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Duvidas & Ajudas / Tempo de resposta da alfândega para isenção impostos
« Última mensagem por jpcs94 em Hoje às 01:55 »
Boas

Alguém sabe quanto tempo a alfândega demora a dar o aval da isenção dos impostos na compra de um carro novo, ou seja, o pedido após ser apresentado é deferido rapidamente ou nem por isso? Quanto tempo? E outra questão na concessionária dizeram-me que têm de apresentar na alfândega o atestado multiusos original e não uma fotocópia, é verdade? Dizem que exigem na alfândega. Sempre me dizeram para não deixar o atestado em lado algum somente fotocópia.
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Tipos de Doenças / SÍNDROME POSTURAL
« Última mensagem por AREZ em 16/02/2019, 02:48 »

Definição

A síndrome postural pode ser definida como a dor que se origina na região lombar sempre que os tecidos moles que circundam os segmentos lombares sejam submetidos a estresse mecânico prologado.

Características

    Há sempre dor intermitente.
    A dor é estritamente posicional e todos os movimentos continuam indolores.
    Há uma implicação do fator tempo na produção da dor: deve decorrer algum tempo, antes que a dor seja sentida.
    A dor é eventualmente produzida pela manutenção de certa postura ou posições.
    A dor é imediatamente abolida pela correção postural ou pela mudança na posição.
    Não está presente nenhuma patologia: não há perda de movimento ou deformidade.

Razões para o desenvolvimento

Na síndrome postural pura, a dor é produzida simplesmente pela aplicação de estresse prolongado sobre tecidos normais sadios. A carga estática das estruturas vertebrais exerce estresse mecânico anormal sobre os tecidos moles normais. A deformação mecânica resultante desses tecidos conduzirá eventualmente à dor.

Na coluna lombar, estresses posturais mais provavelmente afetarão os nociceptores nas cápsulas das articulações apofisárias e sacroiliacas e os ligamentos adjacentes aos segmentos vertebrais. Wyke (1980) postula que muito do suporte postural estático para a coluna lombar na posição ereta, sentada e em flexão total do corpo deriva mais da tensão elástica passiva dos ligamentos e aponeuroses anexas do que dos músculos paravertebrais. Esses tecidos conjuntivos, como as cápsulas das articulações apofisárias e sacroiliacas, são ricamente inervados por terminações nociceptivas. Conseqüentemente, sempre que estiverem sujeitos a estresses mecânicos anormais, produz-se imediatamente a lombalgia.

A carga estática da coluna vertebral ocorre durante a manutenção de posturas ou no exercício de atividades que exponham os tecidos moles que circundam os segmentos espinhais à tensão ou os ponham no fim da amplitude. Por exemplo, durante longos períodos em posição insatisfatória em pé, sentado, passando aspirador, tosquiando ovelhas ou cuidando do jardim.

A “síndrome do dedo arqueado”

McKenzie enfatiza que na síndrome postural pura nenhuma patologia está presente. Ele ilustra isso com a analogia da “síndrome do dedo arqueado”. Quando se inclina um dedo indicador para trás, aplicando-se sobrepressão com a outra mão, o dedo, mais cedo ou mais tarde, começa a doer. Uma vez que se aplique força suficiente por um período suficientemente longo, ocorre uma deformação mecânica simples das estruturas sensíveis à dor. Com aumento do estresse para posterior, a dor aumentará em intensidade. E quanto mais se mantenha a posição dolorosa, mais a dor tornar-se-á  disseminada e difusa. Quando o dedo retornar à sua posição normal de repouso, a dor desaparecerá. É absolutamente evidente que não existe nenhuma patologia nas circunstâncias acima. A dor é produzida quando os tecidos normais que contêm terminações nervosas nociceptivas são submetidas ao estresse mecânico e abolida tão logo este seja retirado.

