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Noticias / Alguns cuidadores informais apoiados a partir de abril
« Última mensagem por migel em 24/03/2020, 12:31 »
Alguns cuidadores informais apoiados a partir de abril



A partir de 01 de abril, os cuidadores informais que residem nos 30 concelhos escolhidos para fazer parte do projeto  piloto, poderão pedir no serviço local de Segurança Social o reconhecimento do Estatuto do Cuidador Informal, que lhes dará direito a benefícios como um subsídio, apoio técnico e tempo de descanso.


A portaria já foi assinada e a ministra do Trabalho e da Segurança Social, Ana Mendes Godinho, diz que a seleção dos concelhos representa regiões rurais e urbanas, grandes e pequenas com diferentes tipos de necessidades e recursos sociais. “Não temos um teto limite para o número de pessoas abrangidas nestes concelhos”, adianta.

A Associação Nacional de Cuidadores Informais considera “insuficiente” o apoio anunciado pelo Estado que coloca os cuidadores informais a receber um apoio que varia entre 248 a 343 euros. O valor do subsídio é calculado de modo a que o cuidador e a pessoa que é cuidada tenham um rendimento conjunto não inferior a um Indexante de Apoios Sociais (IAS): 438,81€.

Tratando-se de um projeto-piloto, a ministra comprometeu-se a fazer os ajustes necessários para “responder da forma mais eficaz possível aos problemas reais das pessoas”.

Para o resto do país, o estatuto só pode ser pedido a partir de julho.

Consulte AQUI:  https://dre.pt/web/guest/pesquisa/-/search/130070741/details/maximized?fbclid=IwAR1WbXal0GnzJvKis-RbGJSG1OBH0VcDUHrK0Moef3boqgQ6zTRMGe53nzg  a portaria que define os termos e as condições de implementação dos projetos-piloto previstos no Estatuto do Cuidador Informal e os territórios a abranger

Consulte AQUI: https://dre.pt/web/guest/pesquisa/-/search/124500714/details/normal?l=1  decreto-lei do Estatuto do Cuidador Informal, aprovado a 06 de setembro de 2019.


Fonte: Fórum Municipal das Pessoas com Deficiência CM Guimarães
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Apresentações & Regras / Bem vindo KristinaPlott
« Última mensagem por Neo em 23/03/2020, 18:19 »
Bem-Vindo KristinaPlott ao Deficiente-Forum.  

Agradecemos a tua inscrição no nosso Fórum e esperamos poder ajuda-lo no que for preciso, também esperamos poder aprender muito com a sua sabedoria e disponibilidade para o que seja necessário.

Faça agora sua apresentação neste post.

Obrigado
A Administração
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Curiosidades & História / As 6 piores epidemias que antecederam ao Covid-19
« Última mensagem por casconha em 23/03/2020, 13:17 »

Ao longo da história da humanidade, as doenças infecciosas conseguiram espalhar seus tentáculos pelo mundo. Mesmo com todos os avanços científicos que fizemos na era moderna, ainda não conseguimos controlar tantos surtos como agora estamos vendo com o COVID-19, originário da China. Antes do novo coronavírus, no entanto, houve muitas epidemias catastróficas que alteraram o curso da história humana.


1. Peste bubônica

Também conhecida como Peste Negra, a peste bubônica era uma doença catastroficamente mortal que se espalhou por toda a Europa entre os anos 1346-1352. A bactéria Yersinia pestis foi a responsável pela epidemia que começou na Ásia. A doença foi transmitida em todo o mundo por ratos infestados por pulgas infectadas. Quando chegou à Europa, a peste negra causou destruição generalizada: 60% da população de Florença morreu em poucos meses.
Os sintomas da peste bubônica eam bastante chocantes. Começava com febre e sudorese, mas o inchaço dos linfonodos ocorria rapidamente na região da virilha, axila ou pescoço. Além disso, a infecção se espalhava pelo sangue e pelas partículas transportadas pelo ar. A parte mais perigosa era que apenas 6 a 10 dias após ser afetado pela doença, 80% dos pacientes morriam.
A taxa de mortalidade por peste bubônica foi superior a 70% e matou até 200 milhões de pessoas em toda a Europa. Vários historiadores também acreditam que a propagação da peste negra levou ao colapso do sistema econômico feudal e causou danos irreparáveis ​​à igreja.


