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Notícias de saúde / Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Última mensagem por Pantufas em 09/07/2020, 16:11 »
Deficiência. “Temos de testar mais para evitar surtos”

07 jul, 2020 - 16:58 • Ângela Roque

Instituições precisam de “apoio concreto” para testar utentes e funcionários e evitar situações como as que têm acontecido nos lares de idosos, alerta o diretor técnico do Instituto da Imaculada, que apoia crianças e jovens deficientes profundos. Em entrevista à Renascença Pedro Rodrigues diz que o Estado não olha devidamente para estas situações, mas que as autarquias podem e deve ajudar mais.

Utente do Instituto da Imaculada, uma ordem religiosa que cuida de pessoas com deficiência. Foto: Facebook IM

Quando o Instituto da Imaculada abriu portas, em 1933, em Lisboa, destinava-se apenas a crianças e jovens surdos, mas com a escola inclusiva a dar resposta a estas casos, em 2002 alargou o apoio. “Só trabalhamos com deficiência profunda, paralisia cerebral, quem tem défice cognitivo com outras problemáticas associadas, sendo as mais comuns o autismo, numa situação não verbal e com dificuldade de adaptação a um contexto de sala de aula normal, e situações de multideficiência”, explica à Renascença o diretor técnico, Pedro Rodrigues.

Sob a orientação das Irmãs Franciscanas da Imaculada, esta Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) tem atualmente três grandes valências, a educação especial (primeiro ciclo e pré-escolar) é frequentada por 30 a 33 crianças, no máximo, encaminhadas preferencialmente pelo Ministério da Educação. O Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) tem 37 utentes e lista de espera, e é tutelado pela Segurança Social, tal como o Lar de apoio, que acolhe crianças e jovens dos 6 aos 18 anos, de segunda a sexta-feira. Aqui, a lotação é de 22 utentes, mas esse número irá ser reduzido, por causa da pandemia. “Estamos a preparar a reabertura e parte das medidas de prevenção implicam uma redução da lotação, para aumentar as distâncias de segurança e implementar os procedimentos de segurança”, explica Pedro Rodrigues.

No CAO vão tentar manter o número de utentes, mas com alterações. “Vamos abrir mais um espaço, seguindo as recomendações da Segurança Social, e distribuir um grupo por duas salas. Portanto, mantemos os 37, mas em vez de termos quatro salas a funcionar, vamos ter cinco”, o que implica mais pessoal para além dos 35 funcionários que atualmente têm. “Já fizemos mais duas contratações e renovámos uma terceira, portanto vamos ter mais pessoas para fazer esta rotação pelas salas”, diz Pedro Rodrigues, para quem a grande preocupação é a segurança dos utentes e dos trabalhadores, que vão continuar a receber formação, até durante as férias. “Isto está a ser muito exigente para os nossos funcionários, que estão a dar o melhor de si, mas a maioria vai estar em formação na primeira semana de agosto, exatamente para prepararmos a reabertura em setembro”.


Desde que reabriram, em maio, apenas para um terço dos utentes, que seguem todos os procedimentos de segurança. “Estamos a fazer controlo de temperaturas à entrada, utilização de luvas, máscaras e de batas, ou seja, a roupa só é utilizada aqui dentro”. Até agora houve um único caso positivo. “Foi detetado antes de reabrirmos, quando fizemos o despiste a todos os alunos e utentes, surgiu um utente positivo, que já não retornou”, revela Pedro Rodrigues, que não esconde a preocupação. “Um dos nossos grandes receios, e de instituições como a nossa, é o risco do surto, de entrar um caso positivo que não consigamos detetar, e de repente passa a vários casos. Aí, instituições como a nossa não têm alternativa senão fechar, pelo menos durante algum tempo, para interromper as cadeias de transmissão”.


Testar é urgente
Pedro Rodrigues diz que as instituições que acolhem deficientes têm de ser apoiadas para testar utentes e funcionários, se se quiser evitar surtos como os que têm acontecido em lares de idosos. “Nós, Instituto da Imaculada, estamos a fazer o possível para fazer a nossa própria campanha de testes preventivos, mas não estamos a receber as garantias de financiamento para poder manter isso durante muito tempo”. Diz que as autarquias podem e devem ajudar mais “porque têm mais recursos humanos”, e deixa o apelo: “Nós, que estamos no terreno, ao longo deste próximo ano vamos precisar de apoio concreto, e eu gostava que esse apoio chegasse antes de apareceram os casos positivos, porque quando começarem a aparecer já pode ser tarde para algumas pessoas. Se conseguíssemos antecipar íamos conseguir poupar vidas”.

