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Demasiado tempo na escola e aulas muito cedo: Temos miúdos mais novos com quadros de ansiedade

Todos os anos o alerta repete-se: os especialistas consideram que as crianças passam demasiado tempo na escola e que a carga letiva é exagerada. Mas todos os anos permanece tudo no mesma. A premissa parece surgir como uma inevitabilidade, mas há poucas dúvidas sobre a razão para que aconteça: os horários laborais dos pais. "Os pais têm de ter os miúdos em algum sítio e sobretudo nas grandes cidades é preciso que haja um sítio para deixar os miúdos", sublinha a psicóloga Catarina Lucas à CNN Portugal.

Há casos de crianças com passam nove, dez horas na escola, "o que ultrapassa um dia normal de trabalho”, frisa Catarina Lucas. "Há 20 anos não era assim", aponta, recordando que as aulas muitas vezes "acabavam às quatro da tarde". A especialista vinca que os miúdos não deviam passar mais de "seis, sete horas" na escola e não tem dúvidas de que, nos dias que correm, há uma "sobrecarga muito grande" nas crianças "entre as aulas que já ocupam muito tempo e as restantes atividades". Uma dinâmica que tem consequências: "Por isso, temos miúdos mais novos com quadros de ansiedade".

O presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, explica que "há um número limite de horas letivas por dia": "no primeiro ciclo são cinco horas, nos seguintes são até sete e oito horas". No entanto, afirma o responsável, os alunos acabam por permanecer nas escolas mais tempo "no âmbito de programas ocupacionais, com outro tipo de atividades que completam o seu dia na escola para além do currículo normal". Mas por que é que isto acontece? Voltamos ao início: "Os alunos podem ficar nas escolas mais tempo e até pode haver prolongamento do seu horário por causa dos horários dos pais", sublinha Filinto Lima. Os horários dos pais muitas vezes ditam os horários dos filhos e as famílias não têm apoios como, por exemplo, existem noutros países, lembra o professor.

"Se estivéssemos na Suécia ou na Finlândia haveria outro tipos de apoios. Aqui não há e é necessário que a escola pública ajude os pais e os filhos para que estejam mais tempo dentro da escola, não em contexto letivo, mas a realizar outras atividades naquele espaço", frisa o responsável dos agrupamentos escolares.

Na mesma linha, a presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), Mariana Carvalho, sublinha que "os pais estão num local de trabalho oito e nove horas por dia e depois ainda têm as deslocações". "Torna-se difícil não tendo uma rede familiar ou de apoio, deixar as crianças entregues a alguém", completa. Por isso, os pais defendem que a escola deve dar uma resposta neste sentido, "mas não para as crianças estarem sempre dentro da sala de aula". "Tem de haver momentos para brincar, para fazer outras coisas", acrescenta. A CONFAP defende, de resto, "estratégias diferenciadoras" no ensino, de modo a que os menores consigam aproveitar o tempo letivo também fora da sala de aula.

Por outro lado, Filinto Lima nota que é em contexto escolar que os alunos oriundos de ambientes socioeconómicos mais vulneráveis conseguem ter acesso a atividades que, de outra forma, não lhes seriam facultadas. "Aquele tempo não letivo que os alunos passam na escola deve ser direcionado para atividades extracurriculares que possam enriquecer o currículo dos nossos alunos", acrescenta.

Questionada sobre esta realidade que visa as famílias mais carenciadas, Catarina Lucas reconhece que é na escola "que muitas lacunas são colmatadas", mas que "não podemos generalizar" e para estes casos têm de existir "medidas especiais".

Para a psicóloga, atualmente ainda há outra agravante: "o perfecionismo e a exigência que é colocada" nos menores - "tem de ter jeito para o futebol, tem de ter jeito para a música", exemplifica - também potencia esses quadros de ansiedade porque "os miúdos vivem sob pressão".

"Já que é uma inevitabilidade os miúdos estarem na escola muitas horas, pelo menos não os sobrecarreguem com atividades todos os dias, parece que há sempre qualquer coisa", sublinha Catarina Lucas.