O mesmo mecanismo de produção da dor pode ser aplicado à coluna vertebral e a dor lombar intermitente, muitas vezes, é causada dessa forma. No entanto, na coluna vertebral, os mecanismos do movimento articular são mais complicados e há mais estruturas que podem dar origem à dor do que no dedo. Freqüentemente, não é bem compreendido e reconhecido pelos médicos e fisioterapeutas que a dor possa estar presente na ausência de uma causa patológica. Conseqüentemente, aplicam-se com regularidade tratamentos inadequados. Nenhuma quimioterapia curará ou prevenirá dores que se originam puramente de deformação mecânica. Entretanto, uma ampla variedade de medicamentos é rotineiramente prescrita para um grande número de pacientes com dor lombar mecânica não-complicada.

Quadro clínico

Os pacientes com síndrome postural têm geralmente 30 anos de idade ou menos. Muitas vezes, têm uma ocupação sedentária e, em geral, fazem pouquíssimos exercícios físicos, faltando-lhes boas condições físicas. Um típico exemplo é a secretária, o escrevente ou o datilógrafo, que se queixam de dor que surge especialmente durante as horas de trabalho, mas que não existe quando eles estão praticando esportes e nos fins de semana.


O histórico revela que a dor ocorre intermitentemente.

O paciente com síndrome postural nunca tem dor constante. Geralmente, a dor só está presente em algumas horas, durante o período de 24 horas, mas, sob certas circunstâncias, ela pode desaparecer por alguns dias seguidos.

A dor postural aparece apenas em certas posições e não é produzida por movimentos. Mesmo os movimentos enérgicos, que podem submeter às estruturas espinhais ao grande estresse mecânico, não causam dor. Os sintomas surgem quando o paciente está inativo ou parado. Quando em atividade ou ocupação os movimentos que continuamente modificam a posição da coluna vertebral, o paciente não sente dor. De fato, as estruturas ligamentares e capsulares são capazes de suportar estresses mecânicos intermitentes sem que se inicie a dor quando são aplicadas forças dinâmicas, contanto que não sejam utilizadas forças excessivas. Mas elas não toleram o estresse mecânico constante, quando se aplicam forças estáticas por períodos prolongados.

A dor geralmente é sentida na região lombar, em um ou nos dois lados da linha mediana, mas pode irradiar-se para as regiões sacroilíacas e lombar superior. O paciente com síndrome postural nunca tem dor referida na coxa ou na perna. Além da dor lombar, o paciente pode queixar-se de desconforto nas regiões torácica e cervical.

Exame

Quando do exame, não se apresenta deformidade e os pacientes conservam mobilidade normal. Todos os movimentos têm um trajeto normal e os movimentos de teste, que em parte provocam sobrepressão passiva, demonstram não provocar dor. Posteriores exames clínicos, laboratoriais e radiológicos são negativos e todas as funções parecem normais.

O único resultado positivo será obtido quando do exame da postura do paciente momento do acometimento da dor. Como os sintomas não podem ser reproduzidos pela execução de movimentos ativos ou passivos, o paciente deve assumir e manter a posição que foi indicada como causadora da dor. Há  sempre a implicação do fator tempo na produção da dor postural e é necessário permitir que ele transcorra durante o exame. No acometimento da dor, o paciente geralmente exibe má postura, mantendo uma posição de tim de amplitude.

Quando a correção da postura defeituosa abole a dor, quase imediatamente, confirma-se a presença da síndrome postural.

Se não for possível reproduzir os sintomas durante a primeira consulta, o paciente deve ser instruído para avaliar a relação entre a postura e a dor através da correção da postura da próxima vez em que sentir dor.

Posturas implicadas

Posição ao sentar-se


Sentar-se é a causa mais freqüente da dor postural. Na síndrome postural, isso geralmente implica estar sentado e trabalhar arqueado ou em posições distorcidas. Motoristas de carros, caminhões e outros veículos, freqüentemente queixam-se de dores lombares durante longos e ininterruptos períodos ao volante.

Vários autores afirmam que,  quando uma pessoa se senta por poucos minutos, sua coluna lombar assume a posição de flexão total. Os músculos que suportam a região lombar nessa posição logo ficam cansados e relaxam. Daí por diante, o suporte postural estático é exercido pelas estruturas ligamentares. O excessivo estiramento dessas estruturas induz à deformação mecânica e resulta em dor postural. Portanto, a fadiga ligamentar sucede a fadiga muscular.

