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PSD defende vacinação prioritária de adultos com incapacidades cognitivas iguais ou superiores a 60%


“O pior que pode acontecer é não termos a dose de realismo necessária”, diz médico e deputado do PSD

O Grupo Parlamentar do PSD entregou, esta terça-feira, um projeto de resolução em que recomenda ao Governo que adultos com deficit cognitivo, paralisia cerebral, transtornos do espetro do autismo e doenças neuromusculares, com incapacidade igual ou superior a 60%, sejam integradas no grupo prioritário da 2ª fase da vacinação contra a covid-19.

No documento, o PSD refere que “seguindo estritamente o critério da idade e os subcritérios até ao momento definidos pela Direção-Geral de Saúde e a Comissão Técnica de Vacinação contra a covid-19, todas as pessoas com deficiência, independentemente do grau de incapacidade, não institucionalizadas, com idades entre os 18 e os 49 anos, serão vacinadas na última fase”.

Face à distribuição limitada de vacinas, os deputados sociais-democratas concedem, contudo, que seria irrealista recomendar a vacinação de todas as pessoas com deficiência, não institucionalizadas, na fase de vacinação prevista para este mês de abril. “Existe a consciência de que determinadas deficiências não cognitivas, apesar de limitativas da autonomia, não afetam o discernimento, nem a capacidade do cumprimento das medidas de segurança ou a deteção de sintomas, não consistindo, assim, um risco acrescido para a saúde dos doentes e para os seus cuidadores”, refere a proposta.

Na recomendação à tutela, a bancada 'laranja' sublinha que se pretende “limitar o universo a vacinar, neste âmbito, a cerca de 85 mil pessoas, um número que se considera realista para a previsão geral associada à 2ª fase de vacinação e o número de vacinas esperado, e resultante do cruzamento dos seguintes fatores: a heterogeneidade dos tipos e múltiplas formas de deficiência; os diferentes graus de incapacidade comprovada pelo (AMIM) Atestado Médico de Incapacidade Multiuso; o elevado número de pessoas com alguma incapacidade reconhecida pelo INR (Instituto Nacional para a Reabilitação) e aplicação, como subcritério, o grupo das patologias consideradas mais incapacitantes”.

Na proposta assinada por oito deputados, entre os quais o médico Ricardo Baptista Leite, recordam que patologias como a paralisia cerebral ou transtornos do espetro do autismo já foram consideradas prioritárias na primeira fase da vacinação em vários países, como Reino Unido, Holanda ou Espanha.

Fonte: expresso.pt  Link: https://expresso.pt/politica/2021-04-06-PSD-defende-vacinacao-prioritaria-de-adultos-com-incapacidades-cognitivas-iguais-ou-superiores-a-60-ff915321
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Notícias de saúde / Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Última mensagem por Nandito em 12/04/2021, 10:18 »
Covid-19. Deficientes continuam fechados nos lares

Uma semana depois da reabertura dos centros de atividades ocupacionais, as instituições da deficiência intelectual continuam sem saber quando podem regressar os utentes que estão, há um ano, fechados nos lares residenciais, e que, entretanto, já foram vacinados contra a COVID19.


Utente do Instituto da Imaculada, uma ordem religiosa que cuida de pessoas com deficiência. Foto: Facebook IM

“Neste momento é um encerramento à força”, desabafa a presidente da Humanitas – Federação Portuguesa para a Deficiência Mental.

A reabertura dos Centros de Atividades Ocupacionais (CAO), das instituições ligadas à deficiência intelectual, aconteceu no dia 5, mas os utentes que estão nos lares não foram autorizados a regressar, ao contrário do que se passou com os utentes externos, os que ficaram em casa com a família, nos períodos de confinamento.

Helena Albuquerque lamenta não haver qualquer indicação da tutela. “O que se passa é que estão a testar todos os colaboradores e utentes dos CAO, possivelmente para serem vacinados os colaboradores, porque relativamente aos utentes ainda não temos notícias nenhumas sobre e a sua vacinação, e os utentes dos lares continuam encerrados sem perspetivas de regressarem aos CAO. Não temos comunicação nenhuma nesse sentido.”.
Questionado pela Renascença, no final de Março, o Ministério do Trabalho e Segurança Social respondeu que “os utentes dos lares residenciais também vão regressar às atividades dos Centros de Atividade Ocupacional (CAO) no dia 5 de Abril”, mas tal não se verificou. Seguiu novo pedido de esclarecimento, mas ainda sem resposta.