"É preciso deixar os miúdos brincar e é preciso que os pais e as famílias tenham tempo para os filhos e para o tempo em família", destaca a psicóloga.
"Os adolescentes têm sono mais tarde e não é porque são mandriões"

“Pedir a um adolescente que esteja acordado e a assimilar informação às 8:30 é o mesmo que pedir a um adulto que acorde às 4:00 e que, de bom humor e com uma boa disposição, comece a aprender de forma eficiente.” As palavras são do especialista do sono norte-americano Matthew Walker, numa entrevista à rádio NPR, e foram amplamente citadas quando, em julho, o Estado da Califórnia proibiu aulas antes das 8:30. Apesar de o contexto português ser diferente do americano - nos Estados Unidos é habitual os jovens começarem as aulas às 7:00 e em Portugal isso não acontece - , para Teresa Rebelo Pinto, psicóloga e especialista na área do sono em Portugal, as declarações "não são um exagero". Em entrevista à CNN Portugal, Teresa Rebelo Pinto refere que os adolescentes "não são tão produtivos nem têm tanta energia" de manhãzinha e há vários fatores que o explicam.

Comecemos pelo primeiro: o ritmo circadiano. A especialista começa por descodificar este conceito, explicando que "tal como de dia está sol e de noite está escuro", no nosso cérebro também temos um período associado ao dia e à noite, "o chamado ritmo circadiano". E é precisamente na adolescência que este ritmo circadiano sofre grandes alterações, o que influencia diretamente o período do sono.

"Com o início da puberdade, existem alterações fisiológicas muito importantes que vão atrasar o sono. Os adolescentes têm sono mais tarde e não é porque são mandriões, mas devido a questões fisiológicas em primeiro lugar. Um adolescente até pode ir para a cama cedo e não conseguir adormecer”, vinca Teresa Rebelo Pinto.

Um fator está explicado, mas há mais. Além das mudanças no ritmo circadiano, todos os estudos apontam para que os menores na adolescência precisem de dormir mais horas do que os adultos. “O que nós sabemos é que os adolescentes têm uma necessidade de horas de sono que é em média entre as oito horas e meia e as nove horas e meia, ou seja, é superior à dos adultos que é, em média, de sete horas e meia”, sublinha.

Ora, se os adolescentes precisam de mais horas de sono, mas deitam-se mais tarde, qual é o resultado desta equação? Uma “dívida de sono”, diz Teresa Rebelo Pinto.

"Os adolescentes vão encurtando o sono durante a semana e depois, ao fim de semana, dormem muito mais numa tentativa de compensarem. O que é mau para a saúde. O que é bom é as pessoas dormirem todos os dias de forma regular.”

A especialista compara as horas de sono diárias à necessidade de nos alimentarmos regularmente: “Também não deixamos de comer durante a semana e depois comemos mais ao fim de semana.”

Atrasar apenas meia hora o início das aulas pode ter benefícios no aproveitamento escolar

As horas de sono influenciam diretamente o aproveitamento escolar das crianças. “Tendo dormido pouco, os menores não estão tão capazes de aprender, ficam mais agressivos e tomam piores decisões”, afirma Teresa Rebelo Pinto. “E fazer um exame às 8:00 ou às 10:00 vai ter resultados diferentes”, completa.

A lei da Califórnia que proíbe aulas antes das 8:30, e que entrou em vigor a 1 de julho, já está a suscitar o interesse de outros Estados norte-americanos, como Nova Iorque e Nova Jérsia, que admitem replicar a medida. E em Portugal, faria sentido?

Teresa Rebelo Pinto começa por notar que em Portugal "faz-se tudo mais tarde" do que nos Estados Unidos - "começa-se a trabalhar mais tarde, janta-se mais tarde", exemplifica. Ainda assim, a especialista não tem dúvidas de que há pequenas mudanças que também poderiam ser aplicadas ao quotidiano português e que poderiam ter importantes benefícios na aproveitamento escolar dos alunos. Teresa Rebelo Pinto diz que, por exemplo, atrasar o início das aulas "apenas meia hora" já poderia ter "um impacto positivo".

Por outro lado, a especialista entende que há uma discrepância que não faz sentido: "As crianças mais novas entram mais tarde na escola e os adolescentes mais cedo e isso é contrário às mudanças que estão a acontecer no corpo.”

Uma ideia que é corroborada pela psicóloga Catarina Lucas. A especialista considera que deveria existir "uma organização diferente da escola pública" e que, mesmo para os mais pequenos, "começar aulas às 8:00 é muito cedo".

Mas Mariana Carvalho da CONFAP lembra que em Portugal "os pais não têm horários flexíveis" no trabalho e que já há crianças que acordam muito mais cedo do que o que seria necessário. "Há crianças que só entram às 8:30 e que se levantam muito cedo porque as famílias vão trabalhar às 6:00", indica. A responsável considera que o ideal seria uma "mudança de política social e não educativa" e até refere o que viveu quando trabalhava fora do país, na Chéquia: "Lá ninguém trabalha a partir das 15:00, as famílias aproveitam o resto do dia. Com os horários em Portugal, isso não é possível."