Uma boa postura ao sentar-se mantém as curvaturas espinhais normalmente presentes na posição ereta ativa, em pé. Qualquer postura que reduza ou acentue as curvaturas espinhais aponto de superestirar as estruturas ligamentares é uma má postura ao sentar-se. Em geral, sentar-se por longos períodos resulta em relaxamento da postura, flexionando-se a coluna. A posição sentada relaxada, portanto, tende a tornar-se uma postura defeituosa.

Fatores ambientais tais como projeto ergonômico deficiente da maioria dos assentos domésticos, comerciais e de transporte disponíveis podem contribuir para a adoção de más posturas ao sentar-se e para o desenvolvimento de dor postural. É necessário um esforço considerável para sentar-se corretamente em cadeiras mal projetadas e, muitas vezes, é simplesmente impossível sentar-se corretamente. No entanto, a postura de uma pessoa sentada não depende apenas do projeto da cadeira, mas também de hábitos individuais quanto à maneira de sentar-se e das tarefas a serem executadas, enquanto se está sentado.

Posição ereta

Ficar em pé por muito tempo pode também induzir à dor postural, mas é uma causa menos freqüente do que ficar sentado. Uma das razões é que, ao se ficar em pé, há mais oportunidade para alterar estresses posturais e é mais simples conseguir uma mudança na posição do que quando se está sentado.

 Assim como ficar sentado por longo tempo, ficar em pé por muito tempo resulta em  relaxamento, e os segmentos lombares inferiores entram em extensão. A posição ereta relaxada, portanto, tende a tornar-se uma posição deficiente, na qual certas estruturas ligamentares estão sendo superestiradas. Essa categoria de pacientes, muitas vezes, ficam em pé com uma lordose excessiva, como se estivessem “pendurados” em seus ligamentos, com a coluna lombar em posição de fim de amplitude.

A dor postural na posição ereta pode ser o resultado de:

Carga estática da coluna lombar na flexão. Isso ocorre nas ocupações e atividades de trabalho que implicam freqüentes e prolongadas posições inclinadas ou ficar em pé em posições permanentemente distorcidas.
    Ficar em pé relaxadamente por longo período com a coluna lombar em extrema extensão, especialmente mulheres que usam sapatos de saltos altos e em estado avançado de gravidez.

Posição deitada

O ato de deitar-se raramente causa problemas para os pacientes que têm síndrome postural pura. Esse pacientes tem uma amplitude completa de movimentos na coluna lombar e não há patologia articular intervertebral. Nas posições deitadas normais não é imposto estresse mecânico extremo aos tecidos moles que circundam os segmentos lombares. Geralmente, ocorre uma posição antes que determinada posição se torne dolorosa.

Se uma pessoa acorda de manhã regularmente com dor lombar que passa relativamente depressa e não reaparece até a manhã seguinte, é necessário analisar a superfície sobre a qual a pessoa se deita e as posições que ela assume, enquanto está deitada. Dormir permanentemente em leitos com colchões sem firmeza pose impor estresses tão fortes aos tecidos moles que circundam os segmentos vertebrais que ocorre deformação mecânica com resultante dor postural.

Resumo de um tratamento geral

Para que o autotratamento e a profilaxia sejam bem-sucedidos, o paciente deve ter uma boa compreensão dos mecanismos que produzem e eliminam a dor postural. Ele deve estar completamente ciente dos seguintes fatores:

Quando forem mantidas posições de estresse e de fim de amplitude por longos períodos de uma só vez, alguns tecidos moles que circundam as articulações vertebrais estarão sendo fortemente estirados (analogia com a “síndrome do dedo arqueado”).
A manutenção de posições de estresse pode eventualmente induzir à dor postural.
Para aliviar a dor postural é preciso apenas fazer cessar o estresse que envolve os tecidos moles (analogia com a “síndrome do dedo arqueado”).
Para prevenir a dor postural é preciso apenas interromper as posições estáticas antes que a dor tenha oportunidade de evoluir.