Pedro Rodrigues reconhece que o Estado “está a fazer o que pode”, mas é preciso agilizar procedimentos e decisões. “Quando entramos em contacto com a Direção-Geral de Saúde, com o Ministério da Educação ou com a Segurança Social, percebemos que a estrutura e a capacidade de acompanhamento dos técnicos que têm é muito reduzida”.

“O Estado manteve alguma linha de financiamento, mas houve e continua a existir dificuldades em articular e perceber, em tempo útil, as necessidades que nós, instituições, temos”. E dá como exemplo a preparação do próximo ano letivo. “Só para ter uma ideia, nós fazemos encomendas de dois mil e três mil euros de EPIS (Equipamentos de Proteção Individual), e essa verba ainda não está assegurada, portanto, estamos a fazer aqui um esforço e uma ginástica. No nosso caso recebemos algum apoio financeiro da Junta de Freguesia da Estrela, que é a instituição pública que mais nos tem apoiado nesta fase, mas sinto que a Câmara Municipal, a Segurança Social, a Direção-Geral de Saúde e o Ministério da Educação deviam fazer mais”.


“Poucas famílias conseguiram manter terapias e houve perda de capacidades”
O Instituto da Imaculada teve de encerrar a 16 de março e só reabriu parcialmente a 25 de maio, um intervalo de tempo que se revelou demasiado longo. “Há famílias que têm muita dificuldade em lidar 24 sobre 24 horas com uma criança, um jovem ou um adulto completamente dependente, e muitas começaram a entrar em crise. Se adicionarmos a isso o facto de algumas terem carências sociais, pode ficar mesmo muito complicado. Até mesmo a questão da alimentação. Tivemos meninos a voltar, não vou dizer subnutridos, mas em piores condições do que quando foram, mas neste momento já começam a recuperar em termos de peso e higiene”, conta o responsável pela instituição.

Pedro Rodrigues explica que enquanto estiveram encerrados não deixaram de apoiar as famílias à distância, mas perceberam que não era eficaz. “Já ativámos um serviço de apoio domiciliário, mas temos algumas limitações em termos de recursos humanos”. Também aqui tem valido a ajuda da Junta de Freguesia da Estrela, que assegurou apoio alimentar a cerca de 20 famílias que ali têm os filhos, e permitiu as visitas a casa. “Em maio começámos a fazer algumas visitas domiciliárias a famílias que têm crianças com multideficiência e que têm de fazer adaptações de posturas, fazer a higiene. Então, os nossos técnicos vão lá e definem um protocolo de procedimentos, como dar banho, como vestir, como fazer higiene da melhor forma possível”.

O objetivo é que as crianças não percam o que já tinham ganho com as terapias que recebem habitualmente no Instituto, mas não tem dúvidas em afirmar que nesta fase “muito poucas famílias conseguiram manter um regime de apoios e terapias em que existia ganho, e a maioria vai ter perdas de capacidades”.


Aulas à distância? “Estas crianças precisam de apoio presencial”
Pedro Rodrigues lamenta que a realidade dos deficientes e das instituições que os apoiam sejam muitas vezes ignoradas pelo Estado, e dá como exemplo a solução das aulas à distância, que não servem para alunos com deficiência profunda, como são os que o Instituto da Imaculada acolhe, e que não podem ser esquecidos. “Estas crianças e jovens têm que ser colocados no mapa. Quando as pessoas fazem uma lei a nível nacional pensam nos alunos que têm características mais comuns, mas pensar num apoio remoto para uma pessoa que tem paralisia cerebral, que não é autónoma a comer, na higiene, nem para ir casa de banho, às vezes estamos a dar é mais trabalho à própria família, que para além de estar a assegurar esses cuidados ainda tem de estar ali a criar a sessão do Zoom e a tentar ver as atividades”.

“Temos de ter muito cuidado ao criar esta lógica de apoio remoto, perceber se somos, de facto, uma mais valia. As crianças com necessidades educativas especiais precisam de apoio presencial”, sublinha.