Fonte: CNN Portugal por indicação de Livresco
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Noticias / Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Última mensagem por Nandito em 04/10/2022, 17:05 »
200 mil soldados mobilizados poderão estar a treinar para eventual guerra nuclear

MadreMedia
4 out 2022 15:58[/size]


Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Informações vindas da Rússia dão conta de um suposto exercício junto à fronteira com a Ucrânia.

O Ministério da Defesa da Rússia divulgou esta terça-feira que 200 dos 300 mil soldados na reserva que foram mobilizados para a guerra na Ucrânia já estão a treinar para o combate. Novas informações, no entanto, dão conta que muitos desses novos recrutas poderão estar a ser preparados para um eventual ambiente de guerra nuclear, química ou biológica.

Este cenário deixa o mundo em alerta, até porque desde domingo que o Ministério da Defesa russo tem colocado imagens e informações dos treinos dos novos soldados, sobretudo formas de luta em terrenos contaminados por armas nucleares, químicas ou biológicas.

Nas redes sociais são também vários os jornalistas que têm acompanhado de perto a guerra na Ucrânia que relatam possíveis exercícios de treino de ordem nuclear, junto à fronteira ucraniana.

"Está a ser montada uma unidade para um exercício perto da fronteira com a Ucrânia. Várias contas de Telegram referem-se ao mesmo como um teste nuclear", escreveu o jornalista alemão e especialista em armamento Lars Winkelsdorf.


Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Outros vídeos nas redes sociais dão também conta de um eventual comboio nuclear a caminho dos tais exercícios militares, embora o destino final não seja revelado. Treinos esses que o jornal inglês The Times também anunciou na sua edição de segunda-feira à noite.

A publicação inglesa, no entanto, é mais descritiva, referindo que os tais possíveis exercícios poderão ocorrer junto ao Mar Negro. Outras fontes apontam para que o treino possa ocorrer no Ártico, para onde se dirigirá o submarino nuclear K-329 Belgorod.


Fonte de imagem: 24.sapo.pt





Fonte: 24.sapo.pt                        Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/200-mil-soldados-mobilizados-poderao-estar-a-treinar-para-eventual-guerra-nuclear
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Seminário Crescer e Ser com cegueira e baixa isão: Pontos de Partida

Procede-se à divulgação do Programa do Seminário "Crescer e Ser com Cegueira e Baixa Visão", que vai decorrer nos dias 21 e 22 de outubro na Escola Superior de Educação de Lisboa no âmbito da celebração os 5 anos da Associação Bengala Mágica.

As inscrições decorrem até ao dia 10 de outubro através do link https://forms.gle/UWD5gVQcozJZwjnM7


Condições de participação:
Associados da Bengala Mágica, Associados da Pró-Inclusão e Estudantes da ESE de Lisboa: 10 euros (10,00€)
Participantes noutras condições: 20 euros (20,00€)
Acreditação (para Docentes): Acresce 5 euros (5,00€)

O pagamento pode ser feito:por transferência para o IBAN: PT50 0036 0009 99100076513 51 e o comprovativo enviado para: associacao.bengalamagica@gmail.com
ou por MB Way para o nº 969 197 614 (Bengala Mágica) colocando o nome e apelido do participante e a palavra: Seminário

Os inscritos serão contactados para procederem à escolha do Workshop em que querem participar. (A prioridade de seleção para os workshops será pela ordem de inscrição no seminário- após receção do pagamento).

Nota: O seminário será exclusivamente presencial.

Fonte: Recebido por correio eletrónico
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Governo encaminhou mais de seis mil pedidos de subsídio de educação especial para apreciação

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social disse esta quarta-feira que, em média, do total de pedidos de subsídio de educação especial (quase 33 mil solicitações este ano) recebidos pela Segurança Social, 18% são encaminhados para apreciação das equipas multidisciplinares antes da aprovação. Ao mesmo tempo, Ana Mendes Godinho negou que exista alguma indicação para limitar o número de subsídios atribuídos.

“Queria frisar que não há limites nem qualquer orientação para redução do que quer que seja. Não poderia haver, nunca houve e não haverá”, sublinhou Ana Mendes Godinho, que falava durante a Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão que decorreu durante a manhã.

Do total de processos submetidos este ano, 6076 seguiram para a apreciação das equipas multidisciplinares. Um número “transparente e um garante da legitimidade da atribuição destes subsídios”, referiu a secretária de Estado para a Inclusão, Ana Sofia Antunes. E justificou a apreciação pelas equipas multidisciplinares com a necessidade de atribuir o subsídio às crianças com deficiências “de carácter permanente”. “Só conseguiremos reforçar apoios se concentrarmos esses mesmos apoios em crianças que efectivamente têm deficiências e deficiências de carácter permanente.”