A dirigente da Humanitas diz que não se entende: “nós achámos que desde o início tinha sentido, de facto, proteger essa população e encerrá-los, digamos assim, nos lares residenciais. A partir do momento em que estavam vacinados, tinha todo o sentido começar a planear-se o seu regresso aos Centros de Atividades”. E deixa críticas à falta de planeamento: “quando se fala em vacinação dos colaboradores dos CAO, nós pensamos que já devia ter sido feita, e o regresso dos utentes dos lares já devia ter sido planeado, de forma que quando os Centros de Atividades abrissem, eles pudessem ingressar livremente nesta estrutura, o que não aconteceu.

Fonte: rr.sapo.pt  Link: https://rr.sapo.pt/2021/04/11/pais/deficientes-continuam-fechados-nos-lares/noticia/234139/
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Boccia / Estágio decorre no Centro de Alto Rendimento de Vila Nova de Gaia.
« Última mensagem por pantanal em 11/04/2021, 17:14 »
Estágio decorre no Centro de Alto Rendimento de Vila Nova de Gaia.



Aseleção nacional de Boccia vai realizar um estágio e os convocados foram anunciados esta terça-feira. O SC Braga vai estar representado nos trabalhos da seleção Lusa por José Macedo, José Abílio Gonçalves e Domingos Vieira.

Os atletas José Carlos Macedo e José Abílio Gonçalves, estão inseridos na categoria Par BC3. Já Domingos Vieira vai competir no Par BC4. De recordar, que os atletas minhotos já foram convocados para anteriores convocatórias.

O estágio decorre entre os dias 16 e 22 de abril. Este é o quinto estágio da equipa das quinas na época 2020/2021.


Fonte: http://www.comumonline.com/2021/04/atletas-do-sc-braga-convocados-para-a-selecao-nacional-de-boccia/
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Atletismo / CÂMARA DE SANTO TIRSO DISTINGUE JOÃO CORREIA
« Última mensagem por pantanal em 11/04/2021, 17:11 »
CÂMARA DE SANTO TIRSO DISTINGUE JOÃO CORREIA



9 ABRIL, 2021  Notícias texto Jornal do Ave
Na reunião do executivo camarário desta quinta-feira, a autarquia voltou a prestar reconhecimento pelos resultados desportivos de João Correia. O atleta de Santo Tirso irá representar Portugal nos Jogos Paralímpicos que vão ter lugar entre 24 de agosto e 5 de setembro, em Tóquio.

Precisamente 20 anos depois de ter iniciado a sua carreira desportiva nos 100m cadeira de rodas, classe T51, e de inúmeros resultados de relevo a nível nacional e internacional, os principais dos quais as duas medalhas de pratas conquistadas nos Europeus, João Correia qualifica-se, pela primeira vez, para os Jogos Paralímpicos.

A conquista foi reconhecida, esta quinta-feira, em reunião do executivo municipal através de um voto de louvor. “A capacidade de superação e resiliência fazem do João Correia um exemplo. É um atleta que enche de orgulho a terra que o viu nascer e crescer”, adiantou o presidente Câmara, Alberto Costa.

O autarca explicou que a distinção é fruto do “talento, do enorme espírito de sacrifício, em resultado de um conjunto de operações a que se submeteu desde que, em 1985, sofrera um grave acidente”, assim como “da abnegada dedicação ao serviço do Desporto, em geral, e do Desporto Adaptado, em particular, cujos resultados conquistados ao longo de duas décadas testemunham o trabalho e a capacidade de superação, bem como a aposta do Município no desenvolvimento desportivo”.

Os “mínimos” paralímpicos foram alcançados há um ano no Estádio Municipal Dr. José Vieira de Carvalho, na Maia, com o tempo de 22,01 segundos, marca que lhe valeu passar a ocupar a quinta posição do “ranking” mundial e o apuramento direto para os Jogos de Tóquio, cuja confirmação só foi agora oficialmente anunciada pela Federação Portuguesa de Atletismo.