O tratamento consiste basicamente na correção postural. Como todos os pacientes com dor postural pura são capazes de se tratar com bons resultados, a aplicação de tratamento especial nunca é indicado. Os humanos têm a tendência natural de sentar-se mal, com a coluna lombar em posição relaxada. Por conseguinte, a posição sentada deve sempre ser corrigida nos pacientes com síndrome postural. De fato, à exceção dos pacientes com distúrbios anteriores, todos os pacientes com dor lombar causada por má postura, disfunção ou distúrbio demandam a correção da posição sentada. Idealmente, a postura correta ao sentar-se deveria ser ensinada em um estágio inicial da vida, em casa e na escola, como medida preventiva. Deveria parecer lógico incluir a correção da postura sentada no curriculum escolar regular como parte da educação física. No entanto, isso implicaria extensiva informação do público em geral, pais e professores em particular, com relação à profilaxia dos problemas espinhais mecânicos. A prevenção da dor lombar recebe muita atenção e freqüentemente se afirma que é de vital importância, mais infelizmente ainda se dá mais ênfase ao tratamento da dor lombar existente em vez de se direcionar efetivamente bastante energia para a profilaxia.

Além da correção da má postura ao sentar-se, é necessário advertir os pacientes quanto ao arranjo dos assentos. O uso de superfícies não-deslizantes no assentos pode contribuir consideravelmente para prevenir a posição relaxada ao sentar-se, provocada pelo deslizamento da pelve sobre a cadeira.

Indica-se a correção da posição ereta em um grande número de pacientes com síndrome postural. É particularmente importante para as mulheres durante e após a gravidez, pois, nelas os estresses mecânicos alterados da gravidez afetam muitíssimo a região lombar e freqüentemente induzem à dor postural. Durante a gravidez, o volume e o peso do conteúdo abdominal aumentam gradualmente. A fim de manter o equilíbrio, durante os atos de permanecer em pé e caminhar, a gestante inclina-se cada vez mais para trás a partir da cintura. O ajuste postural resulta em um andamento da lordose lombar. Nas últimas semanas de gravidez, a lordose pode tornar-se excessiva, conduzindo a um superestiramento dos tecidos moles que circundam as articulações lombossacrais. O ajuste postural que se desenvolveu durante a gravidez, muitas vezes, continua presente como defeito postural após o parto, a menos que se faça um esforço consciente para corrigir a posição ereta portanto, a correção da posição ereta deveria ser incluída nos programas educacionais pós-parto e fazer parte dos exercícios regulares pós-natais.

É necessário que haja uma perfeita educação e informação com vistas à prevenção da recorrência da dor postural, ao lado da correção postural. Deve-se dar ênfase a evitação de posturas e posições de fim de amplitude que anteriormente induziram à dor postural, assim como à interrupção de posições estáticas em intervalos regulares antes que a dor surja. Uma vez que os pacientes estejam aptos a eliminar a dor postural pela correção de posturas defeituosas, deve ser igualmente que eles previnam o acometimento de dor similar, evitando posturas defeituosas. Essa é a essência de um autotratamento e de uma prevenção bem-sucedida da dor postural.

É crença geral que os pacientes que tem maus hábitos posturais demandam um programa de exercícios de fortalecimento. A correção da postura não será conseguida pela execução de exercícios dinâmicos de fortalecimento muscular. A correção da postura não será conseguida pela execução de exercícios dinâmicos de fortalecimento muscular. Os músculos responsáveis pelo suporte estático da coluna vertebral somente ganharão força através da manutenção da função estática especifica que estão destinados a exercer. No entanto, os pacientes que demonstrem ser carentes de exercícios físicos  e estejam em má forma física dedvem ser aconselhados sobre os métodos para aumentar a tolerância  a exercícios e para melhorar a boa forma física geral.