Já Ana Mendes Godinho, questionada sobre o envio dos pedidos para a apreciação de equipas multidisciplinares, explicou que “o direito ao subsídio de educação especial é determinado por declaração médica, na qual é comprovada e fundamentada a natureza da deficiência e o apoio necessário à criança ou ao jovem”.

Nas situações em que o conteúdo da declaração médica apresente insuficiente fundamentação, os serviços da Segurança Social “podem submeter o processo a equipas multidisciplinares para avaliação médico-pedagógica”. “No ano lectivo actual, dos 6000 processos que foram enviados para as equipas multidisciplinares, 45% foram indeferidos com base numa avaliação por técnicos independentes”, esclareceu a ministra.

Pedidos duplicam

Segundo o Governo, o número de pedidos submetidos à Segurança Social duplicou no período entre o último ano lectivo (2021/22) e o de 2016/17. Quanto aos processos que foram deferidos, o aumento foi de 70%.

Ana Mendes Godinho notou ainda a estabilização nos 80% da taxa de aprovação dos pedidos de subsídio de educação especial, que se mantém desde 2016, incluindo o último ano lectivo. “Neste momento temos a auferir subsídio de educação especial um número global de pessoas que ronda os 17 mil”, adiantou, por sua vez, a secretária de Estado para a Inclusão, Ana Sofia Antunes.

Já o número total de pedidos para requerer o subsídio fixava-se, à data desta terça-feira, nos 32.758 recebidos pela Segurança Social. No último dia de 2021, tinham já dado entrada 29.266 pedidos. De acordo com Ana Sofia Antunes, foram deferidos 23 mil requerimentos, “cerca de 3% acima do valor dos subsídios deferidos no período homólogo”, sublinhou.

A secretária de Estado reconheceu que o tempo médio de espera para o pagamento às famílias deste subsídio, pelo Instituto da Segurança Social, é de entre quatro a cinco meses (143 dias, precisou). E justificou que a demora, nuns casos maior do que noutros, se prende com a data em que a factura é entregue.

“Os processos de chegada das facturas são diferentes: há quem entenda submeter as facturas todas em simultâneo e receber tudo num único pagamento; há quem entenda remeter as facturas em dois, três, quatro pacotes e ir recebendo o dinheiro.”

Fonte: Público por indicação de Livresco
Publicada por João Adelino Santos
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Ministra do Trabalho nega qualquer limitação ou orientação para corte no subsídio de educação especial

A ministra do Trabalho e Segurança Social garantiu esta quarta-feira que “não há limites nem qualquer orientação para redução” do número de subsídios de educação especial atribuídos, revelando que o número de processos deferidos aumentou 70%.

O possível corte nos apoios sociais dirigidos a crianças e jovens com deficiência, em especial o subsídio de educação especial, levou os grupos parlamentares da Iniciativa Liberal, Bloco de Esquerda e PSD a requerer a presença da ministra Ana Mendes Godinho na comissão parlamentar de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, onde esteve esta quarta-feira de manhã.

Ana Mendes Godinho garantiu aos deputados que “não há limites nem qualquer orientação para redução do que quer que seja” no que ao subsídio de educação especial diz respeito, frisando que, em média, só 18% dos pedidos são remetidos para apreciação de equipas multidisciplinares antes de decisão final.

De acordo com a ministra, o número de requerimentos entrados na Segurança Social duplicaram entre os anos letivos 2016/2017 e 2021/2022, tendo aumentado em 70% o número de processos deferidos e sido encaminhados para equipas multidisciplinares cerca de seis mil processos.

Ana Mendes Godinho referiu que há mais de 10 mil crianças apoiadas e que desde 2016 que a taxa de aprovação é de 80%, incluindo para o ano letivo 2021/2022.

A secretária de Estado para a Inclusão acrescentou que o Instituto de Segurança Social recebeu até ao dia 27 de setembro, e referente a 2021/2022, 32.758 pedidos para o subsídio de educação especial, sendo que a 31 de dezembro do ano passado tinham já dado entrada 29.266 pedidos.

“Estamos cerca de 3% acima do valor de subsídios deferidos no período homólogo”, referiu Ana Sofia Antunes.

Sobre a morosidade no pagamento do subsídio, a secretária de Estado explicou que o pagamento é feito contra fatura e que “há quem entregue tudo em simultâneo ou quem entregue em dois ou quatro pacotes [de faturas]”.