Fonte: https://www.jornaldoave.pt/camara-de-santo-tirso-distingue-joao-correia/
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Notícias de saúde / Dia Mundial da Doença de Parkinson
« Última mensagem por pantanal em 11/04/2021, 17:05 »
Dia Mundial da Doença de Parkinson


Neste dia 11 de abril, aqui fica um apelo e uma mensagem de esperança e otimismo: com a ciência, com perseverança, havemos de vencer a doença.
11 de Abril, 2021 - 15:01hLuís Leiria

Hoje é o dia mundial da Doença de Parkinson. Como todos os anos nesta data, realizam-se centenas de iniciativas para que a população global tome conhecimento do que esta doença significa para mais de dez milhões de doentes em todo o mundo. Em Portugal, calcula-se que sejam 18.000 os pacientes de Parkinson.

Desconhecimento e preconceito

Este conhecimento é muito importante para acabar com ideias erradas e confusões que as pessoas fazem em relação à doença. Quando comecei a dizer abertamente que era doente de Parkinson, quase me divertia ver o pavor com que me olhavam os interlocutores, como se tivesse acabado de lhes comunicar ter recebido uma sentença de morte.

Uma vez, quando visitei o centro de saúde da minha área de residência no Brasil (onde morei mais de 18 anos) para obter informações da assistente social, esta, quando soube que eu era doente de Parkinson, passou a dirigir-se exclusivamente à minha mulher. Era óbvio que, na cabeça dela, eu, coitado, era demente. Eis aonde chegava o desconhecimento de alguém que tinha a obrigação de saber, pelo menos, o básico.

É bom que se saiba que o Parkinson, exceto em casos muito raros, não implica em demência nem perda da memória. Os problemas cognitivos que a doença muitas vezes traz consigo são geralmente suaves e até possíveis de combater. Nesse aspecto, Parkinson é muito diferente de Alzheimer, outra doença degenerativa incurável que, essa sim, implica uma perda acelerada da memória.

Uma doença do movimento

A Doença de Parkinson é classificada como doença do movimento porque os seus sintomas principais, e primeiros a aparecer, são distúrbios como os tremores, que começam suaves e podem tornar-se descontrolados, a rigidez muscular (que nos faz às vezes parecer pinguins), a bradicinésia, pela qual os nossos movimentos voluntários se tornam muito lentos, chegando às vezes a parecer que as nossas mãos ou pés têm vontade própria, se rebelam e não querem cumprir as ordens do nosso cérebro.

É importante ainda dizer que no Parkinson os tremores são assimétricos – afetam em primeiro lugar um lado (direito ou esquerdo) – e aparecem em estado de repouso, isto é: quando o braço está inerte, é quando a mão treme; quando o braço se mexe, a mão treme menos. Se você só tem tremores quando leva um copo à boca, por exemplo, é provável que tenha outra síndrome (por exemplo, tremores essenciais) e não Parkinson.

Por enquanto, sem cura

Não existe cura para a Doença de Parkinson, nem tratamento que consiga deter o seu progresso. Os medicamentos disponíveis apenas tratam os sintomas principais. São medicamentos fundamentais, sem eles eu não estaria a escrever este artigo. Provavelmente ditá-lo-ia para um software de reconhecimento de voz e estaria irritado com os inevitáveis erros que este estaria a cometer.

A doença de Parkinson é causada pela morte progressiva dos neurónios que produzem a dopamina, um neurotransmissor essencial aos nossos movimentos. Já se conhece o processo que ocasiona esta morte, mas não os motivos pelos quais ela acontece.

O principal medicamento é a levodopa (sinemet, madopar ou prolopa, dos seus nomes de “marca”), que de certa forma substitui a dopamina que o cérebro produz cada vez em menor quantidade.

O problema é que como a doença progride, as doses de levodopa necessárias tendem a ser cada vez maiores, trazendo consigo uma série de indesejáveis efeitos secundários. Nós, que normalmente começamos com três ou quatro comprimidos ao dia, chegamos facilmente aos dez ou 12 diários (o meu caso). Sem falar na medicação para outros efeitos secundários menos falados, como a obstipação, a incontinência urinária e outros que podem facilmente se tornar os mais incómodos.