Conseqüências da negligência postural


Após um tratamento bem-sucedido do paciente com síndrome postural, devem ser discutidas as conseqüências da negligência postural, a fim de prevenir o desenvolvimento de disfunção e distúrbio devido aos maus hábitos posturais em estágios ulteriores.

Os maus hábitos posturais constituem-se em uma das principais razões para o desenvolvimento de alterações não-funcionais nos tecidos moles que circundam os segmentos espinhais. Quando são mantidas certas posturas defeituosas por longos períodos de tempo, perde-se simultaneamente a capacidade de executar certos movimentos. A negligência postural pode eventualmente induzir à disfunção irreversível, resultando em uma perda permanente de movimento e função e possivelmente no desenvolvimento de deformidade postural.

O modo como os hábitos posturais deficientes podem contribuir para o desenvolvimento do distúrbio do disco será discutido em outro capitulo.

Deve-se enfatizar que o desenvolvimento do encurtamento adaptativo e do distúrbio como resultado da má postura pode, em grande parte, ser prevenido pelo exercício regular da correção postural e de movimentos apropriados de fim de amplitude.


Texto com direitos de :  adrianobamara
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Apresentações & Regras / Re: Bem vindo Paulo César
« Última mensagem por suscoelh@ em 15/02/2019, 16:27 »
Bem vindo! Participa, diverte-te e divulga.

Ajuda a ajudar.
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Duvidas & Ajudas / Re: PSI e IRS (declaração rendimentos do ISS)
« Última mensagem por SLB2010 em 15/02/2019, 16:26 »
Olá, está quase no final do guia prático.

 22. Os valores que recebo da Segurança Social a título de Prestação Social para a Inclusão devem ser declarados para efeitos de IRS?
R: Não. Não necessita de declarar para efeito de IRS, os valores recebidos de Prestação Social para a Inclusão.
Guia Prático – Prestação Social para a Inclusão – Componente Base e Complemento (8003 – v1.07)  página 25.
Abraço

Obrigado jotatjota :good:
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Duvidas & Ajudas / Re: PSI e IRS (declaração rendimentos do ISS)
« Última mensagem por jotatjota em 15/02/2019, 15:54 »
Olá,

Reparei na minha declaração de rendimentos de 2018 que a PSI não está contabilizada.

Será que isto significa que não tenho de declarar esse rendimento para efeitos de IRS?

Não encontro referência a isso no guia.

Cpts

Olá, está quase no final do guia prático.

 22. Os valores que recebo da Segurança Social a título de Prestação Social para a Inclusão devem ser declarados para efeitos de IRS?
R: Não. Não necessita de declarar para efeito de IRS, os valores recebidos de Prestação Social para a Inclusão.
Guia Prático – Prestação Social para a Inclusão – Componente Base e Complemento (8003 – v1.07)  página 25.
Abraço
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Vídeo: Jovem com paralisia cerebral levanta 90 kg no peso morto



Veja o vídeo mais viral dos últimos tempos sobre paralisia cerebral. Isto é uma tremenda demonstração de força de vontade!

O jovem Miles "Smiles" Taylor, um rapaz de 24 anos com paralisia cerebral, superou todos os seus limites. E está a ‘influenciar’ o mundo inteiro com o seu exemplo. No vídeo que lhe mostramos agora, Miles levanta 90 kg em peso morto: pouco mais que o dobro do seu peso. Impressionante! "Em cada 1.000 bebés que nascem, dois podem ser afetados por Paralisia Cerebral" Paralisia cerebral: o que é? Segundo a Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral ...


Fonte e video: https://www.ojogo.pt/mens-health/interior/video-jovem-com-paralisia-cerebral-levanta-90-kg-no-peso-morto-10568773.html
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Atletismo Adaptado – José Azevedo obtém a MELHOR MARCA MUNDIAL em 3.000 mts

 
Competindo no passado domingo no Campeonato Nacional Absoluto nos 3.000 mts em Pista Coberta, o nosso Atleta de Atletismo Adaptado, José Azevedo, obteve a marca de 8:26.11, o que constitui a MELHOR MARCA MUNDIAL da distância em Atletismo Adaptado.