2. Praga de Justiniano

Considerada a primeira pandemia registrada na história, a Peste de Justiniano se espalhou entre 541 e 542 EC e finalmente levou ao maior número de vidas perdidas em uma epidemia na história. As estimativas dizem que mais de 100 milhões de pessoas morreram durante esse período, o que era quase metade da população mundial na época.
A doença recebeu o nome de Justiniano, imperador do Império Bizantino (Império Romano do Oriente). O surto de peste se originou na Etiópia e se espalhou por todo o império muito rapidamente. Após a pandemia de 541, houve vários outros surtos da praga no 200 anos seguintes.
Tal como a peste bubônica, a peste de Justiniano também foi causada pela bactéria chamada Yersinia pestis espalhada por roedores cujas pulgas estavam infectadas com a bactéria. Aparentemente, esses ratos viajaram ao redor do mundo em navios comerciais, e foi assim que eles conseguiram circular a infecção, que era transmitida aos seres humanos através da picada de uma pulga infectada.

3. HIV / AIDS

Desde que foi relatado pela primeira vez em 1981 (embora a doença tenha se originado décadas antes), o HIV, o vírus que causa a "síndrome da imunodeficiência adquirida" (AIDS), foi classificado como um dos problemas de saúde mais graves do mundo. Cerca de 75 milhões de pessoas em todo o planeta contraíram o HIV desde então e, até agora, o vírus matou aproximadamente 39 milhões de pessoas.
Segundo os cientistas, o vírus, também conhecido como vírus da imunodeficiência humana, passou de primatas para humanos na África durante a primeira parte do século XX. A epidemia de HIV e AIDS causou doenças, medo e morte quando o mundo lidou com esse vírus desconhecido e mortal. Inicialmente, a doença estava associada a homens gays e era chamada de "imunodeficiência relacionada a gays" (GRID, em inglês), que causava um imenro e injustificado estigma.
O vírus ataca o sistema imunológico, particularmente as células CD4 (ou células T), e é transmitido por todos os fluidos corporais, como sangue, sêmen, fluidos vaginais, fluidos anais e leite materno. Historicamente, sabe-se que o HIV se espalhou através do sexo desprotegido, da troca de agulhas pelo uso de drogas e do parto.
Houve um desenvolvimento maciço de tratamentos contra o HIV nos últimos anos e o ritmo se acelerou em termos de redução de novas infecções pelo vírus. No entanto, atualmente existem mais de 38 milhões de pessoas infectadas com HIV / AIDS no mundo inteiro.


4. Malária

Uma doença transmitida por mosquitos, a malária é transmitida pela picada de um mosquito Anopheles infectado que carrega o parasita Plasmodium. O parasita é liberado na corrente sanguínea quando o mosquito o morde e deixa os infectados com sintomas semelhantes aos da gripe.
Os seres humanos sofrem de malária há milhares de anos, e a doença até deixou sua marca genética nas populações modernas. Variações genéticas como talassemia, deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase, anemia falciforme, antígeno Duffin e várias outras condições são devidas à malária. Sabe-se também que a doença foi a possível causa da morte de Alexandre, o Grande.
A malária já foi uma endemia grave na Europa, mas foi erradicada durante o século XX. Continua sendo um grande problema na África Subsaariana, onde ocorre um grande número de mortes devido a esse mal. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a malária continua a ser mais forte ameaça contra mulheres grávidas e crianças pequenas na África. Especialistas acreditam que a redução de casos e mortes entre essas duas populações proporcionaria um grande impulso na luta contra a malária.
Embora milhões de pessoas ainda sofram de malária a cada ano, foram feitos progressos notáveis. Em 2019, a Argélia recebeu uma certificação oficial da OMS de eliminação da doença, e a Argentina também foi certificada como livre de malária. Mais e mais países estão relatando zero casos de malária humana a cada ano, o que é um passo positivo em direção a um mundo livre desse terrível mal.


