Liftech

Rehapoint
Autopedico

Invacare
TotalMobility

Anuncie Aqui

Últimas Mensagens

Páginas: 1 2 [3] 4 5 ... 10
21
Duvidas & Ajudas / Re: Vamos ter aumento da prestação social de inclusão ?
« Última mensagem por martim em 11/04/2026, 19:20 »
Sou reformado por invalidez relativo,tive paralisia em criança e mais de 60% de incapacidade motora,recebo pensao acima da média e tenho alguns rendimentos extra,será que vale a pena pedir o RSI,futuramente seria beneficiado ou se expor o meu caso á S.Social é mais um para estatisticas
22
Excelente notícia para a modalidade!
23
Apresentações & Regras / Bem vindo max22
« Última mensagem por Neo em 11/04/2026, 07:29 »
Bem-Vindo max22 ao Deficiente-Forum.  

Agradecemos a tua inscrição no nosso Fórum e esperamos poder ajuda-lo no que for preciso, também esperamos poder aprender muito com a sua sabedoria e disponibilidade para o que seja necessário.

Faça agora sua apresentação neste post.

Obrigado
A Administração
24
Solidariedade / Liga Portuguesa Contra o Cancro apoia 25 mil doentes em 2025
« Última mensagem por Nandito em 10/04/2026, 14:55 »
Liga Portuguesa Contra o Cancro apoia 25 mil doentes em 2025

Observador
Agência Lusa
10 Abril 2026 08:47



A missão da LPCC inclui a defesa dos direitos dos doentes e sobreviventes de cancroCréditos:FERNANDO VELUDO / LUSA/LUSA

Em 2025, a Liga Portuguesa Contra o Cancro apoiou mais 3.300 doentes e atribuiu mais 2,2 milhões de euros de apoios em relação a 2024, o que traduz, segundo a Liga, a crescente capacidade de resposta.

A Liga Portuguesa Contra o Cancro, que comemora, esta sexta-feira, 85 anos, apoiou no ano passado mais de 25 mil doentes e disponibilizou 2,2 milhões de euros em apoios, nomeadamente medicamentos, próteses, transporte e alimentação, anunciou a instituição.

De acordo com dados avançados pela Liga, foram apoiados no ano passado 25.200 doentes, mais 3.300 (15%) comparativamente a 2024 (15%) e atribuiu mais 2,2 milhões de euros em apoios, o que representou um aumento de 24%.

Este aumento, sublinha em comunicado, “traduz a crescente procura de apoio por parte dos doentes e a capacidade da LPCC para lhes dar resposta”.

No que diz respeito à investigação e formação em Oncologia, a Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) aplicou 700 mil euros, o dobro do registado no ano anterior, montante que permitiu financiar 38 bolsas de investigação e quatro centros de investigação, e formação a 1.810 profissionais de saúde.

Este crescimento estendeu-se a praticamente todas as respostas e intervenções da LPCC: em 2025 foram realizadas 21.300 consultas gratuitas de psico-oncologia, abrangendo perto de 3.700 doentes.

No âmbito da prevenção, realizaram-se 14.537 consultas de diagnóstico precoce de cancro de pele e oral, a par de consultas de cessação tabágica e nutrição.

Ao longo do ano, mais de 8.200 doentes foram acompanhados em centros de dia e cerca de 400 em lares, refere a Liga, acrescentando que as Linhas Cancro e Pulmão registaram mais de 6.000 contactos, entre chamadas e emails.

“O crescimento da atividade da LPCC foi acompanhado pelo envolvimento de cerca de 21.700 voluntários, assegurando, com o seu empenho e solidariedade, a proximidade da LPCC junto de doentes e famílias”, salienta.

O presidente da LPCC, Vítor Veloso, destaca o facto de a instituição ter conseguido chegar a mais pessoas no ano passado e ter reforçado o investimento na investigação oncológica.

“Esta missão só é possível graças ao contributo de colaboradores, voluntários e à generosidade da sociedade civil. Cada contribuição é fundamental para que possamos estar ao lado de quem mais precisa, todos os dias”, afirma Vítor Veloso, citado no comunicado.

A missão da LPCC inclui ainda a defesa dos direitos dos doentes e sobreviventes de cancro, representando-os junto das entidades competentes e promovendo políticas que assegurem a sua proteção, acesso à informação e acompanhamento ao longo de todo o percurso da doença.

As comemorações dos 85 anos da LPCC são assinaladas esta sexta-feira numa cerimónia no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, onde deverá estar presente a ministra da Saúde, Ana Paula Martins.

