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Empresa austríaca cria sapatos inteligentes para deficientes visuais




Com sensores ultrassônicos, o sapato detecta obstáculos até quatro metros
no caminho do usuário e o avisa em tempo hábil. (Crédito: Reprodução/Divulgação)

A empresa austríaca Tec-Innovation acaba de lançar no mercado uma de suas últimas criações: sapatos inteligentes que usam sensores ultrassônicos para ajudar pessoas que sofrem de cegueira ou qualquer tipo de deficiência visual. O produto inovador detecta obstáculos até quatro metros de distância, impedindo que pessoas com deficiência visual estejam sujeitas a certos riscos.

Os sapatos inteligentes
De acordo com uma recente reportagem publicada pelo portal de notícias Odditycentral, os sapatos inteligentes, batizados como InnoMake, têm como principal objetivo se tornar uma alternativa moderna à bengala, objeto que tem sido utilizado há décadas por milhões de pessoas em todo o mundo que dependem de uma ajudinha extra para se locomover com a maior segurança possível.
Como dissemos no início da matéria, o modelo dos sapatos inteligentes que atualmente encontra-se disponível no mercado conta com sensores ultrassônicos que ajudam os usuários a detectar obstáculos. A presença de qualquer obstáculo é informada ao usuário por meio de vibração e/ou um alerta sonoro. Ambos são sinalizados por um smartphone com conexão Bluetooth.



A ideia, mesmo que seja interessante à primeira vista, é apenas um ponto de partida para a fabricação de produtos similares como este. Segundo as informações que foram disponibilizadas na reportagem publicada pelo portal Odditycentral, a empresa austríaca já está trabalhando em uma versão muito mais avançada, que incorpora câmeras e inteligência artificial. A futura tecnologia a ser utilizada ajudará a detectar não apenas obstáculos, mas também sua natureza.
Os sapatos inteligentes criados pela Tec-Innovation foram desenvolvidos em parceria com a Graz University of Technology, da Áustria. A instituição de ensino auxiliou a empresa austríaca a criar algoritmos de aprendizado de última geração. Os algoritmos foram modelados com base em redes neurais e, por isso, são altamente capazes de analisar as informações fornecidas pelos sensores e câmeras incorporadas ao tênis InnoMake.
A atual tecnologia presente nos sapatos inteligentes não só avisam os usuários sobre a presença de obstáculos como também determina se uma área está livre e segura para caminhar.
“Os sapatos inteligentes avisam se o usuário precisa contornar um obstáculo e dita a natureza do objeto que está em meio ao caminho, afinal, os deficientes visuais precisam ter conhecimento dos objetos que se encontram em determinada área. Faz uma grande diferença entender se o que está adiante é uma parede, um carro ou uma escada”, disse Markus Raffer, um dos fundadores da Tec-Innovation, à TechXplore
“Os sensores ultrassônicos que se encontram nas pontas dos sapatos inteligentes detectam obstáculos que estão a até quatro metros de distância. O usuário recebe tal informação por meio da vibração e/ou sinais acústicos de aparelhos celulares”, acrescentou Raffe
r.


Fonte:noamazonaseassim

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Curiosidades & História / 5 Casos de pessoas que nasceram com membros a mais
« Última mensagem por casconha em 13/05/2021, 19:35 »

5 Casos de pessoas que nasceram com membros a mais

1-Duas vaginas

Fonte da imagem: Reprodução/Oddee

Hazel Jones é uma mulher que passou muito tempo durante sua adolescência imaginando por que tinha tantas cólicas e um fluxo menstrual tão forte. Somente aos 18 anos ela entendeu o problema: Jones tinha duas vaginas!
Portadora de uma condição rara, ela tem dois úteros, dois cérvices e, consequentemente, duas vaginas. Ela só foi ao médico depois que seu namorado disse que ela tinha uma vagina diferente do padrão. Depois de descobrir a condição, Jones afirma que o único problema foi perder a virgindade duas vezes.


2- O menino que nasceu com braços e pernas extras

Fonte da imagem: Reprodução/Oddee

Esse indiano nasceu com um par de pernas e um de braços malformados grudados em seu tórax – o chamado “gêmeo parasita”. Deepak Paswan, que hoje tem sete anos, foi considerado deus em sua comunidade e em várias outras regiões da Índia.
O garoto passou a receber visitas de diversos hindus devotos do deus Vishnu, que sempre foi descrito como tendo vários braços e pernas. A família do menino, incomodada com as constantes visitas, pediu ajuda para custear a cirurgia que removeria os membros parasitas do corpo dele. O procedimento foi realizado gratuitamente em um hospital da cidade de Bangalore.
Esse tipo de cirurgia custaria 50 mil libras esterlinas, quase R$ 200 mil. Felizmente, além de não precisarem pagar pelo procedimento, a operação foi um sucesso.