O próprio uso de máscara, como medida preventiva, pode ser um problema. “Há uma recomendação para que todas as crianças com mais de 6 anos usem máscara. Nos 65 utentes que prevemos apoiar na reabertura, se calhar só 20 é que conseguem usar máscara. Há ataques epiléticos, crianças têm problemas respiratórios associados, é uma população com risco acrescido, e precisaríamos de apoio técnico e de algum tempo para refletir sobre as adaptações para estas situações. É isso que estamos a tentar fazer, mas sentimos que a nível do Ministério da Educação e da Segurança Social, as próprias estruturas estão muito sobrecarregadas, e ainda não se conseguiu chegar a estes casos mais específicos”, lamenta.


Fonte: RR
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A (nova) vida num centro de apoio a deficientes. “O pior é não poder dar abracinhos"
07 jul, 2020 - 15:06 • Ana Rodrigues

A pandemia de Covid-19 obrigou Centros de Atividades Ocupacionais, como o da Ajuda, em Lisboa, a encerrar portas. Reabrem agora, mas há muito por fazer por estes jovens adultos com incapacidades. “Provocou um retrocesso das competências. Alguns dos jovens chegaram muito mais parados, mais fechados no seu mundo, mais gordos.”
A (nova) vida num centro de apoio a deficientes mentais - Reportagem
Clique na imagem para ouvir a reportagem
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“Foi difícil. Houve conflitos na minha família, porque sou muito nervosa e discutíamos. Não conseguia ficar parada e fechada em casa o dia todo.”

O desabafo é de Inês Lopes, uma das utentes do Centro de Atividades Ocupacionais, a funcionar na Ajuda. Um centro que faz parte da APPACDM (Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental) e que, tal como tantas outras instituições ligadas à deficiência, teve de encerrar devido à Covid-19.


Agora, depois de dois meses e meio de confinamento, as instituições que trabalham com crianças e jovens adultos com incapacidades voltaram a abrir portas.

Com regras apertadas de prevenção da Covid-19, utentes e funcionários tentam recuperar algumas capacidades perdidas destas pessoas. Umas com deficiências mais profundas que outras.

E se para a generalidade dos os portugueses o confinamento não foi fácil, para estas pessoas com diferentes incapacidades, o isolamento, segundo a técnica Natália Breia, “foi difícil porque provocou um retrocesso das competências”. “Alguns dos jovens chegaram muito mais parados, mais fechados no seu mundo, mais gordos.”

Para esta técnica, há agora “todo um trabalho a ser feito” para recuperar essas competências. “Mas para alguns dos utentes não vai ser fácil, já que a ausência da instituição e do contacto próximo com colegas e funcionários deixou marcas que estão agora a ser tratadas”, explica.

As marcas do confinamento nestes jovens adultos, com incapacidades intelectuais diferentes, requer, agora, segundo diz Natália Breia, “um trabalho mais individualizado, mais próximo, mas que é dificultado pelo uso obrigatório da máscara, tanto a utentes como a técnicos”. “A máscara funciona como uma barreira de comunicação, porque com estas pessoas as emoções, os sorrisos, são essenciais no trabalho que é feito”, admite esta técnica.


Foto: Ana Rodrigues/RR

Neste centro ocupacional onde todos os dias costumavam estar 86 utentes, só cerca de metade regressou. Mas não falta a cor, risos e muita alegria no empenho das tarefas diárias, por todos os que ansiavam o regresso.

“O pior é não podermos dar abracinhos", confessa com tristeza Inês Lopes. Ela que adora abraçar e dar beijinhos, agora, devido às regras de prevenção de contágio, não o pode fazer. Nem ela nem tantos outros com deficiências profundas tão habituados ao contacto físico e às rotinas.

Faz-se o que se pode, com as limitações impostas pelas autoridades de saúde. Mas “muito se fez” também desde o dia 16 de março, dia em que o CAO da Ajuda teve de “encerrar as portas”, refere a diretora técnica deste Centro de Atividades Ocupacionais – um dos sete que pertencem à APPACDM e que engloba ainda cinco residências (que nunca fecharam), um centro de formação profissional e uma creche, além dos sete Centros de Atividades Ocupacionais.