Parabéns a este nosso excelente Atleta, que na época passada esteve presente no Campeonato da Europa de Atletismo Adaptado, por mais este extraordinário resultado que muito contribui para dignificar e prestigiar o Boavista FC.



Fonte: https://www.boavistafc.pt/pt/noticias/go/0/atletismo-adaptado-boavista1
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Reassentamento é a última esperança para irmãos sírios tetraplégicos

Publicado em 13/02/2019Atualizado em 13/02/2019


Com paralisia cerebral, os irmãos sírios Wafika e Taha precisam de cuidados médicos especializados, além de um local de moradia com acessibilidade. A família dos dois vivendo há seis anos no Egito, com poucos serviços adequados aos filhos.

A mãe Mayssa vê no reassentamento – a transferência para um terceiro país com capacidade para atender às suas necessidades – uma última esperança. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).


Da esquerda para a direita, os refugiados sírios Taha, seu pai Samir e a irmã Wafika, no Cairo. Foto: ACNUR/Houssam Hariri

Sentada na ponta de sua cama, Mayssa conta nos dedos os afazeres: acordar as crianças, trocar suas fraldas, dar banho e alimentá-los. Suas tarefas parecem típicas de uma mãe cuidando de filhos pequenos, só que os dela têm 35 e 23 anos de idade.

Wafika e Taha, dois dos seis filhos de Maysaa, nasceram com paralisia cerebral, uma condição neurológica que afeta a visão, fala e audição, assim como o movimento em todos os membros do corpo.

“Quando fico doente e não posso cuidar deles, fico muito desesperada. Eu gosto de dar a eles tudo de que precisam”, diz Maysaa.

Originalmente de Damasco, na Síria, Maysaa, o marido Samir e os filhos levavam uma vida simples. Samir dirigia um caminhão em locais de construção, o que era suficiente para alimentar a família e arcar com os custos dos cuidados dos filhos. Amigos e parentes também ajudavam na rotina.

Mas, depois que a guerra na Síria eclodiu em 2011 e a situação no país se tornou mais precária, a família foi forçada a se mudar repetidas vezes.

Depois de escapar por pouco de bombardeios em 2013, eles buscaram refúgio no Egito, estabelecendo-se nos subúrbios da Grande Cairo. Cuidar de Wafika e Taha se tornou mais desafiador.

Refugiados com deficiência podem estar entre os mais marginalizados, e suas vulnerabilidades são frequentemente agravadas pelo deslocamento forçado. O isolamento e a percepção de que eles são um fardo podem comprometer sua dignidade, segurança e acesso a serviços.

Apesar de medidas recentes para aumentar a acessibilidade para pessoas com deficiência, muitos edifícios e ruas no Egito ainda não estão equipados com recursos básicos, como rampas e entradas acessíveis. A área onde a família de Maysaa vive atualmente é um desses lugares sem infraestrutura adequada.

“É difícil movê-los nas cadeiras de rodas porque as estradas aqui não possuem acessibilidade”, Maysaa explica. Para Wafika e Taha, isso acaba significando o confinamento em seu apartamento modestamente mobiliado, com poucas chances de desfrutar de prazeres simples, como absorver o sol e sentir a brisa no rosto, como faziam em casa.

“Na Síria, nós costumávamos levá-los ao parque ou à praia a cada duas semanas”, lembra Samir.

“Sentíamos eles ficando melhores, eles riam. Ano passado, meu irmão nos convidou para a praia e eles ficaram tão felizes”.

Foi a única viagem do tipo que eles fizeram em seus seis anos no Egito.

A mobilidade restrita é apenas um dos desafios que a família vive ao cuidar dos filhos. Apesar de receber assistência financeira mensal da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a família tem que sobreviver com 376 dólares – em torno de 1,4 mil reais – por mês.

O Egito atualmente abriga mais de 244 mil refugiados e solicitantes de refúgio. Mais da metade são da Síria e a maioria é considerada muito vulnerável. Quase 85% dos domicílios não têm recursos básicos para satisfazer às necessidades diárias dos refugiados. Frequentemente, essas pessoas têm de pedir dinheiro emprestado a vizinhos e amigos.