5. Vírus do Ebola

Antes do COVID-19, o Ebola era a epidemia mais recente a atingir a humanidade e, ainda hoje, sua memória causa arrepios em todo o mundo. Descoberto na África no final dos anos 70, o Ebola é a abreviação de Febre Hemorrágica do Ebola (EHF). Este vírus causa sangramento extremo em humanos e outros primatas e já matou mais de 2.200 pessoas até agora. A parte aterradora da doença é que pode levar vários dias ou semanas para que seus sintomas se desenvolvam. Dor de garganta, dores musculares, vômitos, diarréia e eventual sangramento interno e externo são alguns dos sintomas comuns. Sua origem é atribuída ao morcego-da-fruta, que carrega o vírus sem sem afetado.
A epidemia se originou na África Ocidental, mas logo se espalhou para lugares como Estados Unidos, Espanha e Alemanha. O ebola tem uma alta taxa de mortalidade e é conhecido por matar quase metade das pessoas que infecta. Embora tenha sido descoberto pela primeira vez na década de 1970, o surto mais grave de Ebola ocorreu em 2014 na África Ocidental. Mais tarde classificada como epidemia de Ebola na África Ocidental, matou cinco vezes mais pessoas do que todos os seus surtos anteriores juntos. Demorou cerca de 2 anos para ser vencida, mas sua disseminação e suas conseqüências abalaram o mundo.


6. Influenza ou Gripe Espanhola

A pandemia de gripe de 1918, também chamada de Gripe Espanhola, foi um dos patógenos mais mortais do século XX. Mais de 500 milhões de pessoas em todo o mundo foram afetadas durante as três ondas desta epidemia. Ela ganhou seu apelido porque a Espanha foi uma das regiões mais afetadas pelo mal. De fato, até o rei Alfonso XIII da Espanha o contraiu.
Inicialmente, a gripe foi observada na Europa, nos Estados Unidos e em partes da Ásia antes de se espalhar para diferentes partes do mundo. Durante esse período, não houve vacina ou medicamento eficaz para tratar esta gripe mortal, que resultou no fechamento total das cidades.
Essa terrível gripe devastou muitas regiões, mas teve o efeito mais perceptível nos campos de batalha da Primeira Guerra Mundial. Muitos jovens foram afetados por ela no auge, e os registros sugerem que a influenza acabou matando 675.000 americanos. A pandemia de gripe finalmente chegou ao fim no verão de 1919, quando os infectados morreram ou desenvolveram imunidade.

Fonte:tudoporemail


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Relatório Final do Fórum Internacional sobre Inclusão e Equidade na Educação - Todos os alunos importam

Disponibiliza-se o "Relatório Final do Fórum Internacional sobre Inclusão e Equidade na Educação - Todos os alunos importam". Este relatório resume o fórum internacional da UNESCO sobre "Inclusão e equidade na educação - todos os alunos contam", em Cali, Colômbia, de 11 a 13 de setembro de 2019. O Fórum Internacional, organizado pela UNESCO em cooperação com o Ministério da Educação da Colômbia e a cidade de Cali, comemorou o 25º aniversário da Conferência Mundial sobre Educação de Necessidades Especiais, realizada em Salamanca, Espanha. Ele explorou desafios e estratégias para superar barreiras persistentes para grupos vulneráveis e marginalizados e comemorou o progresso em direção a sistemas educacionais que não deixam ninguém para trás, promessa da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Disponível aqui: https://drive.google.com/file/d/1VLhO-K9rAmBVeA3Lu61vU38L1WypsFCZ/view
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Professores e pais deixem de "infantilizar" e decidir pelos alunos com deficiência


Cristina Simões, 46 anos, professora de Educação Especial, de Tondela, encontra-se na corrida para melhor do Mundo.

A mudança pedagógica desejada por Cristina Simões, 46 anos, é que professores e pais deixem de "infantilizar" e decidir pelos alunos com deficiência.

"Eles têm de ser olhados como iguais e não serem superprotegidos" para que um dia tenham o seu projeto de vida. A professora de Educação Especial, de Tondela, é uma das 50 finalistas do Global Teacher Prize mundial, equiparado ao Nobel da Educação, cujo vencedor é divulgado a 12 de outubro. Não é a primeira vez que há um finalista português.

"Eu já venci. Estou muito feliz. É tão bom estar no "top 50" que não penso em mais nada", responde quando interpelada sobre o que faria se vencesse o prémio de melhor professor do mundo. "Nunca trabalhei para prémios, apesar de já ter ganho alguns", responde, sublinhando que a nomeação é o prémio que dá reconhecimento ao projeto a que se dedica há 12 anos.

Começou a dar aulas em 1994 e, dois anos depois, terminou a especialização em Educação Especial. Sempre foi o seu objetivo. Em 2012, na tese de doutoramento, analisou o Modelo de Qualidade de Vida Internacional, baseado em oito domínios: desenvolvimento pessoal, autodeterminação, relações interpessoais, inclusão social, direitos, bem-estar emocional, bem-estar físico e bem-estar material. E validou a primeira escala para adultos com multideficiência.

