para mostrar como é que está ser gerido o impacto dos confinamentos nos direitos humanos, sobretudo das pessoas mais vulneráveis".

Na última carta enviada ao Executivo de António Costa, a Amnistia sinaliza alguns dos que foram particularmente atingidos durante a pandemia e cuja situação se agravou com mais um confinamento. Entre eles, Maria Lapa destaca o das pessoas com deficiência, "que viram serviços muito importantes para a sua autonomia, para o seu bem-estar e para o seu dia a dia, suspensos". "Isto inclui serviços de apoio à vida dependente, mas também terapias. Houve pessoas que regrediram na sua mobilidade física e também temos a informação de que houve pessoas com deficiência, institucionalizadas, que não saíram dos lares entre março e novembro. Aquele pequeno alívio que muitos de nós pudemos viver nos meses de verão, estas pessoas não puderam usufruir e agora estão novamente confinadas dentro desses espaços", refere, sinalizando que o emprego entre este segmento também recuou para os níveis de 2016, depois de uma evolução positiva.

Precários e muitas vezes esquecidos, os imigrantes são outro dos grupos em risco continuado nesta pandemia. "Houve, efetivamente, muitos que ficaram sem emprego e recebemos alguns pedidos de ajuda de pessoas que ficaram, de um momento para o outro, sem meios para alimentar as suas famílias. Pedidos bastante angustiantes e que parecem ter uma relação também com o aumento do número de sem-abrigo, que já se notou em 2020, pelo menos em Lisboa." Segundo noticiou o Público, no final do ano passado, mais de 140 pessoas passaram a pernoitar nas ruas em Lisboa, elevando para 356 as pessoas identificadas, pelas autoridades, nestas condições.

Outro dos segmentos populacionais cuja situação é preocupante, segundo a Amnistia, é o das mulheres, que viram os seus salários mais penalizados, em 2020, e viveram um agravamento da violência. "Temos dados que dizem que a violência doméstica aumentou durante a segunda vaga e que houve mulheres que sofreram violência doméstica pela primeira vez durante a pandemia". O cibercrime visando o sexo feminino também cresceu no último ano.

Mural em grafiti em homenagem às vítimas de violência doméstica, em Atenas, na Grécia.
A velocidade esconde-nos muita coisa
Outro grupo cuja exposição aos perigos da rede aumentou foi o das crianças, tendo os crimes sexuais contra menores, na internet, duplicado nesta fase. As crianças têm sido um dos segmentos que mais preocupações têm suscitado nas medidas tomadas contra a pandemia, com o fecho das escolas a ser solução de último recurso. "Tem não só impacto a nível da educação, como tem também impacto a nível social, porque as escolas funcionam como uma estrutura de apoio social muito importante. Há um seguimento que é feito por professores e funcionários que deixa de existir e uma criança que pertence a uma família mais frágil ou que tenha uma estrutura mais vulnerável vai estar particularmente exposta nesta altura", refere Maria Lapa.

Os governantes portugueses já sinalizaram que o desconfinamento deverá começar com a reabertura das escolas e, numa carta ao Executivo, centenas de médicos, professores, pais e investigadores pedem que essa reabertura aconteça de forma faseada a partir de 1 de março.

Aos grupos identificados, a que a Amnistia junta também os idosos e comunidades nómadas, como os ciganos, há situações transversais que passam pelas condições económicas e de habitação, que dificultam a própria capacidade de confinar. "Vimos notícias de pessoas sem condições para cumprir o isolamento, a dormir em guarda-fatos, no chão, porque tinham de se isolar dos seus familiares em casas pequenas onde isso não é possível", ilustra Maria Lapa.

Apesar das cartas enviadas ao Governo não terem tido, até agora, o seguimento pretendido, a Amnistia vai continuar a insistir na necessidade de atenuar os impactos negativos das medidas contra a pandemia nos mais vulneráveis. "Acreditamos que mais pode e deve ser feito e continuaremos a insistir nesse sentido, até que, finalmente, haja, por parte do Governo, alguma medida específica para dar aos direitos humanos a atenção que julgamos necessária."




Fonte: https://www.wort.lu/pt/sociedade/amnistia-internacional-quer-que-portugal-inclua-direitos-humanos-nas-decis-es-da-pandemia-6037be46de135b9236b117de?fbclid=IwAR1HhUWEPyLyPKb3MzGaA-iNeHZgLo_CHH1OAak0wP96sAcLNvV7BVE5XcA
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Mesmo sem braços e pernas, pai cria as duas filhas sozinho:
 “Melhor pai do mundo”




O paraguaio Pablo Acuña não tem nem pernas nem braços. Porém, as limitações não impediram esse pai de criar as filhas da melhor maneira possível.