Explicou também que, ao contrário dos restantes apoios, que são pagos mensalmente, este subsídio é pago depois de apresentação de fatura porque “visa pagar um serviço e isso não acontece com mais nenhuma outra” prestação.

Ana Sofia Antunes, reconheceu, no entanto, que o ISS demora, em média, entre três e quatro meses a pagar o subsídio de educação especial às famílias.

Como os requerimentos feitos pelos partidos para audição da ministra foram apresentados em junho, a secretária de Estado disse ainda que de junho até agora aumentaram de 16 mil para 23 mil o número de processos deferidos.

Fonte: Observador por indicação de Livresco
Publicada por João Adelino Santos
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Mãe e filha unem-se para levar informação sobre a dislexia às escolas portuguesas

“Olá, sou a Francisca e tenho 11 anos. Aos sete anos fui diagnosticada com dislexia. Fiquei um bocadinho triste porque os meus amigos aprenderam a ler e escrever muito mais rápido do que eu”, é assim que começa o vídeo onde Francisca convida outras crianças a aprenderem sobre o que é a dislexia. O projecto para levar a informação às escolas sobre esta perturbação cognitiva arranca este sábado, 1 de Outubro, e vai premiar as três turmas mais criativas do país.

Quando a filha foi diagnosticada com dislexia, a economista Patrícia Teixeira de Abreu, à semelhança de tantos outros pais, não conhecia esta perturbação específica da aprendizagem. “A Francisca era uma criança muito feliz e começou a ficar triste, a dizer que não gostava da escola. Tinha dificuldade em ler. Longe de saber o que podia ser, foi à pediatra e foi enviada à terapeuta da fala”, começa por recordar (...).

Com o diagnóstico de dislexia, chegou uma mudança drástica na rotina familiar: Francisca teria de ser acompanhada pela mãe no dia-a-dia e com terapia semanal para conseguir aprender e acompanhar os colegas na escola. Mas afinal o que é dislexia? “A dislexia é uma perturbação específica da aprendizagem, de base linguística e que se manifesta ao longo da vida. Tem na sua origem um défice fonológico que se reflecte em dificuldades de descodificação, fluência leitora e escrita”, explicava a terapeuta da fala Sílvia Lapa, num artigo de opinião.

Sem uma rede de apoio suficientemente forte na escola, Patrícia Teixeira de Abreu teve de empreender um processo de aprendizagem por conta própria, de forma a encontrar a melhor forma de se ligar à filha e a auxiliar: “Comecei a ensiná-la de forma diferente. Aprendeu a tabuada a jogar ao balão e os verbos a jogar à macaca, por exemplo.”

Pouco depois, a pandemia, que atirou as crianças e os pais para casa, longe dos professores e da rotina de aprendizagem, foi mais um desafio para ambas. “Foi muito duro assistir às aulas por Zoom, perceber como é a interacção da turma e ver a criança a falhar”, lamenta a economista. Conseguir estar ao nível dos colegas, assegura, “é uma dedicação grande”, a nível de “capacidade de trabalho, paciência e criatividade”. E explica: “A minha filha trabalha todos os dias do ano. Temos direito a 15 dias de férias por ano.”

Fruto da experiência com a filha Francisca, Patrícia decidiu criar, em 2020, um blogue — publicado entretanto no livro Dislexia Dia a Dia — onde partilha a jornada de ambas. No ano passado, o projecto chegou às escolas para informar alunos e professores. Com bandas desenhadas, explicaram o que é a dislexia e desmistificaram mitos. “Se já é difícil porque alguns professores não sabem o que é, com as crianças há uma resistência muito maior. Continua a achar-se que o disléxico é preguiçoso”, lamenta.

Além da banda desenhada que distribuíram por 100 escolas, Patrícia Teixeira Abreu com a ajuda de especialistas em educação preparou um manual para professores que os ajuda a falar da dislexia aos alunos. “Nas escolas ainda há um estigma gigante. Queria sentir que fazia alguma diferença e ajudar algumas crianças que ainda não tinham sido identificadas”, justifica.

Este ano, além de um vídeo de sensibilização e do manual que vão disponibilizar a todos os docentes que se inscreverem, o projecto, patrocinado por empresas como a Fidelidade ou a Auchan, inclui um concurso que vai premiar as três turmas mais criativas, autoras de um trabalho sobre “o que é ser disléxico, os superpoderes que a dislexia traz e diferentes formas de aprender”. Deste sábado até ao final do mês, a propósito do Dia Mundial da Dislexia, celebrado a 10 de Outubro, podem inscrever-se todas as turmas entre o 1.º e o 6.º ano.