Desde então está a validar a escala para crianças e jovens com multideficiência que frequentam o ensino obrigatório. Uma estratégia que permite ouvir as opiniões e expectativas dos alunos e conhecê-los melhor, conseguindo resultados não só ao nível das aprendizagens pessoais, como ao nível da avaliação das medidas mais eficazes aplicadas pelas escolas.

Aulas fora da sala

O que mais gosta é de ensinar fora da sala de aula, conta (...). Programa as atividades em função das necessidades de cada aluno. É um planeamento personalizado em que cada um é agente da sua própria aprendizagem.

Cria materiais como dominós, cartões de memória ou livros personalizados para que os alunos aprendam vocabulário em função dos seus interesses.

A vida não se cinge ao programa académico e, por isso, no domínio da inclusão social, Cristina Simões sai com os alunos o mais que pode. Vão ao supermercado, aos correios, à florista ou à padaria. A escola, defende, não tem apenas de desenvolver os conhecimentos e competências destes alunos, mas também de ajudar a criar "os seus projetos de vida".

O seu principal objetivo, garante, é conseguir tornar estes alunos "independentes para que um dia possam fazer as suas escolhas pessoais desde o que gostam mais de comer, ao trabalho que querem fazer ou com quem querem casar". Ou seja, resume, que aprendam os seus direitos e sejam pessoas ativas.

"O que mais me move é dignificar estes alunos e as aprendizagens que fazem ao longo da escolaridade obrigatória. Para que deixem de ser os professores e os pais a decidir por eles" - é o princípio em que mais insiste quando dá formação a outros docentes, revela. (...)

Fonte: JN
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João Aranha e a retirada do Mundial: «Medalhas podem esperar, vidas não!»

FPS critica ISA por falta de apoio numa altura em que Trump anunciou fechar fronteiras devido ao coronavírus


• Foto: Fernando Ferreira
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Em 2019 a Seleção Nacional de Surf Adaptado trouxe da Califórnia duas medalhas, por intermédio de Marta Paço e Nuno Vitorino. Agora, em 2020 a equipa das quinas partia ainda com mais ambição para o Mundial, que se realizou novamente em La Jolla. Só que horas antes da estreia, a Seleção acabou por desistir da participação na prova, retirando estrategicamente para poder regressar a Portugal. Uma medida tomada em virtude do anúncio de Trump em fechar as fronteiras norte-americanas devido ao coronavírus.

Uma decisão difícil, mas que teve de ser tomada por João Aranha, líder da Federação Portuguesa de Surf, com o apoio dos atletas. A Seleção regressou de imediato a Portugal, onde os atletas estão agora em quarentena, não arriscando a possibilidade de ficar em terra e sem meios para regressar. Contudo, a ISA nada fez para ajudar a comitiva lusa, nem aquelas que optaram pela mesma decisão – a Itália também optou por não competir. O campeonato acabou por se realizar, com a Espanha a garantir o título mundial coletivo. Algo que Aranha considera uma atitude irresponsável por parte da organização.


Record - Quando e como a comitiva nacional percebeu que a melhor solução era desistir da participação no Mundial e regressar mais cedo a Portugal?

João Aranha - Fui analisando a situação relativa ao Covid19 diariamente. Mantive o contacto com Portugal de forma a entender o que as nossas autoridades poderiam fazer para nos ajudar, caso o pior acontecesse e o regresso ficasse comprometido. Apesar de sempre disponíveis, tanto a Secretaria de Estado como o IPDJ, informaram-nos que se houvesse problemas era impossível ir lá retirar a equipa e iríamos ficar por nossa conta. No terreno, o Cônsul Honorário de Portugal em San Diego foi extremamente prestável. Já o consulado geral em São Francisco nem sequer respondeu aos contactos. Entretanto o presidente dos EUA anunciou o fecho de fronteiras e no contacto com as companhias aéreas vi que não havia qualquer garantia e que seria arriscado [regressar após o fim do campeonato]. Reunimos com a equipa e dei-lhes a conhecer o cenário, sendo que, pela minha experiência em cenários de emergência, a minha decisão seria de retirar sem arriscar. Toda a equipa foi solidária e da mesma opinião. As medalhas podiam esperar, as vidas não.