O conhecimento global sobre a doença é também essencial para que mais recursos sejam canalizados para a investigação. Uma parcela mínima do que, corretamente, foi gasto para combater a pandemia de Covid-19 seria decisiva para se chegar ao primeiro medicamento que pelo menos detivesse a progressão do Parkinson.

A fisioterapia especializada

Enquanto esse ansiado medicamento não chega, descobri formas de tornar mais lento o progresso da doença: o exercício físico e a fisioterapia especializadas. Costumo dizer que as duas fisioterapeutas – Josefa Domingos e Catarina Godinho – que cuidam de mim são a minha “linha de vida”. Não exagero. Sem elas, eu não teria conseguido manter o otimismo e a boa disposição com que encaro a vida, e não estaria tão bem, em termos de movimento, como estou agora. Ou, no mínimo, a dose de levodopa que estaria a tomar seria muito maior.

Os amigos que me acompanham e já viram os vídeos dos meus exercícios têm uma noção da radicalidade de conceitos envolvidos na fisioterapia que faço: do boxe aos trampolins, os meios mais inusitados podem e devem ser usados para que os doentes de Parkinson combatam os problemas de movimento, os desequilíbrios, e até aprendam a cair.

Mas também podem ficar com uma ideia errada de que a vida com Parkinson é uma festa. Não é. Felizmente, escapei até agora da depressão, que atinge 50% dos doentes de Parkinson. Mas há dias em que os medicamentos parecem não ter “pegado”, que a mente se recusa a concentrar-se, que os textos não querem sair. As flutuações inesperadas, infelizmente, fazem parte da doença. Os sintomas “secundários” podem adquirir uma importância enorme.

Mas continuo um otimista convicto. E por isso dou a cara em todas as iniciativas que me permitam falar sobre o Parkinson. Seja para falar de Parkinson e gastronomia ou qualquer outro tema que possa ter relação com a doença. E para dar uma palavra de esperança a todos os que são doentes como eu. Com a ciência, com perseverança, havemos de vencer a Doença de Parkinson.



Fonte: https://www.esquerda.net/opiniao/dia-mundial-da-doenca-de-parkinson/73747?fbclid=IwAR0RE6FBIXRz_b3SKhPf96Vb0ZE4SJhNEOKYWz_PXPzP6IdqkKixlEnhtQo
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Histórias de uma Vida / Vitinho só quer trabalhar
« Última mensagem por migel em 11/04/2021, 16:46 »
Já não há justiça neste mundo e Deus está morto. Triste, só e abandonado, gelado, como os gelados da Olá, está o Vitinho, sobrevivo. Tadito, fez-me penhinha, a criança-homem de 35 anos. Coitado do Vitinho, o Vitinho do Tramagal. Está preso a uma cadeira de rodas. Tem uma paralisia cerebral que o condenou a prisão perpétua, veja-se bem. As palavras, essas, são da lavra da Mónica, "colaboradora" do grupo Cofina, que assina uma reportagem prostituída, de um servilismo degradante, muito característica, aliás, da espécie daquela caricatura manhosa de canal de informação que as pessoas gostam muito, que até emprega e dá palco à extrema-direita e que ultrapassou há muito todos os limites da decência. A Mónica, injustiçada, coitada, já tinha sido arguida num processo judicial, mas, como a presunção de inocência é uma coisa muito bonita (temos percebido isso neste último par de dias, não é?…) e toda a gente, afinal pode ter amigos com influência, a coisa passou. Deve ter sido o resto das fotocópias. Safou-se, ela e a Débora, que a Tânia, essa, levou umas reguadas, tadita da nina. Ora a Mónica, que não perde uma, continua a espalhar o terror. Desta vez, foi o Vitinho, o menino-herói das 35 primaveras. Elevado à categoria de “miúdo especial”, posto nos píncaros do à-vontade e arrumado no sofá lá de casa com requintes de malvadez, filma-o a Mónica a dizer que só quer trabalhar. Segue-se, enfim, a apoteose da vergonha: acrescenta aquilo que considero ser uma verdadeira provocação e um atentado à dignidade das pessoas com deficiência, que quem não se sente não é filho de boa gente: diz a folhetinista que, e cito, que é tão “simples quanto isto: se há quem se encoste aos subsídios do Estado o Vitinho é excepção à regra. O papel de coitadinho não encaixa no seu perfil”… Por outras palavras, fazendo uma interpretação livre mas simpática da provocação desta novelista, nós, sanguessugas filhos e filhas da puta, vivemos todos de subsídios e este gajo até quer fazer qualquer coisa e não o deixam. Diz o Vitinho, 35 aninhos, a partir do retrato fofinho que a Mónica fez questão de desenhar, “deixem-me trabalhar”. Não, não foi em Boliqueime, foi no Tramagal. Mas o cheiro a estrume é o mesmo.