Maysaa deposita as suas esperanças para Wafika e Taha no reassentamento em um terceiro país, onde eles possam ter o atendimento especializado de que precisam.

O ACNUR têm recursos limitados para oferecer cuidados específicos para pessoas com deficiência no Egito. Com isso, muitos refugiados veem o reassentamento como sua única opção.

“Eles precisam de cuidadores experientes e centros comunitários especiais que possam ajudá-los”, diz a mãe. “Eles são um pedaço da minha alma. Eu (lhes) daria os meus olhos se pudesse.”

O aumento da oferta de locais de reassentamento não apenas daria proteção e soluções que salvam vidas para quem fosse transferido, mas também liberaria recursos para o ACNUR em países de acolhimento.

Em 2017, havia 19,9 milhões de refugiados entre a população sob o mandato do ACNUR no planeta. Desse grupo, 1,2 milhão precisava de reassentamento. Mas apenas 75,2 mil vagas de reassentamento foram disponibilizadas – valor que representa uma queda de 54% em comparação com 2016 (163,2 mil).


Fonte: https://nacoesunidas.org/reassentamento-e-a-ultima-esperanca-para-irmaos-sirios-tetraplegicos/
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Outros / Outra face do Desporto
« Última mensagem por SLB2010 em 15/02/2019, 14:57 »
Outra face do Desporto


opiniao@newsplex.pt

Esta semana tomaram posse os novos órgãos sociais do Special Olympics. Uma cerimónia simples mas de enorme significado, com meia dúzia de pessoas a assistir. Teve lugar nas instalações do Comité Olímpico de Portugal, à Ajuda, com a presença do presidente, José Manuel Constantino, e do secretário de Estado da Juventude e Desportos, João Paulo Rebelo.

Os discursos proferidos por ambos foram surpreendentes. Foram muito mais que discursos de circunstância. Foram palavras de amor a uma causa que ambos conhecem por razões distintas.


Foram discursos de quem sabe do que fala, dos problemas da deficiência em Portugal, das dificuldades de integração dos deficientes na sociedade, da falta de apoio tantas vezes sentida por quem diretamente enfrenta esta realidade.

Ao ouvirmos este jovem secretário de Estado ficamos com esperança de que a sua presença não tenha sido apenas simbólica - antes seja prenúncio de apoio constante a uma causa transversal, de apoio à prática do desporto por pessoas deficientes.

Soubemos que, para já, existe um apoio à deslocação da comitiva de 33 atletas que irá representar Portugal nos Jogos Mundiais de Abu Dhabi já em março, em modalidades tão distintas como atletismo, ginástica, futebol, judo, natação, golfe, ténis de mesa ou equitação. Tenho pena que as medalhas que estes jovens ganham e que justificadamente exibem à chegada não tenham um décimo das notícias relativas à lesão de um jogador de futebol de um qualquer clube.

No seu discurso de posse, Dias Ferreira, de novo reeleito presidente da Direção, disse a Eduardo Barroso, novo presidente da Assembleia Geral, que - tal como acontecera com sua tia, Maria Barroso - esperava ter o prazer de estar com ele nessa chegada dos atletas no regresso de Abu Dhabi, para poder perceber a alegria desses jovens que, dando amor a uma causa, merecem receber o amor de todos nós no regresso a Portugal. Sabemos que irão trazer medalhas olímpicas, mas muito mais que a conquista de medalhas será para eles o orgulho de vestirem a camisola das quinas em representação do país.

Uma palavra final para Fernando Seara, que me irá substituir nas funções de presidente do Conselho Fiscal, cargo que desempenhei durante cerca de 9 anos. Espero que venha também a possuir esse sentimento de pertença a esta causa de servir a sociedade no apoio real à deficiência - com a vantagem de uma maior notoriedade pública, que só poderá trazer benefícios a estes grandes atletas que são exemplos para outros profissionais… que apenas olham para a camisola nacional como um trampolim para melhores contratos.