Mãe abandonou as filhas
Isso porque a mãe das meninas abandonou as filhas quando a mais nova tinha meses de vida. O mundo desabou sobre a cabeça de Pablo, que teria que se virar para dar a melhor criação às filhas.
Para as filhas, Pablo nunca deixou faltar nada, e isso as faz sentir muito orgulho do pai que têm.
“Meu pai é meu mundo. Ele é meu amigo, confidente e é o melhor pai que eu poderia ter. Por isso deixei minha vida na Argentina e vim para casa para poder cuidar dele, porque minha avó não pode mais, ela está muito velhinha”, disse Elida, a filha mais nova de Pablo.
“Ele não pode se mover sozinho, depende de outra pessoa até para ir ao banheiro, mas pode atender o celular discando com o nariz e também usa o controle da TV da mesma forma”, acrescentou.


Filhas querem retribuir sacrifícios do pai
Pablo não mediu sacrifícios e agora é a vez das filhas retribuírem. Elida era um bebê de um mês quando sua mãe foi embora e jogou a responsabilidade nas costas de Pablo. Ela valoriza muito a bravura do pai e tudo o que fez por ela e pela irmã.
“Quando eu tinha quatro meses, minha mãe nos abandonou. Agora eu tenho 26 anos e minha irmã mais velha 29 anos. Meu pai e minha avó cuidaram de nós”, disse ela.
O mais difícil é pensar que nesse tempo todo, Pablo nunca aparentou estar triste na frente das filhas.
“Nunca vi meu pai triste. Ele está sempre alegre e me dá conselhos muito sábios, embora nunca tenha ido à escola. Ele é uma pessoa muito inteligente, eu o admiro. Ele é o melhor pai do mundo”, disse ela.



Pablo depende de carrinho de mão para se mover e sonha ter casa própria
Pablo teve problemas no parto e por isso nasceu sem os membros superiores e inferiores. Depende hoje de um carrinho de mão para poder se mover.



Apesar da idade, felizmente, Pablo nunca fez nenhuma doença séria e parece gozar de boa saúde. O seu maior sonho de vida é ter uma casa própria. Falta pouco.
“O desejo mais acalentado de meu pai é ter sua própria casa. Moramos de aluguel, o dono da casa onde moramos quer nos vender, o preço é de 95 milhões (guarani). O que falta neste momento são 8 milhões de guaranis (equivalentes a 1.155 dólares) para realizar o seu sonho”, disse Elida.
Torcemos para que esse dia chegue logo!
Tão bonita quanto essa história, é a história do pai que resolveu criar sozinho o filho com síndrome de Down após a mãe da criança decidir dá-lo para a adoção.


Fonte:razoesparaacreditar - Fotos:Divulgação

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Anedotas / Um advogado e um engeheiro
« Última mensagem por casconha em 26/02/2021, 19:31 »


Um advogado e um engenheiro estão a pescar no Caribe.
O advogado comenta.
Estou aqui porque a minha casa foi destruída num incêndio com tudo o que estava lá dentro.
O seguro pagou tudo. 
Que coincidência! - diz o engenheiro
A minha casa também foi destruída num terremoto e perdi tudo.
E o seguro pagou tudo.
O advogado olha intrigado para o engenheiro e pergunta
Como é que fez para provocar um terremoto?
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Avó britânica foge com namorado da filha após nascimento do neto


O tabloide londrino The Sun divulgou na semana passada (17) uma história que está causando comoção nas redes sociais: uma avó britânica fugiu com o namorado de sua filha, após esta ter dado à luz o seu segundo filho.
Georgina Aldridge, a avó de 44 anos, havia acabado de celebrar o seu décimo aniversário de casamento com seu marido Eric, quando conheceu o namorado da filha Jess, Ryan Shelton, de 26 anos. A filha havia descoberto que estava grávida do seu segundo filho e decidiu morar com os pais pouco antes da pandemia, para receber ajuda deles com as crianças.



Georgina, Jess e Ryan (Fonte: Jon Rowley/Reprodução)

Com pouco tempo de convivência, Jess começou a se sentir “desconfortável” segundo o jornal, ao ver sua mãe sua mãe “dando mole” e “se derretendo” pelo genro Ryan. A moça suspeitou que algo pudesse estar rolando entre os dois e os confrontou, mas ambos juraram que o seu relacionamento era inocente.
Meses após essa “acareação”, Jess deu à luz o seu segundo filho, Reuben, por meio de uma cesariana realizada no Gloucestershire Royal Hospital, no dia 28 de janeiro. Segundo o The Sun, ainda no hospital Jess recebeu uma mensagem de texto do pai do seu filho, terminando o relacionamento.