3- O bebe de duas faces

Fonte da imagem: Reprodução/Oddee

Logo depois de dar à luz, a jovem Yi Xilian quis ver seu filho, mas o bebê foi retirado da sala de parto e só retornou quando ela e o marido, já muito nervosos, pediam explicações a respeito da demora para segurar Kangkang nos braços.
Quando o recém-nascido entrou no quarto e os pais o pegaram no colo, o susto e o terror foram inevitáveis: o bebê tinha uma má-formação no rosto, fazendo com que ele parecesse ter duas faces ou uma espécie de máscara.
Ainda não se sabe o que provoca esse tipo de condição, mas uma cirurgia reparadora é bastante cara e pode chegar aos US$ 100 mil – mais de R$ 237 mil. A família do bebê está angariando dinheiro e, em breve, a situação de Kangkang, que tem apenas 1 ano e 2 meses, vai melhorar.


4- O caso do homem com dois pênis

Foto: Divulgação

Tudo começou quando um usuário anônimo do reddit resolveu falar sobre a rotina de um homem com dois pênis. Os usuários começaram a enchê-lo de perguntas e algumas curiosidades bem bizarras vieram à tona: ambos os membros são funcionais e ficam eretos; ele é bissexual e tem um namorado e uma namorada, um para cada pênis.
Se isso tudo é verdade, é meio difícil saber, mas é possível, sim, que um homem nasça com seu órgão sexual duplicado. Essa condição se chama difalia, estima-se que existam 100 casos como esse em todo o mundo.


5- O homem com três pernas

Fonte da imagem: Reprodução/Oddee

George Lippert foi um alemão que nasceu com três pernas e, no dia de sua autópsia, descobriu-se, dois corações. Segundo ele, todas as pernas eram funcionais, mas a extra deixou de ser depois de uma fratura. Aliás, o pé da terceira perna tinha seis dedos, ou seja: eram 16 dedos em seus três pés.
Lippert chegou a trabalhar em algumas exibições, mas tinha a fama de não ser uma pessoa fácil de lidar. Ele morreu em 1906, aos 62 anos. Outra pessoa também conhecida por ter três pernas foi Francesco Lentini (foto à direita), que fez mais sucesso do que Lippert, chegou a se casar, teve três filhos e morreu mais velho, em 1966, aos 78 anos.
Francesco, um italiano que viveu na Sicília, na verdade nasceu com quatro pernas, mas a quarta era tão pouco desenvolvida que ele se considerava um homem de “apenas” três pernas, sendo que a sua terceira era totalmente funcional – e ele também tinha 16 dedos do pé! Em vez de dois corações, como no caso de Lippert, Lentini tinha dois órgãos genitais – ambos funcionais também.

Fonte:noamazonaseassim


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Basquetebol: Final four de BCR vai jogar-se em Proença-a-Nova

Artur Jorge - 12/05/2021 - 16:56

A Federação Portuguesa de Basquetebol atribuiu à Associação Desportiva Albicastrense e ao concelho de Proença-a-Nova a fase final da Taça de Portugal em BCR (cadeira de rodas).



Basquete em cadeiras de rodas está de regresso a Proença-a-Nova com um grande evento

A Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) atribuiu à Associação Desportiva Albicastrense (ABA) e ao concelho de Proença-a-Nova a fase final da Taça de Portugal em BCR (cadeira de rodas), que está prevista para 3 e 4 de julho.

O clube presidido por Gustavo Matos lançou várias candidaturas à organização de momentos importantes do calendário basquetebolístico e o primeiro feedback positivo chegou com o basquetebol em cadeira de rodas.

Repete-se, assim, a organização de 2019, quando a vila proencense foi anfitriã de uma final four. Na altura, realizou-se também um torneio internacional, oferecendo ao momento uma dinâmica inusitada. Foi nesse sentido, de potenciar em termos de promoção do basquetebol, esta zona beirã, que a ABA juntou à candidatura de 2021 a perspetiva de poder acolher uma etapa do circuito nacional de 3x3, bem como um evento de minibasquete. Pretensões que se encontram em avaliação.

A ideia passa por despertar o interesse local na modalidade e a possibilidade de “surgir um clube federado”. Estavam a ser dados passos nessa direção, mas a pandemia de Covid-19 interrompeu o plano. A ABA sublinha que não quer desistir do projeto inicial e acredita que com a realização de um evento impactante em Proença-a-Nova fará “reavivar e renascer a modalidade junto dos jovens”.

“Esperamos fazer desta prova e desse fim-de-semana mais um momento inesquecível, de modo a homenagearmos todos os praticantes e agentes da modalidade, pelo seu esforço, dedicação e determinação”, acrescenta a ABA na reação ao sucesso da candidatura.