Na cerimónia, estarão também presentes responsáveis institucionais, profissionais de saúde e parceiros da área da oncologia, incluindo do Instituto Português de Oncologia, da Direção-Geral da Saúde, do Infarmed, do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas (PNDO), da Fundação Champalimaud, i3S e Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto, entre outros.

Um dos momentos centrais da cerimónia será a intervenção do médico e cientista Manuel Sobrinho Simões, que abordará as perspetivas futuras da doença oncológica, sublinhando a importância da inovação científica e a articulação entre investigação e prática clínica.

Na cerimónia será apresentado um vídeo institucional, assinalando não só o agradecimento a colaboradores, voluntários e doadores, como também a ambição da LPCC de continuar a desempenhar um papel determinante na resposta ao cancro em Portugal.






Fonte: sapo.pt                      Link: https://sapo.pt/artigo/liga-portuguesa-contra-o-cancro-apoia-25-mil-doentes-em-2025-69d8ab1f85f2c80b9f488cf6
25
Noticias / Finalmente o estado vai corrigir mais esta injustiça
« Última mensagem por migel em 09/04/2026, 18:16 »
Finalmente o estado vai corrigir mais esta injustiça




Fonte: Facebook
26
GUARDA: Atleta Lurdes Ferrão conquista 1.º lugar em Prova Internacional de Esqui em Andorra

MaisBeiras
07 Abril 2026 18:09

GUARDA: Atleta Lurdes Ferrão conquista 1.º lugar em Prova Internacional de Esqui em Andorra


A atleta Lurdes Ferrão alcançou o 1.º lugar em Esqui Alpino no 17.º Troféu Internacional de Esqui, uma competição promovida pela Special Olympics, realizada em Andorra. A desportista guardense competiu ao serviço da Special Olympics Portugal e em representação da CERGIG, alcançando um resultado de destaque que valoriza o desporto adaptado e projeta a região [...]
A atleta Lurdes Ferrão alcançou o 1.º lugar em Esqui Alpino no 17.º Troféu Internacional de Esqui, uma competição promovida pela Special Olympics, realizada em Andorra.

A desportista guardense competiu ao serviço da Special Olympics Portugal e em representação da CERGIG, alcançando um resultado de destaque que valoriza o desporto adaptado e projeta a região da Guarda a nível internacional.


O Município da Guarda felicitou a atleta pela conquista, sublinhando o mérito do seu desempenho e desejando-lhe os maiores sucessos no seu percurso desportivo.

Fotos: Município da Guarda


Fonte: https://sapo.pt/artigo/guarda-atleta-lurdes-ferrao-conquista-1-lugar-em-prova-internacional-de-esqui-em-andorra-69d53ab53ad204248c15d68f

27
ANDDI-PORTUGAL ENTREGA TAÇA DE PORTUGAL DE BASQUETEBOL DI AO CLUBE GAIA


O Clube Gaia conquistou a 31.ª Taça de Portugal de Basquetebol DI, ao vencer a competição disputada em São Paio de Gramaços, no concelho de Oliveira do Hospital, somando assim o 26.º troféu da sua história.
O Clube Gaia voltou a erguer a Taça de Portugal de Basquetebol DI, prova organizada pela ANDDI-Portugal. A fase decisiva decorreu no Pavilhão Serafim Marques, em São Paio de Gramaços,  no concelho de Oliveira do Hospital.

A competição contou com três equipas, que jogaram num sistema de triangular todos contra todos. O Clube Gaia revalidou a conquista ao vencer os dois encontros realizados.

No jogo decisivo, a formação gaiense derrotou a ARCIL por 51-25. A equipa da Lousã terminou na segunda posição, enquanto a ARCIAL ficou em terceiro lugar, naquela que foi a estreia do clube na prova.

A organização deixou ainda um agradecimento à ARCIAL, à Câmara Municipal de Oliveira do Hospital e ao Sampaense Basket pelo apoio logístico e pela cedência das instalações ao longo do dia.

Durante a tarde, realizou-se também o primeiro estágio de preparação da seleção nacional, que vai participar nos “3.ºs Jogos Europeus de Verão VIRTUS 2026”, agendados para julho, em Bydgoszcz.

Na cerimónia final de entrega de prémios estiveram presentes o presidente da ANDDI, José Costa Pereira, o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, Francisco Rolo, e o vereador do Desporto, Bruno Miranda.

Marcaram ainda presença Sónia Veloso e Cláudio Figueiredo, treinador e coordenador do Sampaense Basket, além de atual selecionador nacional de Basquetebol DI da ANDDI-Portugal.