Fonte: Jon Rowley/Reprodução

As diferentes reações dos personagens do triângulo amoroso
Estarrecida pelos dois acontecimentos traumáticos, Jess “desabou” em casa, ao descobrir que o seu então ex-namorado havia se mudado para uma casa a 48 quilômetros de distância para viver com sua mãe Georgina. Avaliando também o impacto enorme que a traição causou no pai, Jess resumiu ao The Sun: “É uma coisa horrível o que mamãe fez”.
Cuidadora em um lar de idosos, Georgina parece não concordar com a opinião da filha. Quando finalmente Jess a confrontou, a vovó deu de ombros e disse: “Essas coisas acontecem. Não podemos escolher por quem nos apaixonamos”.



Fonte: Jon Rowley/Reprodução

Ryan fez duas visitas ao filho recém-nascido, mas na segunda vez foi muito apressado, segundo Jess porque sua mãe o aguardava no carro para se mudarem. Ele disse ao jornal Daily Mail não se importar com o que os outros pensam porque “não é da conta deles”. E reafirmou seu amor pela mulher que é avó de seus filhos


Fonte:megacurioso
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Filho de cão nasce com um olho, duas línguas e sem nariz
Mãe pode ter ingerido algo tóxico




Filhote de cachorro nasceu com um olho e sem nariz nas Filipinas Foto: Reprodução

Segundo o jornal Metro World News, um filhote de cachorro nasceu com apenas um olho, duas línguas e um focinho. Sua ninhada veio ao mundo no dia 6 de fevereiro e o cãozinho nasceu com má formação. Infelizmente, ele não resistiu e faleceu duas semanas depois do nascimento.
O animal ficou conhecido carinhosamente como Ciclope. Assim como a criatura mitológica, ele tinha seu olho no centro do rosto, onde deveria estar o nariz. Suas duas línguas estavam uma em cada canto da boca e o focinho logo abaixo do olho.
Mamãe de Ciclope teve dois filhotes; um saudável e o outro com má formação
O caso aconteceu nas Filipinas. Sua dona, Amie de Martin, ficou surpresa ao ver a aparência do filhote. Preocupada, ela percebeu que, por não ter nariz, o filhote não conseguia seguir o instinto de beber o leite da mamãe. Então, ela preparou uma bebida especial para que ele pudesse se alimentar.
Por quase duas semanas, ela conseguiu manter o filhote alimentado. Porém, ele ainda estava fraco, então Amie decidiu levá-lo ao veterinário. Ciclope morreu na noite seguinte por complicações respiratórias.



(Fonte: Facebook/Reprodução)

Segundo a veterinária, a mamãe pode ter ingerido alguma substância tóxica enquanto estava prenha, explicando o problema. Além disso, ela também já estava na menopausa, então outras condições hormonais também podem ter causado a má formação. Até o momento, não foi comprovada a razão.
Ciclope não foi o único, na verdade, a mamãe deu à luz dois cachorrinhos e seu irmão não teve nenhum tipo de complicação.
Amie decidiu não enterrar o filhote. Portanto, seu corpo está preservado em um caixão de vidro. Segundo ela, o objetivo é sempre se lembrar dele e de como ele lutou para ficar vivo apesar das adversidades.

Fonte:megacurioso


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Videos & Imagens / Re: Com jeito leva....
« Última mensagem por casconha em 26/02/2021, 17:34 »




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Cadeiras de rodas / Re: cadeiras de rodas manual em 2ª mão
« Última mensagem por Paulo em 26/02/2021, 15:29 »
Oi,

Ok, obrigado. Se o meu primo ainda precisar, irei te contactar! :cump:
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BCR SESIMBRA E UDI DINAMIZAM CONVERSAS ONLINE



Primeiro episódio dedicado ao panorama nacional da modalidade
COMPETIÇÕES
26 FEV 2021
O  e a União Desportiva para a Inclusão – UDI -, cuja colaboração conjunta pretende voltar a erguer uma equipa na margem sul do Tejo, lançaram um ciclo de debates online com o intuito de dar a conhecer a modalidade e captar o interesse de potenciais praticantes.