CLINIC Numa linha bem sucedida adotada durante o confinamento, a Associação de Basquetebol Albicastrense tem alinhavado o seu quarto clinic, que decorrerá via zoom nos dias 14, 15 e 16 de maio. O atleta olímpico Francisco Belo, natural de Castelo Branco, será um dos palestrantes. O lançador intervirá no dia 15, relatando a sua experiência de conciliação de estudos, desporto e família.

Confirmados estão também os nomes de Jorge Araújo, Nádia Tavares, Sérgio Ibañez, Hugo Catarino e Jorge Henriques.



Fonte: Reconquista
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Tipos de Doenças / Re: Diabetes
« Última mensagem por Nandito em 13/05/2021, 15:41 »
Alexandra tem diabetes desde os 10 anos. Mas a sua doença melhorou o estilo de vida da família

Alexandra Costa, 36 anos, é coordenadora do Gabinete do Cidadão e do Núcleo Jovem da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP). Aos 36 anos, ajuda outros adolescentes que tal como ela tiveram que desde cedo aprender a lidar com esta doença para a qual ainda não existe cura. Falámos com ela.


Pixabay

Quando foi diagnosticada com diabetes? Como reagiu?
Fui diagnosticada com 10 anos. O diagnóstico não teve um grande impacto em mim, na altura. Penso que terá tido mais nos meus pais. Percebi que a diabetes era uma doença para sempre e que o tratamento com injeções de insulina ia ser feito para sempre, mas com 10 anos não fiquei muito assustada. As recomendações que fazem é para termos uma alimentação saudável. Temos consultas de nutrição, o que a maioria dos amigos da nossa idade não tem e acabamos por fazer melhores escolhas e ter uma alimentação mais regrada. E apesar de na altura do meu diagnóstico haver mais proibições do que há hoje, a minha mãe sempre preferiu que não houvesse grandes proibições para eu ter uma vida o mais próximo do normal possível. Mas é um facto que a alimentação melhorou para todos na família, porque todos comemos o mesmo - somos três irmãos e os meus pais - e acabamos todos por ter mais cuidado com a alimentação e a saber melhor o que é que estávamos a comer.

"CONSEGUIMOS FAZER O MESMO DO QUE OS OUTROS MAS COM O DOBRO DO TRABALHO"

Quais os maiores desafios para quem vive com esta patologia?
São 26 anos de diagnóstico. Gerir a diabetes é muito trabalhoso, não direi que é fácil, mas é possível conjugar uma boa gestão da diabetes com uma vida rica e recheada de objetivos e tarefas, como todas as outras pessoas. No entanto, costumo dizer que conseguimos fazer o mesmo do que os outros mas com o dobro do trabalho. Isto porque em tudo o que façamos, o que comemos, o exercício que podemos fazer, temos sempre de controlar a glicemia, para que nos seja possível realizar as atividades com sucesso, para que a diabetes não interfira com o nosso desempenho.

Na adolescência, houve algumas dificuldades sobretudo ao nível do controlo glicémico. Sempre fiz insulina e medi a glicemia, mesmo na escola, mas foi complicado nessa altura, porque havia amigos que gozavam. No entanto, isso foi ultrapassado.

De que forma é que a APDP - que é a associação de diabetes mais antiga do mundo - ajuda os portadores desta patologia?
A APDP entrou no meu percurso quando tinha 12 anos e quando mudei para a APDP passei a ter consultas em grupo, com outros jovens com diabetes. Foi isso que alterou toda a minha maneira de ver a doença. Nós, quando tínhamos consulta, não estávamos sozinhos na sala de espera, nem estávamos com pessoas idosas. Estávamos com jovens da nossa idade: estávamos numa sala com outros jovens e os pais estavam numa sala com outros pais. E isso mudou para melhor a nossa vida, teve um grande impacto positivo também na abordagem da doença. Eu era seguida, até então, num hospital, onde a abordagem era feita de uma forma mais antiquada e na APDP tive todo o contacto com estes jovens e com outras formas de falar, de ver a diabetes, de ensino, muito mais adaptada à minha realidade e às crianças.


Alexandra Costa, 36 anos, é coordenadora do Gabinete do Cidadão e do Núcleo Jovem da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) créditos: Eduardo Pica

Hoje em dia, sente-se compreendida na sociedade? Há mais aceitação em relação à diabetes?

Tenho a sorte de trabalhar num sítio onde todos estão sensibilizados para a diabetes. Atualmente sou coordenadora do Gabinete do Cidadão na APDP, que tem como função lutar pelos direitos das pessoas com diabetes e que tenta sempre ajudar a resolver os seus problemas, sejam estas pessoas acompanhadas ou não na APDP.