Filomena Abraços refere que “durante o tempo em que a instituição esteve fechada, mesmo à distância os jovens não ficaram sem apoio – nem os utentes, nem as famílias”. “Começámos por telefonemas, depois passámos para o apoio psicológico através da internet, e as atividades académicas nunca pararam graças às tecnologias”, acrescenta.

Segundo esta responsável, o confinamento dos jovens com deficiências, uns mais profundas que outras, “não foi igual para todos”. “Umas famílias estavam melhor preparadas que outras para enfrentar a situação. E até mesmo as condições físicas dos diferentes lares contribuiu para certas consequências.”

Consequências que aos poucos, e com dedicação, técnicas e auxiliares, estão a tentar desde o início de junho resolver, para dotar estas pessoas com incapacidades intelectuais de ferramentas que as tornem cada vez mais autónomas.


Fonte: RR
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Videos Músicais / The Mad Drum Artist Steve Moore: WIPE OUT
« Última mensagem por casconha em 09/07/2020, 11:58 »
Baterista depois da quarentena? !! oops oops

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57 juntas médicas já retomaram atividade, Governo reconhece impactos no atraso de atestados

Lisboa, 08 jul 2020 (Lusa) – O Governo adiantou hoje no parlamento que 57 juntas médicas no país já retomaram a atividade e admite um “impacto de atraso” na emissão de atestados multiúsos para pessoas com deficiência e incapacidade que “ninguém poderia ter evitado”. 
Segundo a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, que esteve hoje com a equipa governativa do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social a ser ouvida em comissão parlamentar numa audição regimental, em todo o país já retomaram a atividade 57 juntas médicas, entre 15 de junho e 01 de julho, não havendo ainda dados concretos para dizer quantas juntas médicas já foram realizadas.
“Encontram-se já em funcionamento juntas médicas de norte a sul do país e de acordo com as informações mais recentes do Ministério da Saúde temos presentemente em funcionamento na Administração Regional de Saúde (ARS) Norte 15 juntas médicas, na ARS Centro 17, na ARS Lisboa e Vale do Tejo 15, no Alentejo cinco e no Algarve também cinco”, precisou a secretária de Estado da Inclusão.   
“Sabemos que temos aqui um impacto de atraso, não só aqui, tivemo-lo em inúmeras áreas relacionadas com saúde e, portanto, é algo que ninguém poderia ter evitado”, acrescentou.
A prestação social para a inclusão (PSI) é um dos direitos, mas não o único, afetado por esses atrasos nas juntas médicas, suspensas durante o período de emergência da pandemia de covid-19 e que mesmo com alterações nas regras de funcionamento, permitindo que pudessem ser constituídas não apenas por médicos de saúde pública – desviados para o combate à pandemia – não se realizaram em número suficiente para evitar esses atrasos, desde logo devido aos receios das pessoas de um eventual contágio.
“Acabou por se verificar que durante um período de três meses poucas juntas médicas se puderam concretizar”, disse Ana Sofia Antunes, que referiu também o prolongamento da validade por seis meses da PSI quando se verifica a caducidade do atestado multiúsos, situação que se vai manter “até se poder retomar a normalidade das juntas médicas para reavaliação”.
Ana Sofia Antunes anunciou ainda que está já “em circuito legislativo”, para o qual espera “aprovação em breve” por parte do Conselho de Ministros, um projeto de diploma que “procede à regulamentação da instância certificadora para situações de deficiência anteriores aos 55 anos, mas sem atestado multiúso”, e mudanças para agilizar o pagamento da PSI.
“Previmos uma norma que determina que os requerentes de PSI possam no momento do seu deferimento, no momento em que finalmente têm junta médica e juntam esse mesmo atestado ao processo possam auferir da PSI desde o momento em que entregaram todo o processo de requerimento na Segurança Social, acompanhado do requerimento de junta médica, ou seja, não prejudicando aqueles que permaneceram vários meses à espera de marcação dessa mesma junta médica”, disse a secretária de Estado.
Sobre o modelo de apoio à vida independente e os 37 centros de apoio existentes no país, a governante sublinhou, em resposta aos deputados, que nem no período de emergência eles deixaram de funcionar, e que diminuições nas respostas prestadas a nível de assistência pessoal apenas aconteceram a pedido dos próprios beneficiários.
Segundo a secretária de Estado, “o máximo de impacto” registado, e “sempre a pedido dos beneficiários, nunca por determinação do centro” foi a suspensão de alguns processos de assistência pessoal para atividades que as pessoas deixaram de realizar por se terem confinado – como deslocar-se ao emprego ou à universidade – ou uma redução no número de horas de apoio solicitadas.
“Chegámos a ter 291 processos suspensos e, neste momento, posso dizer-vos que, num total de 850 processos de assistência pessoal que temos apoiados, temos apenas 59 situações de suspensão”, disse.
Questionada sobre o estudo que o Governo deve elaborar relativo à reforma antecipada para pessoas com deficiência, Ana Sofia Antunes disse que o trabalho não pode ser assegurado no primeiro semestre devido à pandemia.
“Procederemos à sua análise durante o segundo semestre, garantindo ainda assim a inteira participação das instâncias representativas das pessoas com deficiências mediante análise deste processo pela própria comissão de políticas de inclusão das pessoas com deficiência”, referiu.
Já a fechar a audição, a ministra Ana Mendes Godinho retomou o tema do Programa Radar Social e dos 10 projetos-piloto para Unidades de Dia e Promoção de Autonomia (UPDA) a arrancar ainda este ano, revelando que o objetivo é abranger 300 pessoas “numa primeira fase” para testar e alargar o projeto.
As UPDA são uma “resposta integrada na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados de ambulatório, para utentes com necessidade de cuidados diversificados de saúde e apoio social que não necessitam de internamento”, de acordo com o PEES.
(Agência LUSA)
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Anedotas / Acabou o futebol
« Última mensagem por casconha em 08/07/2020, 21:30 »