Fonte: https://www.diariocoimbra.pt/2026/04/05/anddi-portugal-entrega-taca-de-portugal-de-basquetebol-di-ao-clube-gaia/
29
Duvidas & Ajudas / Re: Vamos ter aumento da prestação social de inclusão ?
« Última mensagem por Regulus em 03/04/2026, 11:24 »
Mas então se é com retroactivos, não devia aparecer muito mais?

Se esses 390 incluem retroactivos, então qual é o valor real/normal da PSI? o aumento foi de quanto?
30
“Ainda persistem leituras excessivamente infantilizadas do autismo” - Pedro Rodrigues, psicólogo clínico e da saúde

SAPO
J.M.A
02 Abril 2026 08:33



Ainda persistem leituras excessivamente infantilizadas do autismo - Pedro Rodrigues, psicólogo clínico e da saúdeCréditos:Divulgação

Importa olhar para uma realidade ainda pouco visível: a experiência do autismo na idade adulta. Em entrevista, Pedro Rodrigues, psicólogo com especialidade em Psicologia Clínica e da Saúde, defende a necessidade de ultrapassar leituras simplificadoras e sublinha que o reconhecimento desta condição ao longo da vida exige respostas mais ajustadas, tanto na clínica como na sociedade. Hoje, 2 de abril, assinala-se o Dia Mundial da Consciencialização do Autismo.

O seu trabalho tem-se centrado na experiência do autismo na idade adulta, uma realidade que terá permanecido pouco visível durante muito tempo.
O que é que ainda estamos a compreender mal quando falamos de autismo em adultos?


Ainda persistem leituras excessivamente infantilizadas do autismo, ignorando a diversidade de trajetórias na vida adulta. Confunde-se, frequentemente, adaptação com ausência de dificuldades, desvalorizando o esforço de camuflagem. Há também uma tendência para patologizar diferenças sensoriais e comunicacionais sem compreender o seu significado funcional. Além disso, continua a existir uma visão homogénea do espectro, que não integra adequadamente género, cultura e contexto. O erro central talvez seja não reconhecer o autismo como uma forma legítima de experiência humana, e não apenas como um défice a corrigir.

Temos assistido a um aumento significativo no número de diagnósticos. Este crescimento reflete sobretudo maior capacidade de identificação ou uma mudança mais profunda na forma como entendemos o autismo?

O aumento de diagnósticos reflete, em grande medida, uma maior literacia clínica e social, com instrumentos mais sensíveis e profissionais mais atentos. No entanto, não se trata apenas de identificar melhor o que sempre existiu. Há também uma mudança paradigmática, com a emergência do modelo da neurodiversidade a desafiar leituras estritamente biomédicas. Este duplo movimento permite reconhecer perfis antes invisíveis, sobretudo em mulheres e pessoas com estratégias de compensação elevadas. Assim, estamos, simultaneamente, a ver mais e a ver de forma diferente.

"Continua a existir uma visão homogénea do espectro, que não integra adequadamente género, cultura e contexto.

Muitas pessoas chegam ao diagnóstico apenas na idade adulta, depois de anos a interpretar os seus traços de outra forma. O que representa esse momento de reconhecimento na vida de uma pessoa autista?

O diagnóstico em idade adulta é frequentemente vivido como um momento de reorganização identitária. Para muitas pessoas, traz alívio, validação e uma narrativa coerente para experiências passadas. Ao mesmo tempo, pode emergir um luto pelas dificuldades não compreendidas ou pelos apoios não recebidos. Este reconhecimento abre espaço para uma relação mais autêntica consigo próprio e com os outros. Clinicamente, é um ponto de viragem que pode facilitar intervenções mais ajustadas e respeitadoras da singularidade.

Prepara-se para lançar um livro que sublinha a importância de envolver as pessoas autistas nas decisões sobre a sua avaliação e intervenção. O que muda quando esse princípio é efetivamente aplicado na prática clínica?

Quando as pessoas autistas participam ativamente nas decisões, a prática clínica torna-se mais ética, precisa e eficaz. Deixa de ser um processo centrado no especialista para se tornar uma construção colaborativa. Isto implica adaptar linguagem, objetivos e métodos às preferências e necessidades da pessoa. No livro Intervenção Psicológica com Pessoas Autistas Adultas, a publicar pela PACTOR Editora, defendo que esta participação não é opcional, é estrutural para uma intervenção de qualidade. O resultado é uma maior adesão, sentido de agência e relevância terapêutica.

"Quando as pessoas autistas participam ativamente nas decisões, a prática clínica torna-se mais ética, precisa e eficaz.

Refere-se frequentemente à necessidade de escutar as experiências neurodivergentes. O que significa, na prática, essa escuta e de que forma pode transformar a relação terapêutica?