Os alunos das turmas vencedoras recebem o livro Dislexia Dia a Dia e um brinquedo. Já a escola terá como prémio receber uma oficina sobre dislexia leccionada pelo PIN, o centro do neuropediatra Nuno Lobo Antunes. O objectivo, termina Patrícia Teixeira Abreu, é promover a inclusão. Afinal, “é preciso acolher essa diferença”. E conclui: “É tal como ter o cabelo castanho.”

Fonte: Público, com vídeo.
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Diversidade e Educação Inclusiva: Instrumentos validados

Partilho o livro "Diversidade e Educação Inclusiva: Instrumentos validados", em formato pdf ou ebook, coordenado por Sofia Santos.


"A meta na agenda nacional de uma educação inclusiva de qualidade exige mudança e inovação para o sucesso educativo e exercício de uma cidadania ativa e informada ao longo da vida. Na escola, o papel do professor e das metodologias que adota assumem um papel fundamental, destacando-se as práticas avaliativas com impacto significativo nos processos de ensino-aprendizagem. A avaliação, parte integrante do percurso educativo, procura a melhoria da intervenção pedagógica, certificando os conhecimentos adquiridos e as aprendizagens realizadas, através de um conjunto de procedimentos, técnicas e instrumentos adequados em função do trabalho curricular a desenvolver com os alunos. A recolha de dados válidos e fiáveis é a base para a certificação da eficácia das práticas, pelo que o rigor metodológico é fundamental para a tomada de decisões sustentadas na evidência. O que avaliar? Como avaliar? Estas são algumas das questões a refletir para melhorar as práticas no âmbito da avaliação validada. Neste ebook são, assim, apresentados vários instrumentos, com qualidades métricas estabelecidas, que avaliam conteúdos tipicamente académicos, mas também novas temáticas que apesar de essenciais e presentes não têm recebido a devida atenção (resiliência, participação, autodeterminação) e que se alinham com o perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória, uma vez que se propõe a avaliação de habilidades e capacidades dos alunos na sua diversidade, promovendo-se a participação e inclusão de grupos tradicionalmente desvalorizados. Pretende-se clarificar como se pode ir para além do que é tradicional, mais focado em predizer a vida dos estudantes, para nos centrarmos em como podemos fazer a diferença nas suas vidas."

Para mais informação, aqui.
Publicada por João Adelino Santos
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O estudo intercalado melhora a capacidade de resolução de problemas

A prática de recuperação alternada — testar conhecimentos sobre diferentes tópicos de modo intercalado — aumenta a memória e a capacidade de resolver problemas. É esta a conclusão de um estudo publicado na revista Nature em novembro de 2021. Conduzido por Joshua Samani e Steven Pan, dos departamentos de Física e Astronomia e de Psicologia da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, esta investigação reforça a ideia de que estudar tópicos de forma alternada melhora a aprendizagem.

Os autores testaram 286 alunos universitários numa disciplina de Física durante oito semanas, utilizando os materiais de estudo comuns. Depois de cada aula, era habitual os alunos receberem nove problemas para fazer em casa, agrupados por tópico, em bloco (A-A-A-B-B-B-C-C-C). Na investigação, durante as primeiras quatro semanas metade dos alunos continuou a receber os problemas em bloco, enquanto a outra metade passou a recebê-los de forma alternada (A-B-C-A-B-C-A-B-C). Nas seguintes quatro semanas, inverteu-se o exercício, para evitar prejudicar um grupo de alunos, caso a aprendizagem com problemas em bloco diferisse daquela com problemas alternados.

Para medir os efeitos da prática intercalada após cada período de quatro semanas, Samani e Pan entregaram testes-surpresa aos alunos, de modo a minimizar efeitos que pudessem contaminar os resultados. Estes testes incluíam três problemas mais difíceis do que os incluídos nos habituais trabalhos de casa. Dois deles requeriam a integração de conceitos e procedimentos de tópicos diferentes, e o terceiro implicava a aplicação de um dos tópicos estudados a um novo cenário.

Os resultados obtidos indicaram que o desempenho dos alunos nos trabalhos de casa piorou quando receberam os problemas intercalados. Os próprios alunos reconheciam a dificuldade acrescida quando resolviam os problemas intercalados, que após a conclusão classificavam como «mais difíceis». No mesmo sentido, os participantes também consideraram ter aprendido menos após resolverem problemas intercalados.

No entanto, nos testes-surpresa, os alunos que resolveram problemas intercalados tiveram um desempenho muito superior ao dos colegas que receberam problemas em bloco: a mediana dos resultados no primeiro teste foi 50% mais elevada para os problemas intercalados do que para os problemas em bloco; no segundo teste, esta melhoria foi de 125%.