Dois amigos se encontram:

- Então?! Pareces preocupado!

- Sim, estou muito - responde o outro - o meu médico disse que eu não posso jogar mais futebol.

- A sério? Ele analisou-te?

- Não, ele viu-me a jogar.
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Anedotas / As pessoas andam a cuspir do lado errado.
« Última mensagem por casconha em 08/07/2020, 21:29 »


O Presidente do país queria um selo com uma foto sua para celebrar o seu primeiro ano de governo.
Ele exigiu um selo de altíssima qualidade.
Os selos são criados, impressos e vendidos. O Presidente fica radiante!
Alguns dias depois, o Presidente fica furioso ao ouvir reclamações de que o selo não adere aos envelopes.
O Presidente convoca os responsáveis e ordena que investiguem o assunto.
 Eles pesquisam as agências dos correios de todo o país e relatam o problema. Todos dizem:

- Não há nada de errado com a qualidade dos selos.
O problema é que as pessoas andam a cuspir do lado errado.

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Anedotas / A criança mais idiota do mundo!!!
« Última mensagem por casconha em 08/07/2020, 21:25 »


Um rapaz entra numa barbearia e o barbeiro sussurra para o seu cliente:

- Esta é a criança mais idiota do mundo. Deixe-me provar-lhe.

O barbeiro coloca uma moeda de 1 euro numa mão e uma de 20 cêntimos na outra, e em seguida, chama o rapaz e pergunta:

- Qual delas é que tu queres, filho?

O menino pega na moeda de 20 cêntimos e sai.

- O que foi que eu disse? - diz o barbeiro - aquela criança nunca aprende!

Mais tarde, quando o cliente sai, ele vê o mesmo rapaz que estava a sair da loja de gelados.

- Então rapaz! Posso fazer-te uma pergunta? Por que é que pegaste na moeda de 20 cêntimos em vez da de 1 euro?

O menino lambe o gelado e responde:

- Porque no dia que eu ficar com a de 1 euro, o jogo acaba!
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Anedotas / Quem deve limpar a criança quando ela faz cocô
« Última mensagem por casconha em 08/07/2020, 21:21 »

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Marido cria uma “cadeira de rodas” off-road para que sua esposa possa ir a lugares inimagináveis
Revista Pazes
Por Revista Pazes - julho 8, 2020

 
Cambry ficou restrita à calçada durante a maior parte de sua vida adulta. Ela está paralisada e se move em uma cadeira de rodas. Então, tentando ajudá-la a ir a mais lugares, seu então namorado Zack Nelson uniu duas bicicletas elétricas com um assento no centro. E funcionou.