Sou também coordenadora do Núcleo Jovem APDP, que são grupos de pessoas com diabetes, mais jovens e menos jovens, que realizam atividades em conjunto, indo um pouco ao encontro do benefício das consultas em grupo que havia quando eu era mais nova e que já deixaram de existir. Mas continuamos a promover o encontro entre pessoas com diabetes e familiares. Aqui, trabalha-se muito a educação terapêutica, que faz com que a pessoa esteja no centro da sua vida e do seu tratamento. E isso foi sempre valorizado na APDP, desde o momento que nasceu, e continua a ser aplicado nos dias de hoje, o que para mim, enquanto utente e colaboradora, é uma mais-valia e merece todo o meu respeito e empenho para que estas atividades continuem a acontecer.

"NÓS, NA APDP, NUNCA DEIXÁMOS DE TER CONSULTAS E APOIO E ISSO É UMA GRANDE VANTAGEM, UMA GRANDE SEGURANÇA, PORQUE SENTIMOS QUE HÁ SEMPRE ALGUÉM DO OUTRO LADO A DAR APOIO QUANDO PRECISAMOS"

Que cuidados tem no seu dia a dia? Como vive/viveu a pandemia?
Toda a gente teve medo. No primeiro confinamento, toda a gente estava um bocadinho em pânico, mas nós com diabetes, assim como as outras pessoas com doenças crónicas, ainda mais, sobretudo devido ao que saía nas notícias e porque o desconhecimento era grande em relação à COVID-19. Aquilo que íamos ouvindo é que as pessoas com diabetes eram doentes de risco e havia uma grande taxa de mortalidade neste grupo. Mas esta taxa de mortalidade estava relacionada com a idade e com as doenças associadas e não se refletia tanto nas pessoas mais jovens. Só que nas notícias vem tudo junto, o que causa alguma ansiedade em toda a população com diabetes.

Também o facto de continuarmos a ter consultas, mesmo que fosse através do telefone, e continuarmos a ter o apoio da APDP foi um grande descanso, porque sei que há outros sítios, nomeadamente nos hospitais, que tiveram de alocar os recursos humanos a outros departamentos...  As pessoas não puderam ter consultas, não tinham acesso a receitas. Nós, na APDP, nunca deixámos de ter consultas e apoio e isso é uma grande vantagem, uma grande segurança, porque sentimos que há sempre alguém do outro lado a dar apoio quando precisamos. Agora tenho 36 anos, os meus pais não estão tão envolvidos, mas o facto de eu estar acompanhada, independentemente do caos que o mundo está a viver, dá tranquilidade a todos.

Fonte: lifestyle.sapo.pt  Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/alexandra-tem-diabetes-desde-os-10-anos-mas-a-sua-doenca-ate-melhorou-o-estilo-de-vida-da-familia
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Notícias de saúde / Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Última mensagem por migel em 13/05/2021, 15:37 »
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Notícias de saúde / Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Última mensagem por migel em 13/05/2021, 15:37 »
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Mesa redonda sobre a Lei Europeia de Acessibilidade
Atualizado: 13/05/2021



O European Disability Forum (EDF) pretende comemorar o Dia Mundial da Consciencialização para a Acessibilidade com a realização de uma mesa redonda, no dia 20 de maio pelas 14H00 (GMT), onde se irá falar sobre a Acessibilidade digital, os desafios e oportunidades da legislação que a regulamenta, com um foco especial no impacto para o mundo digital e que conta com a participação de representantes da Comissão Europeia e do Parlamento Europeu, dos Estados-Membros, do Facebook e do EDF.

Pode consultar mais informações aqui.

Fonte: inr.pt   Link: https://www.inr.pt/noticias-eventos/-/journal_content/56/11309/534072
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Webinar "A Violência na Deficiência: Abordagem Jurídico-Criminal"
Atualizado: 11/05/2021



A Associação Portuguesa de Neuromusculares (APN) está a promover um ciclo de sessões online, dedicadas à prevenção de fenómenos de violência na deficiência.

O segundo webinar é subordinado ao tema “A Violência na Deficiência: Abordagem Jurídico-Criminal” e vai realizar-se no dia 14 de maio, pelas 18h00.

Consulte toda a informação e faça a sua inscrição.

Fonte: inr.pt  Link: https://www.inr.pt/noticias-eventos/-/journal_content/56/11309/533662
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Deviam era perguntar-lhe pela reforma antecipada!!!   :( :(

Sim, isso sim... e também cadê os apoios aos pais que estiveram com os filhos em casa a consumir demasiado
desde alimentação, luz, gaz, entre outras despesas, devido ao ensino à distancia, que compete ao estado assegurar?
deveria ser a cada agregado familiar dado um X (tipo 100€ por cada mês) em que as crianças estiveram em casa.
Muitas famílias podem até nem ter sentido diferença, mas a mim e a tantas famílias como eu, as despesas mensais com os referidos encargos, foram super agravadas.
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Deviam era perguntar-lhe pela reforma antecipada!!!   :( :(
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