Analisando os resultados nos dois tipos de problemas presentes no teste-surpresa, os investigadores verificaram que os alunos que resolveram exercícios intercalados revelaram ter memorizado mais eficazmente as fórmulas necessárias para resolver os problemas no teste e deram respostas 100% corretas mais frequentemente do que os alunos que receberam problemas em blocos.

É de referir que nos exames intermédios (a meio do semestre) da disciplina todos os alunos tiveram resultados semelhantes. Porém, questionários realizados após os exames indicaram que a maioria dos alunos fez um estudo prévio intenso; além disso, os testes-surpresa poderão ter funcionado como uma excelente oportunidade de aprendizagem, contribuindo para a homogeneidade dos resultados.

Em resumo, os alunos que receberam problemas de forma intercalada tiveram pior desempenho enquanto os resolviam, sentiram mais dificuldades e subestimaram a sua aprendizagem, ao contrário dos alunos que resolveram os problemas em bloco. Este padrão inverteu-se quando os alunos fizeram testes-surpresa: os que tinham resolvido problemas intercalados tiveram melhor desempenho e conseguiram aplicar os conhecimentos a novos cenários e integrar conceitos e procedimentos de diferentes tópicos.

Estes resultados podem ser explicados por diferentes teorias. Em primeiro lugar, segundo um estudo de 2021 liderado por Alice Latimier, a prática intercalada implica a prática espaçada que, como já vimos noutros artigos, aumenta a aprendizagem. Outra teoria, apresentada em 2012 por dois grupos de investigadores, assume que a prática intercalada leva os alunos a inferir as características abstratas dos vários tipos de problemas em vez de se focarem nas suas características superficiais. Deste modo, conseguem identificar as categorias de problemas no teste melhor do que os alunos que praticaram os problemas em bloco.

Outra possível explicação, apresentada por John Dunlosky e outros investigadores em 2013, prende-se com o facto de a prática intercalada proporcionar aos alunos a oportunidade de compararem os diferentes tipos de problemas. Isto permite-lhes compreender as semelhanças e relações entre eles, o que potencialmente aumenta a capacidade de integrar conceitos para resolver exercícios que requeiram a combinação de vários tipos de problemas. Por fim, segundo um trabalho de 2011 de Elizabeth e Robert Bjork, o facto de os problemas intercalados serem mais difíceis de resolver pode tornar-se uma «dificuldade desejável», que leva os alunos a formar mais conexões entre os materiais. Esta explicação esclarece também por que motivos os alunos tiveram piores resultados nos trabalhos de casa intercalados e sentiram que aprenderam menos.

É de referir que estas explicações para os benefícios da prática intercalada não são mutuamente exclusivas. Todas podem contribuir para os benefícios observados. De qualquer modo, a conclusão deste estudo é que uma pequena alteração na forma como os trabalhos de casa são apresentados aos alunos pode melhorar a aprendizagem, não só em termos de memorização mas também de resolução de problemas.

Ludmila Nunes

Fonte: Iniciativa educação
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Notícias de saúde / Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Última mensagem por Nandito em 04/10/2022, 16:15 »
Administradas 7.500 vacinas contra a gripe na Madeira

Marianna Pacifico 04 out 2022   15:04


Serviço Regional de Saúde pretende alcançar mais pessoas na atual campanha de vacinação    Fonte de imagem: dnoticias.pt

Na campanha de vacinação 2021/22 foram administradas cerca de 52.000 vacinas, uma cobertura vacinal de 69% da população com 65 e mais anos.

Esta segunda-feira, 3 de Outubro, teve início a segunda fase da Campanha de Vacinação contra a Gripe, que decorre desde Setembro com a vacinação de utentes institucionalizados e profissionais de instituições de saúde e sociais, e que agora se expande a toda a população-alvo, num regime de porta aberta. À data, foram administrdas cerca de 7.500 vacinas contra a gripe, informou hoje a Secretaria Regional de Saúde e Protecção Civil em nota emitida.


Com um histórico de mais de 20 anos na Região, a vacinação contra a gripe é sazonal e ocorre entre o Outono e o Inverno, períodos em que o vírus da gripe circula com maior facilidade.

Este ano, o Serviço Regional de Saúde pretende ultrapassar a cobertura vacinal de 69% da população com 65 e mais anos, alcançada em 2021/22, quando foram administradas cerca de 52.000 vacinas, lê-se na nota.