R - Quando partiram de Portugal já tinham noção de que esse cenário poderia acontecer ou escalou tudo de uma forma muito rápida?

JÁ – Francamente, era algo previsível, mas não com a rapidez com que aconteceu. Escalou bastante rápido e obrigou a reajustes ao plano.

R - O que foi feito pela ISA para proteger os atletas ou o que deveria ter sido feito e não foi?

JÁ - Mais uma vez, a ISA demonstrou uma total incapacidade de ajudar as seleções nacionais. Nada fez. Não houve qualquer tipo de apoio, nem a nível de contactos com as autoridades nem sequer ao nível de contactos com companhias aéreas. Ainda por cima, a prova decorria perto da sede da ISA, no país onde trabalham diariamente, não era num local remoto qualquer. A única resposta que recebi foi: "se abandonarem, compreendemos perfeitamente". Nós não precisamos da compreensão para nada. Precisávamos era de apoio e, esse, foi zero. Nem sequer consideraram devolver o valor das inscrições. Além disso, continuar a prova foi, na minha opinião, uma irresponsabilidade, considerando o panorama mundial.

R - Esta situação vai afetar futuras participações das seleções nacionais em provas da ISA?



JÁ - Nesta altura ainda a ISA considera que a prova de qualificação olímpica, os World Surfing Games, se poderá realizar. Acho que estão a delirar e não se vão conseguir. Isto porque a prova seria de 9 a 17 de Maio, em El Salvador. Além da pandemia, El Salvador já proibiu a entrada a vários países, o que iria desvirtuar a possível qualificação, além de ser de uma total injustiça para os países impedidos de competir. A participação estará dependente da evolução da pandemia, mas parece muito difícil nesta altura.
Por João Vasco Nunes


Fonte: Record
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INCLUIR as Pessoas com Deficiência nas respostas à COVID-19

Sáb, 21/03/2020 19:06


A Federação das Associações Portuguesas de Paralisia Cerebral está a divulgar um conjunto de recomendações reunidas por investigadores internacionais, especialmente dirigidas à população com deficiência. A população com paralisia cerebral, nas suas formas mais graves, foi considerada como grupo de risco para a COVID-19, tendo em conta que poderá desenvolver formas mais graves desta doença. Por isso divulgamos essas recomendações (consulte documento em PDF) e pedimos a todos que façam uma ampla divulgação, de forma a contribuirmos para uma melhor protecção das populações mais vulneráveis.



Fonte: ANDITEC
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Apresentações & Regras / Re: Bem vindo Katie
« Última mensagem por 100nick em 23/03/2020, 10:23 »
 Welcome :beer:
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Apresentações & Regras / Re: Bem vindo Katie
« Última mensagem por suscoelh@ em 22/03/2020, 23:07 »
 Bem vinda! Participa, diverte-te e divulga.

Ajuda a ajudar.
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Covid-19: Europeus de natação adaptada no Funchal adiados para julho
por Lusa
   
Os campeonatos europeus de natação adaptada, que se deveriam realizar em maio na Madeira, foram adiados para julho, devido à pandemia da Covid-19, anunciou hoje a Federação Portuguesa de Natação (FPN).

“No seguimento da pandemia provocada pelo Covid-19 que afeta, praticamente, todos os países do mundo, o Comité Paralímpico Internacional (IPC) através da World Para Swimming (WPS) e o Comité Organizador do Europeu de Natação Adaptada Madeira 2020 optaram por alterar a data da competição para o mês de julho”, refere uma nota publicada na página oficial da FPN

A competição, que deveria decorrer entre 17 e 23 de maio, no Funchal, é a última prova de apuramento para os Jogos Paralímpicos Tóquio2020.

As datas precisas do evento deverão, segundo a FPN, ser divulgadas nos próximos dias.

O novo coronavírus responsável pela pandemia da Covid-19 infetou mais de 220 mil pessoas em todo o mundo, das quais mais de 9.000 morreram. Das pessoas infetadas, mais de 85.500 recuperaram da doença.

Depois da China, a Europa tornou-se o epicentro da pandemia, o que levou vários países a adotarem medidas excecionais, incluindo o regime de quarentena e o encerramento de fronteiras.

Em Portugal, que se encontra em estado de emergência desde as 00:00 de hoje, a Direção-Geral da Saúde elevou o número de casos confirmados de infeção para 785, mais 143 do que na quarta-feira. O número de mortos no país subiu para três.


Fonte: RTP
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