Escutar experiências neurodivergentes implica ir além da interpretação normativa do comportamento. Significa validar perceções sensoriais, estilos comunicacionais e formas de atribuir significado ao mundo. Na prática, exige tempo, curiosidade genuína e suspensão de pressupostos clínicos rígidos. Esta escuta transforma a relação terapêutica, deslocando-a de um modelo corretivo para um modelo de compreensão mútua. A aliança terapêutica fortalece-se porque a pessoa se sente reconhecida e não apenas avaliada.

A integração profissional continua a ser um desafio relevante. Que condições são necessárias para que o mercado de trabalho se torne mais inclusivo e não apenas mais adaptativo?

Um mercado de trabalho inclusivo exige mais do que adaptações pontuais, requer transformação estrutural. É necessário flexibilizar processos de recrutamento, valorizar competências diversas e repensar ambientes sensoriais. A formação de equipas e líderes é crucial para reduzir preconceitos implícitos. Importa também criar espaços onde a comunicação direta e clara seja a norma e não a exceção. Inclusão verdadeira significa permitir diferentes formas de desempenho e participação, não apenas tolerá-las.

"Um mercado de trabalho inclusivo exige mais do que adaptações pontuais, requer transformação estrutural.

Quando se fala de saúde mental, raramente se aborda de forma aprofundada a forma como o trauma, a ansiedade ou o luto são vividos por pessoas autistas. O que sabemos hoje sobre essas experiências?

Sabemos hoje que pessoas autistas podem experienciar níveis elevados de stresse crónico, muitas vezes associados à camuflagem e à incompreensão social. O trauma pode assumir formas cumulativas e subtis, nem sempre reconhecidas pelos modelos tradicionais. Ansiedade e luto tendem a manifestar-se com particularidades na expressão emocional e corporal. Há também uma maior vulnerabilidade a experiências de exclusão e invalidação. A investigação recente aponta para a necessidade de abordagens terapêuticas sensíveis ao perfil sensorial e comunicacional.

O Sistema Nacional de Saúde está preparado para responder às necessidades específicas de adultos autistas, nomeadamente ao nível do diagnóstico e do acompanhamento?

O Sistema Nacional de Saúde tem vindo a evoluir, mas ainda apresenta lacunas significativas na resposta a adultos autistas. O diagnóstico em idade adulta continua pouco acessível e desigual geograficamente. Falta formação especializada e modelos de intervenção adaptados a esta população. Muitas respostas ainda estão ancoradas em paradigmas pediátricos. É necessário investir em equipas multidisciplinares e em continuidade de cuidados ao longo da vida.

"Sabemos hoje que pessoas autistas podem experienciar níveis elevados de stresse crónico, muitas vezes associados à camuflagem e à incompreensão social.

Num contexto em que a consciencialização para o autismo vem a ganhar visibilidade, que diferenças reais essa maior atenção pública tem produzido na vida das pessoas autistas?

A maior visibilidade tem contribuído para reduzir algum estigma e aumentar o reconhecimento social do autismo. No entanto, essa visibilidade nem sempre se traduz em mudanças concretas nas condições de vida. Persistem barreiras no acesso a serviços, emprego e apoio adequado. Por outro lado, a exposição mediática pode simplificar excessivamente a diversidade do espectro. Ainda assim, abriu-se espaço para que mais pessoas se reconheçam e procurem apoio.

Se tivesse de apontar uma mudança essencial, capaz de transformar de forma concreta a forma como a sociedade olha e responde ao autismo, qual seria?

A mudança essencial seria passar de uma lógica de normalização para uma lógica de adaptação mútua entre pessoa e contexto. Isto implica reconhecer o valor da diferença e reorganizar sistemas sociais em função dessa diversidade. No livro Intervenção Psicológica com Pessoas Autistas Adultas, proponho que esta mudança comece na prática clínica, mas se estenda à educação, trabalho e políticas públicas. Não se trata de integrar pessoas autistas num mundo inalterado, mas de transformar esse mundo para que seja habitável por todos.


Pedro Rodrigues,
Psicólogo com especialidade em Psicologia Clínica e da Saúde e autor do livro Intervenção Psicológica em Pessoas Adultas com Autismo (PACTOR Editora)






Fonte: sapo.pt                      Link: https://sapo.pt/artigo/ainda-persistem-leituras-excessivamente-infantilizadas-do-autismo-pedro-rodrigues-psicologo-clinico-e-da-saude-69ce1b3fb234134819d8d2d0
Páginas: 1 2 [3] 4 5 ... 10


Anuncie Connosco Anuncie Connosco Anuncie Connosco Anuncie Connosco Anuncie Connosco


  •   Política de Privacidade   •   Regras   •   Fale Connosco   •  
     
Voltar ao topo