Cambry disse que experimentou um novo nível de liberdade com ele. Não só ela podia superar – ou devo dizer, ultrapassar – obstáculos que antes pareciam impossíveis, como podia percorrer quilômetros sem que seus ombros ficassem doloridos.


De acordo com o casal, ao escolher um off-road adaptável, as pessoas têm algumas opções, mas basicamente, mas elas custam tanto quanto um carro ou são super lentas. Então, eles juntam suas cabeças para tentar criar algo rápido e leve com um alcance super longo. Mas fazê-lo não foi fácil.

“O desafio mais difícil ao desenvolver ‘Não-cadeira de rodas’ é o preço. Queríamos criar algo acessível a todos. Encontrar componentes de qualidade e um design simples o mais barato possível demorou bastante tempo ”, disse Zack à Bored Panda. “Mas acho que agora temos algo que todos poderão usufruir, a uma fração do custo de outras ‘cadeiras de rodas off-road’ atualmente no mercado”.

Avançando um ano, Cambry e Zack são casados ​​e estão começando a produzir em massa o veículo que chamam de ‘Não é uma cadeira de rodas’. Durante todo esse tempo, o casal se baseou no design original, tornando-o um veículo off-road confiável.

O vídeo abaixo conta um pouco mais sobre essa história deste casal:



A “Não é uma cadeira de rodas” é totalmente elétrica e super silenciosa:


Traduzido e adaptado do site Bored Panda


Fonte:https://www.revistapazes.com/marido-cria-uma-cadeira-de-rodas-off-road-para-que-sua-esposa-possa-ir-a-lugares-inimaginaveis/?fbclid=IwAR1C7G6nxIq2vFDOAzxp2flaBNqudLA5zqB6CXspYWtqFyEBEB4dzH4jGug
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Programa de acessibilidades para 2 400 intervenções em edifícios públicos avança este mês


O Governo vai lançar ainda este mês o programa de acessibilidades para pessoas com deficiência, previsto no Programa de Estabilidade Económica e Social (PEES), prevendo 2.400 intervenções nos próximos meses em edifícios públicos.
Segundo a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, que está hoje a ser ouvida pelo parlamento numa audição regimental, as intervenções avançam em serviços da Segurança Social, do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), em estabelecimentos de ensino superior, da Autoridade Tributária, do Ministério da Administração Interna, da Polícia de Segurança Pública (PSP) e alguns equipamentos culturais.
O Programa de Acessibilidades aos Serviços Públicos e na Via Pública, previsto no PEES, pretende “garantir o acesso e o atendimento a todas as pessoas com deficiência” eliminando barreiras arquitetónicas e criando espaços com condições de acesso para todos.
O PEES prevê um investimento de 58 milhões de euros neste programa, financiados pelo Orçamento do Estado e fundos comunitários.
Também este mês deve arrancar o Programa Radar Social, com o lançamento do aviso para a contratação de “três mil técnicos em todo o território nacional”.
O Programa Radar Social tem como objetivo a “sinalização e acompanhamento de pessoas idosas para promoção de envelhecimento ativo e saudável, através de serviços de apoio social no domicílio”, prevendo a contratação de três mil jovens licenciados para integração da rede em todo o território nacional.
Numa audição da equipa de secretários de Estado da ministra Ana Mendes Godinho, em junho, o Governo já tinha avançado que pretendia que os projetos-piloto para 10 Unidades de Dia e Promoção de Autonomia (UPDA) arrancassem ainda este ano.
As UPDA são “resposta integrada na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados de ambulatório, para utentes com necessidade de cuidados diversificados de saúde e apoio social que não necessitam de internamento”, de acordo com o PEES.
O diploma prevê que a operacionalização do programa custe 21 milhões de euros por ano, a serem financiados pelo Orçamento do Estado e por fundos comunitários.
Questionada pelo PSD sobre o número de desempregados colocados em instituições de solidariedade social com o objetivo de garantir o funcionamento das respostas sociais, a ministra adiantou que já foram colocadas 5.040 pessoas ao abrigo da medida excecional de apoio social no âmbito da pandemia, que prevê o pagamento de uma bolsa a desempregados e trabalhadores em ‘lay-off’ que sejam colocados nestas instituições.



(Agência LUSA)
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