No dia 24 de fevereiro, quarta-feira passada, o primeiro episódio da rubrica “À conversa com…”, moderada por Ana Rita Santos, da UDI, juntou à mesa virtual o presidente do Comité Nacional de BCR, Augusto Pinto, o selecionador nacional A, Marco Galego, Hugo Maia, capitão do GDD Alcoitão e subcapitão da Seleção Nacional, função partilhada na equipa das quinas com Pedro Bártolo, treinador-jogador do Basket Clube de Gaia, o quarto convidado do painel.

O momento de partilha irá repetir-se nas últimas quartas-feiras de março e abril, na  de Facebook da UDI. O segundo episódio versará a atmosfera local, nomeadamente as valências da UDI no desporto adaptado e o respetivo enquadramento da cooperação com o BCR Sesimbra, por isso o BCR irá preservar o estatuto de tema dominante. Na terceira edição, o enfoque volta-se para a cena internacional, com quatro nomes, ainda por determinar, oriundos do topo do BCR Paralímpico.



Fonte: https://www.fpb.pt/noticia/bcr-sesimbra-e-udi-dinamizam-conversas-online/?fbclid=IwAR1x-9l1z2dEYJ_ciEcQ1-M27fjwvYojx6xfGYviz4Hy5VpjBYJI-R19lg4#



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Notícias de saúde / Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Última mensagem por migel em 26/02/2021, 14:43 »
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Seleção Brasileira realiza semana de preparação para os Jogos Paralímpicos

Atletas já classificados ou com possibilidades de classificação para Tóquio estarão reunidos até sexta-feira no Centro Paralímpico Brasileiro

Treino da equipe paralímpica antes da pandemia. Foto: Alê Cabral/CPB.


Por Assessoria de Imprensa - CBTM

21/02/2021 03h10

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) realiza, a partir desta segunda-feira (22), no Centro Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP), a I Semana de Treinamentos Preparatórios para os Jogos Paralímpicos de Tóquio. Esta ação, que acontecerá em mais oportunidades antes da Paralimpíada, reúne os atletas que já estão classificados ou que tenham chances de classificação para o torneio.

Em 2020, os paralímpicos chegaram a realizar este período de treinamentos, também em fevereiro. Com a pandemia, o planejamento foi interrompido. Aquela foi a última vez que o grupo se reuniu. Após a declaração de pandemia, apenas alguns atletas treinaram no espaço a partir de julho, em ambiente controlado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro, com rigorosos protocolos de segurança.

Para este período de treinamentos foram convocados Bruna Alexandre (F10), Cátia Oliveira (F2), Danielle Rauen (F9), Joyce Oliveira (F4), Carlos Carbinatti (M10), Israel Stroh (M7), Luiz Filipe Manara (M8), Paulo Salmin (M7) e Welder Knaf (M3), todos já com classificações asseguradas, além de Marliane Santos (F3), Claudio Massad (M10), Guilherme Costa (M2), Lucas Carvalho (M9) e Jennyfer Parinos (F9), com possibilidades de classificação.

Além destes, o atleta Fábio Silva (M3) estará no grupo, para ajudar na preparação e ganhar maior vivência com a Seleção para competições futuras. Thiago Pradella, atleta olímpico do Santo André/ADSA, atuará como sparing. A equipe contará também com o auxílio dos técnicos Paulo Molitor, Raphael Moreira e Andrews Martins, dos técnicos convidados Alexandre Ghizi e Celso Toshimi, do preparador físico Felipe Alves, e os assistentes de staff Luciano Possamai e Tayná Campos.

Paulo Molitor, técnico principal da Seleção Brasileira paralímpica, se mostra muito satisfeito com a oportunidade: “A expectativa é a melhor possível. Na situação que o mundo vive atualmente com a pandemia, conseguir reunir os atletas classificados para Tóquio e os que ainda buscam a vaga, num só local, por uma semana, é de suma importância. Com isso podemos trabalhar diversas formas de atividades. Vamos observar os atletas que não treinam no CT e buscar ajustes para que eles possam continuar o treinamento em suas cidades e continuarem o desenvolvimento deles. Vamos fazer rodízio entre eles, buscar jogadas diferentes e colocá-los para jogar bastante, pois estão sem competições há muito tempo”.

Os atletas treinarão em tempo integral entre segunda e sexta-feira, com atividades técnicas e físicas intercaladas. Para este período, a exemplo do que já acontece normalmente com os atletas que treinam no Centro Paralímpico, todos estão obedecendo ao protocolo estabelecido pelo CPB.


Fonte: https://www.cbtm.org.br/noticia/detalhe/98166?fbclid=IwAR3URZEEvKqma4DvOZ5l53yzwBgZAb_CEH7AqjqTjhwZW-BwZAZC5zrjwJ0



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