 

P.S. - Assunção Cristas proclamou o apoio do CDS a Marcelo, depois de este ter admitido a sua recandidatura à Presidência num momento de exaltação - como o anúncio da realização em Portugal, em 2022, das Jornadas Mundiais da Juventude. De que teve receio Assunção para este apoio tão antecipado quanto extemporâneo? Que a Aliança possa lançar um candidato, refletindo o descontentamento de uma direita que elegeu Marcelo e não se conforma com o seu permanente apoio ao Governo de António Costa (que, sussurrante, quer fazer de Marcelo o ‘candidato da esquerda’)? Ou apenas quis relembrar a Marcelo quem o elegeu?


Fonte: https://sol.sapo.pt/artigo/646625/outra-face-do-desporto
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Braga cria dispositivo turístico para pessoas com deficiência auditiva, visual e motora

14 Fevereiro 2019 - 10:49
© CM Braga



Braga apresentou, esta quarta-feira, o projeto “Go More” para pessoas portadoras de deficiência auditiva, visual e motora, com informação sobre alguns locais de interesse de Braga.

O projeto, apoiado pelo Turismo do Porto e Norte de Portugal em 85%, resultou na criação de um dispositivo similar a um smartphone chamado “Swip”, com informações, em formato escrito e áudio, de 25 locais/monumentos em Braga, como a Igreja dos Congregados, o Santuário do Bom Jesus ou o Arco da Porta Nova, bem como Igreja do Pópulo, Palácio dos Biscaínhos, Praça do Município, Jardim de Santa Bárbara, Lao do Paço, Sé Catedral, Igreja de S. Tiago, Nossa Senhora da Torre, Capela de S. Bentinho, Igreja de S. Marcos, Palácio do Raio, Igreja De Santa Cruz, Casa dos Crivos, Arcada, Termas Romanas da Cividade, Fonte do Idolo, Rua da Violinha, Sameiro, Domus da Escola Velha da Sé e Capela e Largo de S. João da Ponte.

Com este equipamento, o turista portador de deficiência percorre os locais e fica a conhecer a história dos mesmos, nos idiomas português, inglês e castelhano.

Segundo o presidente da união de freguesias de Maximinos, Sé e Cividade, o projeto custou quase 200 mil euros e surgiu de uma candidatura a um programa do Turismo de Portugal, que financiou o “Go More” entre 85 a 90% do valor.

Luís Pedroso sublinhou que a iniciativa é um pontapé de saída na vontade de pensar um turismo mais inclusivo em Braga. O autarca destacou o pioneirismo do projeto e demonstrou o desejo em aumentar as áreas em que o dispositivo “Swip” actua, nomeadamente nos TUB.

O vereador Altino Bessa assinalou o pioneirismo da UF de Maximinos, Sé e Cividade, unindo as várias forças políticas e destacou que se o “Go More” tivesse sido feito há mais tempo, Braga teria vencido o galardão de melhor destino europeu. “Se tivesse sido lançado antes, provavelmente seríamos o primeiro destino europeu. É um projecto que se direcciona a todos, é verdadeiramente inclusivo. É um projecto de atracção turística, não só para os residentes mas também para aqueles que nos visitam”, esclareceu.

A ferramenta digital foi apresentada no Museu D. Diogo de Sousa e contou com a presença de Luís Pedroso, presidente da UF Maximinos, Sé e Cividade, Altino Bessa, Vereador do Turismo da Câmara Municipal de Braga e técnicos das entidades que escreveram os conteúdos e realizaram o SWIP, aparelho que pode ser levantado no Posto de Turismo de Braga.

O projeto foi desenvolvido pela União de Freguesias Maximinos, Sé e Cividade em parceria com a Associação de Ocupação Constante (ADOC) e a empresa PixelMuries, ambas sediadas em Braga.


Fonte: https://semanariov.pt/2019/02/14/braga-cria-dispositivo-turistico-para-pessoas-com-deficiencia-auditiva-visual-e-motora/

 
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