A Direcção Regional da Saúde definiu como alvo da campanha 2022/23 pessoas com idade igual ou superior a 55 anos, doentes crónicos e imunodeprimidos, com 6 ou mais meses de idade, grávidas, profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados, assim como outras pessoas em contextos específicos, como são exemplo os residentes em instituições, internados em Unidades de Saúde e apoiados no domicílio por equipas de saúde e por outros serviços de apoio domiciliário, reclusos, forças de segurança, profissionais da educação pré-escolar, e profissionais dos tribunais e conservatórias.

Pela primeira vez, a Madeira disponibiliza uma vacina contra a gripe com dose elevada, destinada a conferir uma protecção adicional em pessoas em situação de vulnerabilidade acrescida, que alcançou, até à data, 730 pessoas idosas institucionalizadas.

A vacinação contra a gripe de 2022/23 decorre em simultâneo com a vacinação sazonal contra a covid-19, nos Centros de Saúde concelhios ou com maior dimensão. Estas duas vacinas sazonais, contra a gripe e contra a covid-19, podem ser administradas no mesmo momento.

    Como o vírus da Gripe, também o vírus SARS-CoV-2 sofre modificações ao longo do tempo e a proteção conferida pela infecção e pelas vacinas é temporária. Por esta razão, está agora disponível o reforço sazonal, com uma vacina adaptada à variante do vírus mais recente. Esta vacina inclui na sua composição, não só uma componente das vacinas originais, que tem como alvo a produção de anticorpos contra a estirpe original do SARS-CoV-2, como também uma outra componente para a produção de anticorpos para a variante Ómicron.

- Secretaria Regional de Saúde e Protecção Civil.






Fonte: dnoticias.pt                        Link: https://www.dnoticias.pt/2022/10/4/330605-administradas-7500-vacinas-contra-a-gripe-na-madeira/

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Noticias / Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Última mensagem por Nandito em 04/10/2022, 15:53 »
Russos admitem “enormes perdas” na guerra com a Ucrânia e que as tropas adversárias não param de tentar romper linhas de defesa
Por Pedro Gonçalves   em 15:11, 4 Out 2022


TOPSHOT - Ukrainian soliders rest on an armoured personnel carrier (APC) before their move at the recently retaken eastern side of the Oskil River in Kupiansk, Kharkiv region, on September 29, 2022, amid the Russian invasion of Ukraine. (Photo by Yasuyoshi CHIBA / AFP) (Photo by YASUYOSHI CHIBA/AFP via Getty Images)

As autoridades pró-russas de Luhansk e Kherson reconheceram hoje que as forças ucranianas estão a tentar romper as suas defesas em algumas zonas das duas regiões anexadas pela Rússia, mas disseram que estão a resistir.

O porta-voz militar de Luhansk (leste), Andrei Marochko, disse à agência oficial russa TASS que as tropas ucranianas avançaram até perto da cidade de Kreminna, onde as forças leais a Moscovo estão a tentar resistir.

“A situação na cidade de Kreminna está mais ou menos calma, sob controlo, mas o inimigo não pára de tentar romper a nossa linha de defesa”, disse Marochko, segundo a agência espanhola EFE. Marochko disse que as forças ucranianas sofreram “enormes perdas”, mas admitiu que, apesar disso, “estão a tentar avançar”.

Em Kherson (sul), o chefe adjunto pró-russo da administração militar e civil, Kiril Stremousov, disse que as forças ucranianas estavam sob fogo perto de Dudchany. “Na área de Dudchany, o avanço dos nazis [forças ucranianas] parou praticamente. Agora, a aviação e a artilharia estão a aniquilar todos aqueles que invadiram o território soberano da Federação Russa”, disse Stremousov na rede social Telegram.

O atual avanço ucraniano no leste e sul do país segue-se à libertação de mais de 450 localidades na região nordeste de Kharkiv. A imprensa ucraniana noticiou, na segunda-feira, que as forças de Kiev retomaram o controlo da cidade de Borova, localizada a leste do rio Oskil, na região de Kharkiv, no âmbito da contraofensiva lançada no início de setembro. Segundo o mesmo jornal, as forças ucranianas atravessaram já o rio Oskil e a contraofensiva “inclui agora também as regiões vizinhas de Donetsk e Luhansk da Ucrânia”.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse no seu discurso noturno ao povo que “a luta feroz continua” e que novas localidades foram libertadas em várias regiões, mas sem especificar. As informações sobre o curso da guerra divulgadas pelas duas partes não podem ser verificadas de imediato de forma independente.







Fonte: multinews.sapo.pt                       Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/russos-admitem-enormes-perdas-na-guerra-com-a-ucrania-e-que-as-tropas-adversarias-nao-param-de-tentar-romper-linhas-de-defesa/
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