Texto tirado do facebook de João Coelho
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Notícias de saúde / Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Última mensagem por migel em 11/04/2021, 14:12 »
Resumo do boletim epidemiológico (últimas 24 horas):
Novos casos de infeção: 566
Óbitos: 6
Recuperados: 410
Internados: 466 (número igual a este sábado)
Internados em UCI: 113 (mais 6 do que ontem)
Número de casos ativos: 25 960 (mais 150)




Fonte: Sapo
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Notícias de saúde / Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Última mensagem por migel em 11/04/2021, 14:10 »
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Programa de Preparação Paralímpica e Tóquio 2020 debatidos em reunião anual de atletas
10 Abril 2021


A Reunião Anual dos Atletas do Programa de Preparação Paralímpica Tóquio 2020 realizou-se este sábado, 10 de abril, em formato de videoconferência com a presença de atletas, treinadores, parceiros de competição, técnicos assistentes desportivos e Presidentes de Federações representadas no Programa de Preparação Paralímpica Tóquio 2020.

O encontro que teve por objetivo efetuar o ponto de situação do Programa de Preparação Paralímpica e fornecer informações sobre os Jogos Paralímpicos Tóquio 2020 iniciou-se com a intervenção do Presidente do Comité Paralímpico de Portugal, José Manuel Lourenço, que sublinhou “o esforço de todos os agentes desportivos que se tiveram que reinventar para continuar a sua preparação” neste último ano marcado pela pandemia Covid-19. José Manuel Lourenço referiu acreditar que depois dos Jogos Paralímpicos Tóquio 2020 “cada um regressará a Portugal com a certeza que deu o seu melhor”.

A segunda intervenção da tarde foi do Coordenador do Programa de Preparação Paralímpica Tóquio 2020, Carlos Lopes, que destacou “um ano de grandes desafios para todos” e confidenciou o desejo de que “todos se sintam privilegiados por representar Portugal nuns Jogos Paralímpicos e que possam fazer da melhor forma aquilo para que treinaram tanto”.

O painel mais extenso da tarde foi destinado à Chefia de Missão tendo como assunto central os Jogos Paralímpicos Tóquio 2020. A Chefe da Missão Paralímpica Portuguesa, Leila Marques Mota, revelou pormenores relacionados com a competição e transmitiu “uma mensagem de confiança pelo empenho e trabalho demonstrado” por atletas, treinadores e parceiros de competição. Já o Diretor Executivo da Missão, Luís Figueiredo, apresentou as instalações onde os atletas vão competir e afirmou esperar que “a força e resiliência do povo japonês se transponham para a Missão Paralímpica Portuguesa”.

A sessão foi encerrada pelo Secretário-Geral do Comité Paralímpico de Portugal, Manuel Costa e Oliveira, que sublinhou a “importância do cumprimento de todas as normas e orientações da DGS e das entidades organizadoras de Tóquio 2020” e garantiu que “estamos preparados para enfrentar Tóquio e vir de lá com boas notícias”.



Fonte: https://paralimpicos.pt/noticia/-/asset_publisher/403639/programa-de-preparacao-paralimpica-e-toquio-2020-debatidos-em-reuniao-anual-de-atletas

100

Sim, se a tabela não tiver tido alterações.
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